quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Atrizes divertem-se em "Rosa Fogo"


Inês Castel-Branco e Susana Mendes muito unidas em "Rosa Fogo"
As duas atrizes não se conheciam mas, assim que começaram a contracenar na novela da SIC, sentiram uma grande empatia.
As manas Carmen e Aida não podiam ser mais diferentes. Enquanto a manicure interpretada por Inês Castel-Branco transpira sensualidade e é irresistível para o sexo oposto, já Aida, vivida por Susana Mendes, adora passar despercebida e os livros são a sua maior companhia. Estas distinções fazem com que surjam muitos momentos divertidos neste núcleo de "Rosa Fogo", e as duas atrizes estão muito satisfeitas com o resultado.

"Temos uma química engraçada que também se vê no ecrã", garante Inês. Susana não poupa elogios à colega: "A Inês é fantástica, generosa e bem-disposta. E é ótimo contracenar com ela. É muito divertido." Por isso, na hora de gravar há que respirar fundo para não provocar a risota geral. "Rimos imenso. Mas quando chega a hora de gravar somos super profissionais. Não prejudicamos as cenas por nos desmancharmos a rir!", conta Susana.

Para o futuro, as duas garantem que estão a ser preparadas muitas cenas divertidas. "Estamos a gravar coisas fantásticas que toda a gente vai adorar. É giro, vai haver muitas maluquices", garante Susana.
TV Mais

Vanessa Oliveira ambiciona ser uma "Bárbara Guimarães" ou "Catarina Furtado"

Vanessa Oliveira em produção exclusiva para a CARAS

– Quando olha para estes três anos de ‘Fama Show’, que balanço faz?
– Acho que é um trabalho que se tornou um orgulho para todas as apresentadoras.
– E quando começou, estava à espera de que o projecto tivesse tanto sucesso?
– Como eu gosto de viver o presente e penso pouco no futuro, acho que não tinha ideia de como as coisas poderiam evoluir.
– Vê-se a dar a cara por outro projecto?
– Sim, mas sempre sem sair do ‘Fama Show’. No fundo, é o que tenho feito nos últimos três anos. Até fazer parte do ‘Fama’, sempre estive envolvida em projectos que tinham um fim previsto, o que não acontece com este programa.
– Sente a crise?
– Sempre fui muito poupada e as medidas de contenção que tenho são as que sempre apliquei. Gosto de ir às bombas de gasolina onde o combustível é mais barato e também de usar os talões de desconto. Habituei-me a poupar com os meus pais.
– São mecanismos de gestão que já interiorizou...
– Sim, sem dúvida. Não sou rica e também não ganho rios de dinheiro, mas não sinto tanto a crise porque tenho muita atenção à gestão que faço do dinheiro que ganho. As pessoas têm a ideia de que quem trabalha em televisão ganha muito dinheiro e não é assim. Por isso, tenho de me controlar como todas as outras pessoas.
- Aos poucos, foi crescendo e construindo o seu espaço na televisão. É ambiciosa? 
-
 Não sou muito ambiciosa no sentido de querer tudo ao mesmo tempo, porque acho que as coisas se constroem, e só através da aprendizagem se criam ferramentas para se evoluir no trabalho. E eu quero evoluir, mas nunca peço nem ando atrás de nada. As coisas chegam até mim, nunca pedi para fazer nenhum programa. Daqui a dez anos quero ter um vestido Dior e andar sempre vestida como a senhora destas fotografias. Isso é a ambição que tenho para mim. Mas a nível profissional, não vou bater à porta para fazer nada. 

- Mas, confesse, tem a ambição de ter um programa só seu... 
-
 Mas isso há-de chegar. Tenho 28 anos... Por exemplo, a Bárbara Guimarães e a Catarina Furtado têm trinta e tal anos e eu acredito que quando tiver a idade delas estarei como elas estão. Acho que as coisas acontecem devagarinho e que me falta alguma bagagem e idade. Se me perguntar se queria ter já um programa só meu, respondia que não. As coisas aprendem-se, vão com calma. 

