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Ana Rita Clara pode estar de saída da SIC
Miguel
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A notícia é avançada pela Notícias TV. Ao que parece a apresentadora da SIC foi sondada pela TVI para integrar uma nova novela do canal de Queluz. Ana Rita Clara diz que ainda é cedo para fazer comentários: "“Não posso tecer qualquer tipo de comentário, prefiro não falar sobre esse tipo de coisas. Em relação a futuros convites, tenho de os ponderar e comunicar quando achar que devo”, disse.Será que a apresentadora será escolhida para integrar o novo programa das tardes da SIC? Se assim for, o que escolherá Ana Rita? Novela da TVI ou talk-show da SIC? Veremos.
Zé Maria pode vir para as tardes da SIC
Miguel
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Zé Maria disse que não paticiparia nesta emissão nem pela elevada quantia monetária que lhe foi apresentada. Os seus amigos já o tentaram convencer mas o ex-participante de programa recusa. O SIC Blog sabe, segundo fonte próxima de Carnaxide, que Zé Maria poderá integrar uma rubrica do novo programa das tardes da SIC. Em cima da mesa está a possibilidade de realizar uma rubrica semanal semelhante à que fez no programa Fátima,teve o nome de "As Receitas do Zé Maria". No entanto nada está confirmado, apesar de o convite não tardar a chegar às mãos do mesmo.
Consumo telesivo muito baixo
Miguel
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A minha TV: Audiências - Quinta, 5 de Agosto: "As audiências de quinta-feira, 5 de Agosto de 2010, podem ser consultadas aqui. As audiências de cabo de quinta-feira, 5 de Agosto de 2010,..."
'Laços de Sangue' não vai passar na TV Globo generalista
Miguel
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Por Outro Olhar
Ana Malhoa nos anos 90
Miguel
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Seja bem-vindo a mais um Máquina do Tempo, no SIC Blog.
Foi uma grande sucesso entre pequenos e graúdos. A música toda a gente a sabe de 'cor e salteado'. Falo de Super Buerére, que teve na antena da SIC em meados dos anos 90. Neste vídeo podemos ainda ver uma Ana Malhoa bem diferente da actual. Ora reveja:
Taça da Liga fica com a SIC
Miguel
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
A operadora de televisão SIC e a Liga Portuguesa de Futebol Profissional chegaram a acordo para a cedência à SIC dos direitos de transmissão televisiva das duas próximas edições da Taça da Liga. O acordo prevê a transmissão de sete jogos por cada edição da competição, cinco da terceira fase da prova, uma meia final e a final, indicam em comunicados as duas entidades outorgantes.
"Com este acordo, renova-se uma parceria entre a Liga e a SIC, que já dura há duas épocas desportivas e que se tem traduzido em elevadas audiências televisivas, com as finais da competição a serem, em ambas as épocas, os jogos mais vistos do ano entre equipas portuguesas", acrescentam.
"Com este acordo, renova-se uma parceria entre a Liga e a SIC, que já dura há duas épocas desportivas e que se tem traduzido em elevadas audiências televisivas, com as finais da competição a serem, em ambas as épocas, os jogos mais vistos do ano entre equipas portuguesas", acrescentam.
SIC Online
Notícia falsa avançada pela revista Maria
Miguel
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Rodrigo Guedes de Carvalho fica na SIC
Miguel
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'Laços de Sangue' no Brasil
Miguel
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SIC desce para terceiro lugar
Miguel
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As audiências de terça-feira, 3 de Agosto de 2010, podem ser consultadas aqui.Se ontem a SIC assegurou um bom segundo lugar, desta feita desceu ao terceiro posto. Verão Total e Há Volta a Portugal foram os responsáveis pela subida da RTP1. Aqui Não há Quem Viva muito bem e a ser o mais visto da SIC e o quarto programa mais visto do dia. Destaque negativo para Salve-se Quem Puder que desceu aos 21.2%. Destaque muito (!) negativo para o share do Cabo: 16.8%.
Grande Entrevista...
... onde Aguinaldo Silva faz as perguntas e Pedro Lopes (escritor e criador de Laços de Sangue) responde!
