Não há Gato...

domingo, 6 de novembro de 2011

Regressar ao ecrã em 2012 é "pouco provável", dizem os Gato Fedorento. Afastados há dois anos, profissionais não duvidam: o quarteto-fenómeno faz muita falta.
Serão os Gato Fedorento sinónimo de boas audiências? Sim. As estações estão interessadas neles e continuam a enviar convites? Também. Será o orçamento do quarteto demasiado elevado para a televisão actual? Não. Depois de dois anos fora do pequeno ecrã, fica a dúvida: porquê a ausência de Ricardo Araújo Pereira, José Diogo Quintela, Miguel Góis e Tiago Dores? O problema aqui... é o formato de televisão.

"Voltar em 2012 não é um cenário provável. Temos convites dos canais generalistas, interesse que prezamos. Não só da SIC, todos os canais nos abordaram no fim do contrato (2009) e, volta e meia, renovam o convite. Mas neste momento, estamos a pensar no que havemos de fazer. Estamos numa fase em que não sabemos bem o que se pode seguir para nós, enquanto Gato Fedorento", contou à Noticias TV Ricardo Araújo Pereira. O humorista, que refere sentir na rua a vontade do público de os ter de volta à TV, acrescenta que o regresso poderia ter sido este ano. "Houve a hipótese de repetirmos o Esmiúça os Sufrágios na SIC, nas últimas eleições, mas achámos que não o devíamos fazer para não sermos repetitivos", justifica o "líder" do quarteto-fenómeno. O mesmo explica que a ausência dos Gato não se prende por razões financeiras. "Claro que há dinheiro para nos contratar. O problema não é esse", afirma Araújo Pereira.

Depois de sete anos a fazer rir no pequeno ecrã, saltando da SIC Radical (Série Fonseca e Série Barbosa) para a RTP (Série Lopes da Silva e Diz Que É Uma Espécie de Magazine, e culminando, depois, na SIC (Zé Carlos e Esmiúça os Sufrágios), os quatro têm-se dedicado às campanhas da PT e da MEO, com quem trabalham desde 2006. O último projecto da sinergia é o Fora da Box. "Não é uma série de TV, é um anúncio num formato diferente, que sai de três em três meses", explica Ricardo Araújo Pereira. Com o quarto episódio a estrear-se em Novembro, na Web, os Gato Fedorento chegam ao final do contrato que os une à operadora. "O contrato termina no final do ano, vamos ver o que acontece a seguir...", deixa no ar Araújo Pereira. Apesar do silêncio em torno do orçamento do quarteto, em 2010, um jornal avançou que a PT terá pago uma verba total de 2,24 milhões de euros, a dividir pelos quatro elementos.
Além disso, Ricardo Araújo Pereira tem-se dedicado às crónicas semanais na Visão e à colaboração no programa da TSF Governo-Sombra. José Diogo Quintela escreveu artigos de opinião para A Bola e para o Público, foi jurado no concurso "Portugal tem Talento" (SIC) e abriu recentemente uma padaria, em Lisboa. Já Tiago Dores tem participado em torneios de ténis, em Espanha. Miguel Góis continua como colunista do jornal Record.

A ausência do quarteto tem sido também lamentada por profissionais da televisão. Herman José não tem dúvidas: "Gente com aquele talento e frescura faz sempre falta. O nosso universo de criadores é pequeno de mais para não se ressentir com a sua ausência", explica o humorista, acrescentando que o êxito dos Gato "não se explica, acontece quando capacidade de trabalho, talento e sorte se juntam", diz Herman.

Nilton concorda. "Fazem sempre falta bons produtos na TV e os Gato são um exemplo disso. O humor deles é inteligente e assertivo", explica o apresentador de 5 para a Meia-Noite. Pedro Boucherie Mendes, director-geral da SIC Radical, é claro: "A inteligência faz sempre falta à nossa TV. Eles têm uma invulgar qualidade no texto, autenticidade e muito boa química entre os quatro", explica Boucherie.