- Continua a dizer-se que as apresentadoras do Fama Show se dão mal... 
-
 Não nos damos mal. Nem de início. Gosto muito daquilo que faço e elas também. É natural que nos identifiquemos mais com umas do que com outras, mas isso é normal e acontece em qualquer lado, tanto com homens como com mulheres. Por exemplo, adoro a Rita Andrade e tenho vivido a gravidez dela quase como se fosse minha.

- Mudando completamente de assunto: a Vanessa aumentou o peito... 
-
 Não é muito significativo para mim falar disso. Já fiz esta operação há tanto tempo, fez três anos em Maio... Aumentei o peito, basicamente para uniformizar o meu corpo, porque tenho a anca muito larga e tinha o peito pequeno. Pus aquilo que achava dimensionado para o meu corpo e sinto-me óptima.

- A 'fama' não lhe trouxe manias de estrela? 
-
 Se calhar é pretensiosismo dizer que não as tenho. A sensação que tenho é que não mudei muito. Continuo a ser a mesma miúda que anda tranquila de calças de ganga e ténis na rua. Embora aconteçam coisas como me sucedeu há duas semanas: fui a uma feira com a minha irmã e ela estava desesperada e incomodada porque toda a gente estava a olhar para mim. Eu recomendei-lhe que se abstraísse e se divertisse. Não vou deixar de fazer a minha vida só por causa disso.

- Os seus pais sempre aceitaram bem a sua profissão? 
-
 No início, a minha mãe não gostava muito que eu fosse manequim. Por outro lado, o meu pai sempre disse: "Podes ser o que tu quiseres. Acabas o curso e começas a trabalhar. Não podes é ter negativas." E eu lá fui estudando e trabalhando ao mesmo tempo. Isso acabou por me dar liberdade e independência... Aos 19 anos já ganhava um bom dinheiro e acabei por ter sempre as minhas coisas: paguei a minha viagem de finalistas, dava presentinhos aos meus pais, os meus carros fui eu sempre que fiz questão de os pagar... 


- Como vai ser o seu Natal? 
-
 Junta-se toda a família em casa dos meus pais. O meu avô faleceu este ano, por isso, este Natal vai ser mais tristonho. Foi ele que me criou... mas estaremos todos reunidos. Eu adoro o Natal, sou viciada, transformo-me numa criança autêntica. Sou capaz de andar de bandolete de renas, de vestir roupa encarnada, e adoro dar e receber presentes... 

- E o que é que pediu este Natal? 
-
 Quero uma máquina de pão, uma impressora, um gravador, livros... Faço sempre uma lista com as coisas que quero receber no Natal, sou muito prática. Gosto de dar aquilo que as pessoas querem e gostam e de receber aquilo que quero. 




Caras

Júlia Pinheiro está convencida que "Rosa Fogo" terá o mesmo percurso que "Laços de Sangue"

A vencedora de dois Emmys quer fazer da SIC uma estação «intrinsecamente portuguesa».

Júlia Pinheiro é a única portuguesa que se pode gabar de já ter ganho dois Emmys. O primeiro enquanto diretora de programas da TVI com a novela «Meu Amor» (2010); o segundo como diretora de conteúdos da SIC com a novela «Laços de Sangue» (2011). 

A Júlia é a única pessoa que já comemorou a conquista de dois Emmys...
É verdade, já papei dois! Para onde vou, o Emmy aparece... (risos). Agora a sério, este prémio é fantástico para a indústria do audiovisual. Prova a nossa maturidade enquanto profissionais, numa área em que temos sempre tendência para idolatrar os outros e celebrar indústrias mais maduras. A nossa está de excelente saúde e qualidade. Estamos muito contentes. Eu então ainda tive tempo de celebrar o primeiro da TVI e agora este da SIC. Mas sempre acreditei, ao contrário de toda esta gente (atores e produtores)...