1, Quantas novelas você já escreveu? Laços de Sangue é a minha décima primeira novela, em dez anos de trabalho como guionista. Nesta contabilidade não estão presentes três séries e uma mini-série histórica que assinei para a RTP, nem a novela juvenil “Lua Vermelha”, em exibição na SIC. Neste último caso estive presente na definição do projecto e no arranque da escrita dos episódios, mas depois ficou entregue a uma excelente equipa de guionistas que trabalhou autonomamente sob a coordenação da Inês Gomes.
4, Viu muitas telenovelas brasileiras? O que acha delas? Eu nasci nos anos setenta – “Gabriela” estreou por cá em mil novecentos e setenta e sete - por isso cresci a ver novelas brasileiras. Algumas foram bem marcantes para mim como “Vereda Tropical”, “Roque Santeiro” e “Tieta”. A última que devo ter visto do início ao fim foi “Pedra sobre Pedra”, depois disso só recomecei a ver novela quando me dediquei à escrita desse formato. De todos os países que se dedicam ao folhetim, o Brasil, que é como quem diz a rede Globo, tem sido a referência para os argumentistas portugueses desde a primeiríssima “Vila Faia”. Este saber acumulado da Globo tem permitido reinventar o formato sem nunca perder de vista as suas origens. Curiosamente, os autores de novela que gostava na minha infância e adolescência são os mesmos que hoje em dia mantenho como meus preferidos.
5, Cinema, teatro ou televisão? Todos. Eu gosto é de contar histórias. A televisão é um meio que pelo volume de ficção que exibe permite a um argumentista trabalhar em contínuo, e também variar de formato. Já o cinema que se faz em Portugal é pouco, menos de dez longas-metragens por ano, de qualidade duvidosa a maioria, e todas as obras dependentes de subsídios do Estado. As experiências que tive de escrita para teatro foram dirigidas a um público juvenil e portanto estão longe daquilo que gostaria de vir a escrever no futuro. No entanto, e apesar de querer escrever para teatro e o cinema, gosto cada vez mais de trabalhar para televisão.
8, Sei que pretende adaptar um livro de Eça de Queiroz (não precisa dizer qual) para minissérie: é um sonho antigo? É um sonho com alguns (poucos) anos mas que espero que não chegue a tornar-se um sonho antigo. O trabalho de adaptação de uma obra literária é um processo completamente diferente do que faço no dia-a-dia, sobretudo na novela, em que se escreve a um ritmo alucinante. Um trabalho recente que fiz, e que me deu especial prazer, foi um projecto conjunto com o João Pupo e o João Tordo, em que passámos para guião o “Segredo de Miguel Zuzarte”, um romance da autoria de Mário Ventura, e que vai passar na RTP ainda este ano, nas comemorações dos cem anos da República. Este trabalho abriu o apetite para outros livros que adoro e que gostava que um dia fossem transformados em filme ou a mini-série. Se conseguir empolgar as pessoas certas para este projecto que tenho em cima da mesa (saltou da gaveta há umas semanas), quem sabe ele avance…
9, Os telenovelistas em Portugal são menos considerados que no Brasil: isso é bom ou ruim? A profissão de argumentistas é muito recente em Portugal – temos ficção continuada há menos de quinze anos - e portanto ainda estamos num momento de afirmação, de procura de espaço, de conquista de estatuto. Aos poucos, muito devagar é certo, isso tem vindo a acontecer. Esperemos um dia chegar ao nível do Brasil, o que acarreta depois outro tipo de problemas, não profissionais mas que se prendem com a exposição pública.
10, Quais são suas expectativas para a estreia de “Laços de Sangue”? Devia ser cauteloso nos comentários mas não consigo. As minhas expectativas são altíssimas! Espero que seja um verdadeiro sucesso junto do público!