Mas, afinal, o que poderão fazer os Gato a seguir? "Eles já fizeram quase tudo. Talvez pudessem fazer uma sitcom agora", diz Nilton. Boucherie apostaria num "formato fora do registo habitual deles, uma coisa mais de rua", adianta o director dos canais temáticos da SIC. Herman José difere: "Fazem bem em preservar-se enquanto dura a campanha da MEO, para evitar os efeitos nefastos da sobreexposição mediática", remata Herman.

Audiências: "Morde & Assopra" em 2º lugar

Audiências — Sexta, 4 de Novembro

As audiên­cias de sexta-feira, 4 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.
As audiên­cias de cabo de sexta-feira, 4 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.

Episódio final de 'Alma Gémea' arrasa concorrência


Na passada segunda-feira, a novela da hora de almoço da SIC, chegou ao fim. O resultado do fim da história de Rafael e Serena chegou a atingir os 40% de share e 4.7% de rating, sendo o sexto programa mais visto da SIC e o do dia. A concorrência ficou bem distante, pois quer o produto que a RTP1, quer o da TVI exibidos à mesma hora não surgiram no top 10 do respectivo canal.
Mais uma vez, as novelas brasileiras marcaram pontos neste horário. Será que a reposição da novela portuguesa Perfeito Coração irá conseguir manter os resultados?

Luís Marques fala sobre quase tudo...

sexta-feira, 4 de novembro de 2011















O futuro da SIC pode estar em risco? Bem, acho que o sector dos media está neste momento todo em risco. Ou seja, a sua sobrevivência está em risco. Estamos a viver uma forte queda do investimento publicitário e num cenário que se vai complicar muito com a eventual privatização da RTP.
Vários agentes do mercado têm dito que a privatização da RTP vai levar à morte de um dos operadores existentes no mercado. É evidente que se a privatização da RTP avançar, se o investimento publicitário continuar a cair, o actual modelo de negócio estará ameaçado. É um facto, é indesmentível.
Com o País no estado em que está, com a crise nas empresas, não me parece que a SIC e a TVI tenham capacidade ou vontade de aproveitar a época de saldos na RTP. Sim, os tempos que aí vêm serão muito difíceis. Vão ser anos de forte pressão para baixar cachets e valores de produção na televisão.
Essa será uma preocupação também na SIC?
 Claro, mas acho que vai ser em todo o lado. Há uma enorme quebra de receitas. O mercado este ano deverá cair cerca de 15%. É evidente que temos de cortar custos e, quando se cortam custos, tem de se cortar todos.
Mas nestes casos mais badalados, estamos a falar não de quadros das empresas, mas de estrelas contratadas, ou pelas produtoras ou pelas próprias estações, para determinados projectos... Sim, mas esses também vão ter de baixar. Mas nos quadros é mais difícil, claro. Nós na SIC, no início deste ano, reduzimos o ordenado de todos os quadros em 10%. E todos aceitaram, salvo uma ou duas excepções.
"Não está prevista mais austeridade na SIC." E perante o novo quadro de austeridade que foi anunciado, é possível que tenham de ser tomadas novas medidas? (pausa) Em tese pode acontecer. Estamos a tentar que isso não seja necessário, mas em tese pode acontecer.
Não está em cima da mesa? Na SIC não. E um novo plano de rescisões amigáveis? Não. Nós concluímos recentemente um processo de ajustamento em que saíram cerca de 20 pessoas por rescisão por mútuo acordo. Neste momento temos uma situação estável e não prevejo um novo processo dessa natureza. Já temos o orçamento para 2012 pronto e não temos qualquer verba que resulte de nova redução de quadros. Agora, é evidente que, se as piores previsões se confirmarem em relação às decisões políticas para a RTP, todos os operadores vão ter de repensar o seu modelo de negócios.
Portanto, nem despedimentos nem redução de ordenados nem supressão de subsídios de férias e de Natal? Nada disso está previsto. 
A SIC continua a ser uma empresa onde vale a pena trabalhar? Acho que sim, é uma empresa onde dá gosto trabalhar, que tem um ADN único. Passou por muitas dificuldades, sobretudo nos últimos anos, mas acho que estamos melhor, até do ponto de vista da nossa auto-estima. Nos últimos três anos temos vindo sustentadamente a ganhar dinheiro e a apresentar resultados em linha do que nos foi pedido pelos accionistas... mas é mais dinheiro que não permite investir mais na programação, porque tem de fazer face à quebra do investimento publicitário. Nós temos estado a obter bons resultados, apesar dessa quebra. Ainda na semana passada apresentámos as contas do grupo e os resultados da SIC no trimestre são bons. São mesmo bastante bons. Aumentámos o nosso resultado operacional cerca de 400% em relação ao ano passado. Mas, para que isso acontecesse, tivemos de cortar os custos num valor superior à queda das receitas. E vamos continuar.