Acreditou sempre, porquê?
Porque achei a novela «Laços de Sangue» um fenómeno. Arrancou tarde a ganhar audiências. Mas quando as pessoas aderiram, houve uma adesão muito forte. Depois, houve uma explosão final. Pelo meio, houve um momento difícil que foi quando decidimos prolongá-la. Foi uma decisão muito arriscada pois esta novela esteve no ar um ano. Houve aqui uma série de coisas que podiam ter corrido mal e correram bem. Portanto, com todas estas contingências, a novela, mesmo assim, teve uma excelente performance. As pessoas começaram a ligar-se a estes protagonistas com uma força que já não via há muito tempo. E eu venho de uma estação que era fortíssima em ficção (TVI).

A novela atual, «Rosa Fogo», ainda não conseguiu conquistar esse patamar elevado de audiências...
Vai ser, provavelmente, a mesma coisa. Há um padrão que tem a ver com as características dos espectadores da SIC. O cliente SIC é um bocadinho diferente do espetador da TVI, é mais disperso. O perfil do cliente médio é uma pessoa muito ativa do ponto de vista profissional, tem outras opções e só quando está muito ligado é que adere e fixa. Acho que «Rosa Fogo» vai ter exactamente o mesmo comportamento. «Laços de Sangue», no início, também não foi nada de extraordinário, e «Rosa Fogo» até está ligeiramente acima de «Laços de Sangue» no arranque. Agora começa a dar uns sinais interessantes, portanto, estamos muito animados.

O Emmy é também um incentivo para apostar na ficção nacional?
Completamente. E é, também, a confirmação de que as pessoas querem coisas portuguesas. Aliás, estou perfeitamente convencida que o nosso caminho enquanto indústria, a todos os níveis, é fazer produto nacional.
Falar português, mostrar coisas portuguesas, marcar e voltar a sublinhar aquilo que é a identidade portuguesa. Não uma identidade que seja só feita dos ícones ou das marcas culturais, como o Mosteiro dos Jerónimos ou a chouriça, que, de resto, aprecio. É mostrar o país como ele é, como vivemos e como somos actualmente como comunidade e sociedade. É esse o retrato que temos de conseguir cada vez mais.

Que mais projetos existem na SIC nesta área?
Muitos, mas todos sabemos que o ano que entra será muito difícil em matéria de captação de receitas para conseguirmos concretizar tudo aquilo que temos na cabeça. Mas a SIC será, cada vez mais, a estação intrinsecamente portuguesa. E, para o ano, comemoramos os nossos 20 anos, somos a primeira televisão privada em Portugal e tem que ser um ano especial.
Sapo TV

SIC e TV Globo juntas para "Dancin`Days"... e mais!


Depois do sucesso alcançado com "Laços de Sangue", SIC e TV Globo avançam para uma nova grande produção: o remake de "Dancin' Days", a novela que "parou o Brasil" em 1978, com interpretações inesquecíveis de Sônia Braga Antônio Fagundes e que revelou o talento de Glória Pires.

Num momento em que a aposta se vira para a produção nacional, o canal português continua acontar com a seu cúmplice de eleição, a TV Globo.

A parceria começou há pouco mais de ano e meio e segundo Raphael Corrêa, Diretor de Vendas Internacionais da TV Globo, é "para continuar". Desta vez, a grande aposta é adaptar o argumento de "Dancin' Days" à realidade portuguesa e filmar em solo nacional.

Joana Santos, que deu provas do seu talento quanto vilã em "Laços de Sangue", vai protagonizar Júlia, uma rapariga que, como disse Guilherme Bokel, diretor de Produção Internacional da TV Globo, é "boa mas não é boba".

O título da nova novela, assim como o elenco, ainda não estão definidos. No entanto, os atores escolhidos vão ter aulas no Brasil, de coaching e expressão corporal. Joana Santos já está em solo brasileiro a trabalhar a sua personagem.