11, O que achou deste nosso trabalho de semi-parceria? Essa expressão existe, semi-parceria?! A relação que se estabeleceu logo de início foi de grande empatia, com uma primeira reunião altamente produtiva que espantou toda a gente, lembra-se? E, mais importante de tudo, o produto ganhou com este encontro de autores, mais e menos experientes, mas todos altamente criativos e empolgados. Para mim, nunca uma crítica, sugestão ou elogio foi tão considerado. Afinal falamos a mesma linguagem - e não estou a falar do português, que o meu até é complicado de perceber! - mas de narrativa, da arte de contar histórias, . É isso que nos fascina a todos, que nos ocupa vinte e quatro horas por dia, e para o qual vivemos. E poder trabalhar com um autor com trinta anos de experiência no horário das oito, e mais do que isso, trinta anos de sucesso, que é uma coisa por que todos lutamos, é uma oportunidade que só podia agarrar com as duas mãos.
Fonte: http://bloglog.globo.com/aguinaldosilva/
1, Quantas novelas você já escreveu? Laços de Sangue é a minha décima primeira novela, em dez anos de trabalho como guionista. Nesta contabilidade não estão presentes três séries e uma mini-série histórica que assinei para a RTP, nem a novela juvenil “Lua Vermelha”, em exibição na SIC. Neste último caso estive presente na definição do projecto e no arranque da escrita dos episódios, mas depois ficou entregue a uma excelente equipa de guionistas que trabalhou autonomamente sob a coordenação da Inês Gomes.2, Em qual delas acha que se saiu melhor? O John Wells, que foi produtor executivo de “ER”e do “West Wing” disse numa entrevista que um guionista não atinge o seu potencial antes de dez anos de duro trabalho e foi durante a escrita de “Perfeito Coração” que atingi essa idade enquanto guionista profissional. De alguma maneira senti que todos os trabalhos anteriores em que tinha participado como colaborador ou coordenador de equipa serviram para me preparar para o desafio que foi me foi lançado pela SP Televisão há três anos atrás, o de criar projectos para apresentar às estações de televisão e de, em seguida, organizar um departamento de argumento na produtora. “Perfeito Coração” foi o primeiro projecto de novela desta nova fase, em que tive a oportunidade de ter uma equipa totalmente escolhida por mim e feita à medida do projecto. Foi também com “Perfeito Coração” que houve a oportunidade de encarar a telenovela de uma outra maneira, como um género de primeira qualidade, que pretende ser completamente transversal sem deixar de ser popular, e que levou a uma abordagem mais realista da sociedade, de reflexão sobre os problemas que se viviam na altura, e que muito pouco mudaram, como a crise financeira internacional ou o aumento do desemprego, sem no entanto dispensar o humor. Mas, ao mesmo tempo, queria uma grande história de amor, de um amor impossível, daqueles que lemos nos romances novecentistas e que continuam para mim a marcar o ideal romântico, apesar de a maior parte das pessoas hoje em dia fingir que isso já não interessa nada e que podemos ser muito felizes sozinhos. O sucesso da novela mostrou no entanto que toda a gente sonha com um grande amor como o que Pedro e Leonor viveram no ecrã. Por todos estes motivos considero que foi “Perfeito Coração” a novela que até ao momento me saiu melhor, embora esteja confiante, convicto mesmo!, que vai ser superada por “Laços de Sangue”.
3, Como foi que chegou ao gênero? Como guionista comecei pelo entretenimento e durante os dois anos e meio que estive na Endemol escrevi tudo o que foi reality-show da televisão portuguesa. A oportunidade de passar para a ficção surgiu com o convite para integrar a equipa de argumentistas da Casa da Criação, que estava naquele momento a escrever a novela “Anjo Selvagem”, adaptada de um formato argentino, e que teve cerca de quatrocentos episódios. Desde aí nunca mais parei.4, Viu muitas telenovelas brasileiras? O que acha delas? Eu nasci nos anos setenta – “Gabriela” estreou por cá em mil novecentos e setenta e sete - por isso cresci a ver novelas brasileiras. Algumas foram bem marcantes para mim como “Vereda Tropical”, “Roque Santeiro” e “Tieta”. A última que devo ter visto do início ao fim foi “Pedra sobre Pedra”, depois disso só recomecei a ver novela quando me dediquei à escrita desse formato. De todos os países que se dedicam ao folhetim, o Brasil, que é como quem diz a rede Globo, tem sido a referência para os argumentistas portugueses desde a primeiríssima “Vila Faia”. Este saber acumulado da Globo tem permitido reinventar o formato sem nunca perder de vista as suas origens. Curiosamente, os autores de novela que gostava na minha infância e adolescência são os mesmos que hoje em dia mantenho como meus preferidos.