"Estou ansiosa por começar as aulas de dança, pois é uma área totalmente nova para mim. Por outro lado, interpretar um papel que foi desempenhado por Sônia Braga e que teve tanto sucesso na altura é um desafio e uma grande responsabilidade", confessa a atriz.

Bokel vai acompanhar a adaptação do argumento original, tarefa a cargo de Pedro Lopes, da produtora SP Televisão. O produtor acredita que esta novela "vai estar mais próxima de Portugal que 
Laços de Sangue" e frisou que as personagens deste elenco vão ter "um caráter forte" que lhes permitirá manterem-se interessantes até ao fim.

"Dancin' Days" conta a história de três mulheres. Júlia é condenada por atropelar um homem e sai em liberdade condicional onze anos depois. Durante esse período a sua filha é criada e educada pela irmã. Quando em liberdade Júlia vai tentar aproximar-se da filha e evitar que esta, a mando da tia, case por interesse com alguém que não ama.

A versão portuguesa de "Dancin' Days", que vai estar pronta em março de 2012, vai ter entre 170 a 200 episódios e vai custar entre 6 e 8 milhões de euros, um valor semelhante ao que foi gasto em produções anteriores.

Luís Marques, Diretor Geral da SIC, congratulou-se com o sucesso da parceria entre a SIC e a TV Globo mas não revelou se a criação de uma produtora comum vai realmente acontecer. O plano existe mas ainda se estão a reunir os dados necessários e a estudar todas as hipóteses dado que, como o próprio afirmou, é um processo "complexo".

Por enquanto, sabe-se apenas que a parceria entre o canal nacional e a TV Globo se vai manter nestes moldes até Dezembro de 2014.

SIC deveria exibir “Las Vegas”

Boa Noite! Seja bem-vindo ao “Olhar a SIC”.
Hoje deixo uma sugestão de Série Internacional que na minha opinião deveria ser comprada e exibida pela SIC. A Série “Las Vegas” estreou esta noite em Portugal, no canal de cabo AXN, pelas 20:30. Acho que poderia fazer bons resultados na SIC.

SINOPSe DO PROGRAMA:
As jogadas são altas e as “miúdas” portentosas nesta série protagonizada por algumas das maiores “estrelas” da televisão. Acompanhe as intrigas e aventuras carregadas de acção do Montecito Resort & Casino em Las Vegas, um hotel-casino que conta com uma equipa de segurança única e inigualável, liderada pelo carismático “Big” Ed Deline (James Caan) e pelo seu astuto e bem parecido “braço direito” Danny McCoy (Josh Duhamel). Com a ajuda da equipa de apoio mais sexy do mundo, eles aí estão para apanhar os batoteiros, contrariar os dispendiosos casos de sorte acidental e prestar atenção especial àqueles que ganham demasiado, proteger os famosos e, claro, eliminar os planos dos casinos rivais. Ou seja: trabalho, e muito, não falta... É a “Cidade do Pecado” como nunca antes se viu: aqui, tudo é possível... ou quase. Fazendo assim jus à máxima: “what happens in Vegas, stays in Vegas”!



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Audiências: "Primeiro Jornal" com o melhor share



Audiências — Terça, 29 de Novembro de 2011


As audiên­cias de terça-feira, 29 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.
As audiên­cias de cabo de terça-feira, 29 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Pedro Passos Coelho amanhã na SIC


José Gomes Ferreira entrevista esta quarta-feira, no "Jornal da Noite" da SIC o Primeiro-ministro de Portugal.
No dia em que o orçamento mais austero das últimas décadas vai ser aprovado, Pedro Passos Coelho responde a todas as questões que os portugueses gostariam de colocar ao Primeiro-ministro, numa emissão conduzida por José Gomes Ferreira a partir do Palácio de S. Bento.