5, Cinema, teatro ou televisão? Todos. Eu gosto é de contar histórias. A televisão é um meio que pelo volume de ficção que exibe permite a um argumentista trabalhar em contínuo, e também variar de formato. Já o cinema que se faz em Portugal é pouco, menos de dez longas-metragens por ano, de qualidade duvidosa a maioria, e todas as obras dependentes de subsídios do Estado. As experiências que tive de escrita para teatro foram dirigidas a um público juvenil e portanto estão longe daquilo que gostaria de vir a escrever no futuro. No entanto, e apesar de querer escrever para teatro e o cinema, gosto cada vez mais de trabalhar para televisão.
6, Considera – como eu – que “Laços de Sangue” será uma novidade no panorama da novela portuguesa? Se acha, pode nos dizer por quê? Não tenho qualquer dúvida disso. Esta novela tem os ingredientes certos para ser do agrado do público nacional, mas, ao mesmo tempo, suficientemente universal (já que estamos a falar de sentimentos como o amor e o ódio) para ser exibida noutros países. É uma novela que vem na linha de “Perfeito Coração”, mas que vai mais longe e mais fundo no tratamento dos sentimentos humanos, visto termos como personagem principal uma vilã. O aumento do número de personagens permitiu que se criasse todo um universo social que é muito nosso, das classes altas até às personagens populares, desbragadas, e que julgo virem a ser dignas de antologia.
7, Como é o trabalho de equipe? Sempre trabalha com os mesmos colaboradores? Para responder a esta pergunta tenho de me dividir em dois. Como director de conteúdos da SP Televisão tenho neste momento catorze argumentistas a colaborar em diversos projectos. Na novela “Laços de Sangue”, e falando como um dos argumentistas do projecto, não considero nenhum dos escritores como colaborador porque são todos autores por inteiro, e aproveito aqui a oportunidade para nomear o Mário Cunha, a Catarina Dias, a Eduarda Laia, o Miguel Matias, a Simone Pereira, a Ana Vasques e o João Vilar.8, Sei que pretende adaptar um livro de Eça de Queiroz (não precisa dizer qual) para minissérie: é um sonho antigo? É um sonho com alguns (poucos) anos mas que espero que não chegue a tornar-se um sonho antigo. O trabalho de adaptação de uma obra literária é um processo completamente diferente do que faço no dia-a-dia, sobretudo na novela, em que se escreve a um ritmo alucinante. Um trabalho recente que fiz, e que me deu especial prazer, foi um projecto conjunto com o João Pupo e o João Tordo, em que passámos para guião o “Segredo de Miguel Zuzarte”, um romance da autoria de Mário Ventura, e que vai passar na RTP ainda este ano, nas comemorações dos cem anos da República. Este trabalho abriu o apetite para outros livros que adoro e que gostava que um dia fossem transformados em filme ou a mini-série. Se conseguir empolgar as pessoas certas para este projecto que tenho em cima da mesa (saltou da gaveta há umas semanas), quem sabe ele avance…
9, Os telenovelistas em Portugal são menos considerados que no Brasil: isso é bom ou ruim? A profissão de argumentistas é muito recente em Portugal – temos ficção continuada há menos de quinze anos - e portanto ainda estamos num momento de afirmação, de procura de espaço, de conquista de estatuto. Aos poucos, muito devagar é certo, isso tem vindo a acontecer. Esperemos um dia chegar ao nível do Brasil, o que acarreta depois outro tipo de problemas, não profissionais mas que se prendem com a exposição pública.
10, Quais são suas expectativas para a estreia de “Laços de Sangue”? Devia ser cauteloso nos comentários mas não consigo. As minhas expectativas são altíssimas! Espero que seja um verdadeiro sucesso junto do público!