“Vizinho, Mudei a Loja” estreia Sexta na SIC Mulher com Rita Ferro Rodrigues


A SIC Mulher faz arrancar na sua antena na próxima sexta-feira o formato de produção nacional intitulado "Vizinho Mudei a Loja", naquela que a estação diz ser “uma parceria de comunicação inovadora” com o Recheio Cash & Carry, companhia de distribuição grossista do Grupo Jerónimo Martins.
A apresentação do conteúdo semanal, que irá para o ar pelas 21:30 horas, estará a cargo de Rita Ferro Rodrigues, sendo que o objectivo do programa produzido pela Briskman, que também assegura "Querido, Mudei a Casa", se prende com transformar “envelhecidas e descaracterizadas lojas de bairro em mercearias da rede Amanhecer”. Os espectadores poderão acompanhar todo este processo ao longo de 13 episódios, cada um com a duração de 30 minutos .
Os proprietários das mercearias com projectos considerados viáveis terão acesso a formação especializada ministrada pelo Recheio, “especialmente no que se refere aos produtos frescos, à optimização do sortido e à exposição dos produtos na loja, bem como a condições de compra muito competitivas”.
De acordo com a SIC Mulher, “mantendo intactas as suas características essenciais e a personalização do atendimento, depois da passagem pelo "Vizinho, Mudei a loja" as mercearias vão surpreender os seus clientes com um ambiente de compra moderno e de qualidade e com um sortido renovado, mais equilibrado e adaptado às necessidades actuais”.
Fonte: Meios & Publicidade

Não “É – Especial”!

Boa Noite! Seja bem-vindo ao “Olhar a SIC”.

O formato que a SIC exibe aos Sábados às 15h, apresentado por Sofia Cerveira e Ricardo Pereira começou por ser um “Episódio Especial”, um programa com conteúdo onde eram revelados os bastidores das novelas que estavam a ser transmitidas na estação, principalmente as da Globo. Havia entrevistas aos atores no projac do Brasil e Sofia Cerveira passeava pelas cidades cenográficas construídas propositadamente para darem vida às novelas. Eram revelados pormenores e curiosidades que os espectadores não vêem quando acompanham as tramas, e tudo isto tinha o seu interesse, pelo menos para mim tinha!


Nesse “Episódio Especial” também eram mostrados os bastidores dos programas de entretenimento da SIC, como eles eram concebidos e o que muitas vezes acontecia e as câmaras não mostravam nos programas. Eram entrevistados os apresentadores, que diziam como se sentiam com os formatos que estavam a apresentar e curiosidades do que era preciso para realizar as galas em direto ou como eram gravados os programas… Tudo isto era apelativo, servido por uma dupla bem simpática como é o caso da Sofia Cerveira com o Ricardo Pereira.

Porém, o formato teve uma remodelação (para pior) e passou a designar-se por “É-Especial”. Ora o atual formato, de especial pouco ou nada tem. A dupla de apresentadores continua lá, mas o programa a meu ver está vazio de conteúdos. Atualmente, quando tenho oportunidade de ver “É-Especial” (confesso que a vontade também já é pouca) sinto que aquilo se tornou numa simples promoção ao programa “Peso Pesado” e à novela “Rosa Fogo”. Isto porque as reportagens são apenas e só sobre estes dois produtos, incluindo igualmente as rubricas que também deles falam… “O comando é teu” é completamente inútil. Cada semana lá está uma cara do “Peso Pesado” ou da “Rosa Fogo” para dar os destaques que deveriam ser dados pelos apresentadores principais.