11, O que achou deste nosso trabalho de semi-parceria? Essa expressão existe, semi-parceria?! A relação que se estabeleceu logo de início foi de grande empatia, com uma primeira reunião altamente produtiva que espantou toda a gente, lembra-se? E, mais importante de tudo, o produto ganhou com este encontro de autores, mais e menos experientes, mas todos altamente criativos e empolgados. Para mim, nunca uma crítica, sugestão ou elogio foi tão considerado. Afinal falamos a mesma linguagem - e não estou a falar do português, que o meu até é complicado de perceber! - mas de narrativa, da arte de contar histórias, . É isso que nos fascina a todos, que nos ocupa vinte e quatro horas por dia, e para o qual vivemos. E poder trabalhar com um autor com trinta anos de experiência no horário das oito, e mais do que isso, trinta anos de sucesso, que é uma coisa por que todos lutamos, é uma oportunidade que só podia agarrar com as duas mãos.
Fonte: http://bloglog.globo.com/aguinaldosilva/
Uma (nova) Sugestão...
... para a SIC!
Don't Stop Believing é um novo programa de caça-talentos, criado na Inglaterra, pelo estação televisiva, Five. Podemos definir como um misto de "Ídolos" e "Achas que sabes dançar?", mas inspirado na famosa série Glee e nos filmes de High School Musical. Um programa para toda a família, e uma boa aposta para a SIC estrear em Janeiro ou Fevereiro de 2011. Para saber mais sobre o programa clique aqui, e veja os vídeos abaixo publicado!
'Salve-se Quem Puder' bem sucedido no seu novo horário
Miguel
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Os resultados obtidos pelo programa de Marco Horário e Diana Chaves não estavam a ser satisfatórios e o impacto comparado à da primeira temporada muito menos. Sendo assim, a direcção de programas da SIC, decidiu alterar o horário de exbição para antes de Caras e Bocas. Ontem foi a primeira emissão neste novo horário e alcançou um share de 27.4% e 3.1% de rating. Caras e Bocas conseguiu vencer o programa da RTP1, Preço Certo. Agora soltar as paredes é às 17:40, na SIC!
As audiências de segunda-feira, 2 de Agosto de 2010, podem ser consultadas aqui.
As audiências de segunda-feira, 2 de Agosto de 2010, podem ser consultadas aqui.
Hoje no 'Vida Nova'
Miguel
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Custódia Gallego elogia produção da novela
Miguel
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Foi na apresentação à imprensa de Laços de Sangue que a actriz que interpretou a personagem Conceição em Perfeito Coração, afirmou que é muito positiva esta co-produção SIC e TV Globo: "A novela está muito bem escrita e estar a trabalhar com uma produtora que me garante qualidade é meio caminho andado para o meu trabalho ser valorizado", disse.Custódia Gallego comentou ainda a presença de Aguinaldo Silva na supervisão da escrita da novela que estreia em Setembro: "É, com certeza, uma mais-valia para qualquer equipa. É sempre gratificante para ambos os lados".
Tal como o blog já avançou, a personagem da actriz Custódia Gallego vai ser uma mulher de posses, directora de uma empresa de eventos.
Para esta novela a actriz teve de mudar de visual: "Agora estou de acordo com a Gi. O cabelo está comprido, tudo para viver uma mulher mais exuberante, que só veste em estilistas", contou animada.
'LAÇOS DE SANGUE' ESTREIA EM SETEMBRO NA SIC!
SIC com bom segundo lugar
Miguel
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Uma Sugestão...
... para a SIC!
The Amazin Race, um dos programas mais premiados de sempre nos EUA, merece ter uma edição em Portugal, não tivesse o formato original passado por cá! Para saber no que este consiste clique aqui, e veja no seguinte vídeo, as imagens da passagem do formato por cá, mais própria-mente pelas Cidades do Porto e Lisboa e pelo Cabo da Roca!
Notas Soltas - Especial Setembro SIC
Miguel
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Embora ainda não esteja confirmado, penso que o Nós por Cá vai voltar em Setembro. Este programa informativo sucedeu nas 19:00 ao Roda da Sorte contando já com duas temporadas de exibição neste horário, e já ficou mais do que provado que nesta hora não funciona. Eu nunca achei bem ele estar colado ao Jornal da Noite, pois ficam 2 horas de informação seguidas, e não é uma boa herança para o Jornal da SIC.
Deste modo, se regressar, o seu lugar é às 18:00, como eu sempre defendi que devia ser. Neste horário o programa tem muito mais potencial, ganha mais relevo por não estar colado ao Jornal, e compete com o Portugal em Directo da RTP1. Desde o inicio, devia ter ido para as 18:00, e às 19:00 uma novela da TV Globo, como acontece agora.
Se voltar em Setembro, Nós por Cá tem que ser às 18:00, para uma nova grelha forte, estável e diversificada.
Deste modo, se regressar, o seu lugar é às 18:00, como eu sempre defendi que devia ser. Neste horário o programa tem muito mais potencial, ganha mais relevo por não estar colado ao Jornal, e compete com o Portugal em Directo da RTP1. Desde o inicio, devia ter ido para as 18:00, e às 19:00 uma novela da TV Globo, como acontece agora.
Se voltar em Setembro, Nós por Cá tem que ser às 18:00, para uma nova grelha forte, estável e diversificada.
João Rodrigo
Qual a sua opinião?
ÚLTIMA HORA
Miguel
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O jornalista Mário Bettencourt Resendes faleceu hoje, segunda-feira, em Lisboa, aos 58 anos, após doença prolongadaO jornalista faleceu no Hospital Cuf Descobertas, pelas 02h15, e o corpo vai estar esta tarde em câmara ardente na Igreja de S. João de Deus, em Lisboa, disse à Lusa fonte próxima da família.
O funeral deve realizar-se amanhã, em hora ainda a determinar, disse a mesma fonte.
Actualmente, Mário Resendes desempenhava a função de Provedor do Leitor do jornal Diário de Notícias (DN).
Apesar de ter sido, nos últimos anos, um dos comentadores políticos mais presentes na televisão e na rádio, Mário Resendes tornou-se conhecido por ser director do Diário de Notícias, cargo que ocupou no início da década de 90 e de onde saiu em 2003.
Diario de Notícias (adaptado)
Estreia já no Sábado!
Se gostou do final da 4ª temporada, não perca já no Sábado, dia 7 de Agosto, a estreia da nova temporada da série protagonizada por Jennifer Love Hewitt, Entre Vidas!
Avaliação de 'À Procura do Sonho'
Miguel
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domingo, 1 de agosto de 2010
Já terminou a estreia do programa de moda que conta com a apresentação de Vanessa Oliveira e Pedro Guedes. Passamos agora à Avaliação da Estreia:

Mais no próximo domingo
Miguel
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Por motivos de força maior, a maratona Especial Novelas, vai ter de ser interrompida e continuará apenas no proximo domingo. Grato pela compreensão.
Vale a pena ficar com o SIC Blog
Miguel
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Ao longo deste domingo vamos relembrar 10 produções de ficção da SIC. Ora veja a que horas irão sair as restantes partes deste Especial Novelas - SIC 18 Anos:15:00; 16:00; 17:00; 18:00; 19:00; 19:30; 20:00; 20:30 e às 21:00 - Aquela que o SIC Blog considera ser a melhor produção de sempre do canal de Carnaxide.
AGORA RELEMBRAMOS UMA SÉRIE QUE MARCOU PRESENÇA NA SIC NO PASSADO VERÃO DE 2009 - "CENAS DO CASAMENTO"
Liliana Campos é a escolhida
Miguel
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'À Procura do Sonho' em jogo
Miguel
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Depois do canto e da dança, é agora a moda a estar em destaque com À procura do Sonho, um concurso para jovens que ambicionam a carreira de modelo. A estreia é hoje à noite, às 22:10. Aposte o share para os seguintes programas e canal:
Grande Reportagem - x share
Camilo, o Presidente - x share
À Procura do Sonho - x share
Aqui Não Há Quem Viva - x share
SIC - x share
'Salve-se Quem Puder' agora antes de 'Caras e Bocas'
Miguel
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Vanessa Oliveira em entrevista ao Jornal de Notícias
Miguel
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Foi na moda que começou há já 11 anos. Os desfiles e as sessões fotográficas levaram-na até à televisão, onde deu os primeiros passos, na TVI. Actualmente, é na SIC que Vanessa Oliveira dá créditos e tem vindo a amadurecer como apresentadora.Como encara o desafio de "A procura do sonho", agora que o programa vai estrear?