Esta semana Sofia e Ricardo apareceram em pleno Rio de Janeiro, no Brasil, a fazerem o programa, mas de que valeu? Falaram de “Laços de Sangue”, de “Peso Pesado”, de “Rosa Fogo”, de “Alta Definição”… E nada, repito nada sobre as novelas brasileiras que a SIC tem no ar neste momento “Morde & Assopra” e “Insensato Coração”. Então eu pergunto para que gravaram o programa nas paisagens do Brasil se somente abordaram formatos portugueses e não falaram nada, repito nada sobre as produções da TV Globo? A meu ver, em primeiro lugar revela falta de coerência no programa, e depois falta de conteúdos e de interesse para se ver o tal “É-Especial”. Deixo aqui um alerta ao Daniel Oliveira, responsável pelo programa, que repense o modelo e os conteúdos porque assim não! E é uma pena um formato que tinha um bom potencial, e tem matéria-prima com fartura, limitar-se a promover dois programas do canal. 

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Audiências: SIC novamente na 4ª posição

Audiências — Segunda, 28 de Novembro

As audiên­cias de segunda-feira, 28 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.
As audiên­cias de cabo de segunda-feira, 28 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Em Janeiro às 18h...


Boa Noite! Seja bem-vindo ao “Olhar a SIC”.

A SIC tem atualmente apenas uma novela ao final da tarde, “Morde & Assopra” que é uma novela que se adequa bem ao final da tarde e que vai ocupar, espera-se até Janeiro, as duas faixas 18h e 19h, passando em 2012 para as 19h. Deste modo, eu considero que a partir de Janeiro do novo ano, durante o período de Inverno que anoitece mais cedo a SIC deveria apostar, como fez no ano passado com “Escrito nas Estrelas” e “Caras & Bocas”, em igualmente duas produções de modo a preencher melhor a sua grelha de programação ao fim da tarde, de modo a cativar e segurar espectadores.

Assim, teríamos a novela das 19h “Morde & Assopra” e a das 18h que eu proponho que seja a trama de “Cordel Encantado”, esta é das mesmas autoras de “A Armadilha” (Cama de Gato) que foi exibida na SIC depois do almoço às 14:30 com muito sucesso. O que poderá ser um bom indicador para ser uma boa aposta no fim da tarde. Bem sei que as histórias são diferentes, mas pelo conhecimento que tenho desta nova produção, penso que agradará aos espectadores das 18h. Para além disso, penso que as duas novelas, respectivamente, “Cordel Encantado” e “Morde & Assopra” fariam uma boa dupla, sendo bastante diferentes uma da outra.


De referir ainda que “Cordel Encantado” possui um bom elenco com caras bem conhecidas dos portugueses, tendo sido descrito pela critica no Brasil como: "a novela lembra um conto de fadas, faz referências literárias, à História, a filmes famosos e neste ponto é até bem pop". O folhetim é "coerente e lógico, ao mesmo tempo fantástico", a "improvável" ligação entre um reino fictício e o sertão brasileiro foi feita de forma "convincente". "Não tem apenas uma história boa, saborosa, uma fábula cativante até dizer chega. Sua realização também merece todos os elogios. O uso da câmara F35 nas sequências tanto da França quanto em Sergipe fez a diferença, atribuindo à imagem textura e qualidade especiais [...] Cenários, figurinos, luz, tudo é impecável". Também foram feitos elogios ao elenco de “Cordel Encantado”.


Eu, apostaria em Janeiro para as 18h em “Cordel Encantado”, pois foi notório que esta novela não estreou na SIC este ano porque não podia ser excedido o orçamento da grelha que o canal tinha definido. Mas espero que com o novo ano e novo orçamento, seja possível ter duas novelas brasileiras em simultâneo no fim da tarde, uma às 18:15 “Cordel Encantado” e outra às 19:10 “Morde & Assopra”. De salientar que "Cordel Encantado" foi exibida pela TV Globo no horário das 18h, no Brasil. A novela já terminou lá.

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“Gabriela” em Outubro na SIC

A morena Juliana Paes foi confirmada no papel principal do remake e Gabriela, garante colunista

Portugal vai parar! Quem o garante é a edição desta semana da revista “TV Guia”…

“A primeira novela a ser exibida no país volta a ser adaptada, Tudo para festejar os aniversários da Globo, de Jorge Amado e da estação de Carnaxide”.