É um óptimo desafio porque, mais uma vez, demonstra que a SIC confia em mim, no meu trabalho, e acredita naquilo que sou capaz de fazer. E, depois, deu-me uma coisa que não podia ser melhor, que é um programa de moda… Só faço duas coisas na vida, que é televisão e moda, e agora vou fazer um programa que concilia as duas vertentes, portanto não podia estar mais feliz.
Os concorrentes deste formato têm o sonho da moda. A Vanessa entrou na moda por causa do sonho de ter uma mota…
É verdade! Só fui para a moda porque queria uma mota… Quer dizer, toda a vida fui apelidada de 'Olívia Palito', 'Torre Eiffel', portanto sabia que era alta, magrinha, que não era feia, e podia ter ali uma oportunidade, mas o meu objectivo foi sempre o de ganhar a Vespa. Realmente, eu não tinha ambição de ser modelo, até porque os meus pais sempre foram muito rigorosos, quer comigo, quer com a minha irmã. Os estudos sempre estiveram em primeiro lugar e, se tirasse uma negativa, o meu pai não me deixava fazer trabalhos.
E ganhou?
Não. Acabei por não ganhar, fiquei em segundo lugar. E só no ano passado, 11 anos depois, comprei a mota. Podia ter comprado antes, mas tinha outras prioridades.
Estes meses têm sido uma correria com os "castings" do programa, o desafio de procurar de barrigas perfeitas por todo o país, os festivais, o "Fama Show"… Como aguenta?
De facto é um Verão trabalhoso, mas eu gosto. Só peço para me deixarem dormir oito horas e quem me conhece sabe que é mesmo importante. Dormindo e comendo bem, tenho sempre energia.
Com a saída de Fátima Lopes da SIC, está preparada para novos desafios?
(risos) Pois, sei lá… Só quero que me deixem fazer o meu trabalho. O resto que seja a direcção SIC a decidir.
Até agora, qual foi o projecto que mais prazer lhe deu?
Não posso deixar nunca de falar de um programa que eu adoro que é o "Fama Show". Podem dizer que é um formato com conteúdos light, mas a verdade é que aquilo dá muito trabalho a construir e a audiência que temos todas as semanas prova que ganhou fidelidade e o carinho do público.
Foi para a SIC, depois de se ter estreado na TVI…
Pois foi e, na altura, também fizeram "gato-sapato" da minha mudança, como se tivesse sido milionária.
Sente-se uma sortuda?
Não tenha dúvidas. Eu sei que trabalho muito e me dedico bastante… Não tenho medo, nem vergonha, de chegar ao pé de alguém e pedir ajuda porque não sei ou porque quero fazer melhor. Se quero evoluir é assim que faço. Porquê ter vergonha de ser humilde se não sei, porque não nascemos ensinados.
É auto-exigente?
Sou muito!
Como reage quando lhe ligam de véspera para, de repente, ir substituir um colega?
Aconteceu por causa da Rita (Ferro Rodrigues) e fiquei preocupada com ela, mas depois percebi que eram só uns enjoos. Eram 11 da noite, tinha que estar às oito da manhã no estúdio, portanto dormi e fui para lá. Já conhecia o tipo de alinhamento por causa do "SIC ao Vivo" mas, quando recebi o telefonema, a primeira coisa que fiz foi procurar na Internet notícias sobre a história do final do programa, para não estar desprevenida. De resto, arrumei umas roupinhas e fui descansar. No dia seguinte, apresentei-me a pensar que seria só um dia e acabaram por ser duas semanas. Mas levo tudo com descontracção… Se me sentir preparada a coisa corre, senão peço ajuda.
E com isto tudo, como ficam as férias?
Talvez no final de Agosto, mas não me chateio nada, porque vou descansando. Sei que se sentir que tenho que parar peço ao Nuno Santos ou ao Daniel Oliveira, para tirar uma semana. E eles deixam, porque também sabem que dou tudo quando é preciso.
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