Ainda na semana passada foi divulgado que vai chegar à SIC nos primeiros meses de 2012 o remake feito pela Globo de “O Astro”. Esta semana surge outra noticia que também o remake de “Gabriela” que a Globo prepara, estreia na SIC igualmente em 2012.

Esta novela brasileira da Globo, foi a primeira a ser transmitida em Portugal decorria o ano de 1976, e ainda hoje faz parte do imaginário de milhares e milhares de portugueses. “Vai ser uma coisa grandiosa”, começa por contar uma fonte da produtora, entusiasmada com o projecto. “Estamos a trabalhar afincadamente para sermos perfeitos. Nada irá falhar, com certeza”.

Este remake de um sucesso do Brasil, tem por objectivo comemorar três datas: os 40 anos da Globo, em primeiro lugar; o centenário do nascimento do autor Jorge Amado, um dos melhores escritores do Mundo, em segundo; e em terceiro lugar o 20º aniversário da SIC. “Tudo se conjuga”. Esta superprodução brasileira vai envolver “muitos milhões, com certeza, mas ainda cedo para falarmos disso”.

“Gabriela” foi protagonizada há mais de 30 anos por Sónia Braga, agora Juliana Paes será a “nova” Gabriela do Brasil e de Portugal. A produção está já a todo o vapor, com constituição do elenco a ser formada, as gravações deverão iniciar-se no primeiro trimestre de 2012, em Ilhéus, no Sul da Bahia, local onde Jorge Amado escreveu muitos dos seus romances, incluindo “Gabriela, Cravo e Canela”. A nova versão deste clássico será agora adaptada pelo famoso autor da Globo, Walcyr Carrasco, que já se encontra a trabalhar na trama.

História: O romance de Jorge Amado retrata a vida de Gabriela, simples moça do sertão baiano, que viaja para Ilhéus para fugir da seca nordestina. Sofrida, mas irreverente e alegre, seduz os homens como ninguém. Apaixonada pelo turco Nacib, o dono do botequim onde trabalha, ele não aceita de bom grado o seu comportamento, ora ingénuo, ora sensual, mostra ser uma brigona e ousada, andando sempre descalça e com vestidos extremamente curtos.

Para ver na SIC, já em Outubro de 2012, mês no qual o canal comemora os seus 20 anos de existência.

Audiências: SIC subiu ao 3º posto com 21.6%


Audiências — Domingo, 27 de Novembro

As audiên­cias de domingo, 27 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.
As audiên­cias de cabo de domingo, 27 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.

domingo, 27 de novembro de 2011

Cláudio Ramos "não abandona" Júlia Pinheiro





















Nos últimos dias têm corrido rumores de que Cláudio Ramos estaria de saída da SIC para se mudar para a TVI, mais concretamente para o ‘A Tarde é Sua’, apresentado pela sua amiga Fátima Lopes, no entanto, o apresentador e comentador parece ter recusado o convite feito pela estação de Queluz.

Pois é isso mesmo, depois de se ter reunido com a direcção da TVI e de ter estado a conversar com a também direcção da SIC, eis que Cláudio decidiu manter-se no canal onde tem trabalhado nos últimos anos e onde parece se sentir bem e acreditar que é uma das apostas do presente e do futuro da estação.

Com a recusa de Cláudio Ramos, eis que o nome agora mais apontado para integrar a reestruturação que ‘A Tarde é Sua’ vai sofrer em Janeiro é Flávio Furtado, que abandona, tal como já noticiamos, a sua rubrica semanal no ‘Você na Tv’ na última semana de Dezembro.
O Informador

Audiências: SIC teve ontem 1 dos piores resultados da sua história: 14.6% de share, ficou em 3º todo dia


Audiências — Sábado, 26 de Novembro de 2011

As audiên­cias de sábado, 26 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.
As audiên­cias de cabo de sábado, 26 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.