E isso significa que não há muita margem para investir?
Sim, é óbvio, sobretudo porque as expectativas do investimento publicitário para o próximo ano também não são agradáveis. O foco, infelizmente, está muito centrado no controlo dos custos.

"SIC tem sido a menos penalizada." 
É possível conciliar a prioridade no controlo dos custos e mesmo assim almejar a liderança das audiências? (pausa) É difícil, como é evidente, não vale a pena negar. Toda a gente sabe que fazer televisão é caro. Os programas são caros, os direitos são caros, a produção é cara. Obviamente, nestas circunstâncias, é mais difícil obter a liderança. Mas para nós é muito reconfortante que nos últimos anos nos tenhamos aproximado do nosso concorrente directo.
Mas, sejamos francos, é mais por descida da TVI do que por subida da SIC. A realidade hoje é muito mais complexa e o que é certo é que a SIC, mesmo com o cenário da nova medição de audiências, tem sido a menos penalizada. Em Julho, por exemplo, ficámos muito perto da TVI e no prime time ficámos mesmo à frente.

À custa de um forte investimento na ficção, que obrigou a SIC a contratar em exclusividade uma série de actores que estavam a trabalhar com a TVI. Claro, mas isso é também o mérito da forma como temos vindo a trabalhar. No passado, a SIC não tinha uma estratégia consistente na ficção. Fazia agora uma novela, depois parava, depois voltava a fazer. Desde que entrei temos, de uma forma consistente e sempre a melhorar, feito uma aposta na ficção nacional e ainda por cima diferenciadora da da nossa concorrência. Criámos condições para ter a oferta em linha de, pelo menos, uma novela portuguesa.
Quanto é que custa à SIC o contrato com a Globo? (pausa) Não gostaria de estar a dizer números, até porque isso está nos termos da nossa relação contratual com a Globo. O que posso dizer é que nos últimos dois anos conseguimos com uma extraordinária colaboração com a Globo, que muito nos apraz registar e que quase nos comove, reduzir bastante o nível de compromisso que tínhamos com eles.

O negócio continua a compensar?
Sim, claro. A relação preço/retorno continua a compensar. Até porque o preço em grelha é muito mais baixo que o de uma novela portuguesa...Sim, em alguns casos até metade do que gastaríamos se tivéssemos lá um outro produto.
Mas, neste contexto de dificuldades, é difícil à SIC conseguir criar habituação em relação às novelas portuguesas. Só com uma novela portuguesa em horário nobre é difícil. Sim, é, não vou negar (risos). O ideal era termos duas novelas portuguesas à hora do jantar, mas não vamos poder fazer. Por razões orçamentais, claro. Mas já agora, os resultados de Laços de Sangue a competir com três novelas foram extraordinários. Significa que há espaço para criar uma nova ficção alternativa, com uma nova estética, com uma nova forma de escrita.

"A Globo é importante para a SIC."

O que a SIC tem a lucrar com a Globo é o que tem em cima da mesa ou é possível esperar mais? A Globo já disse que não está disponível para reforçar a sua participação na SIC, o que resolveria um problema de liquidez. Tem pena? (pausa) Bom, esse é um problema que está ao nível dos accionistas. O dr. Balsemão já disse que não houve conversas nem negociações. Para a SIC será importante um maior envolvimento da Globo na nossa produção. Iremos iniciar a negociação em breve para a extensão dessa parceria. Há vontade de ambas as partes para trabalharmos numa nova parceria. Não tenho dúvidas de que para a SIC isso será muito útil, mas também para a Globo, tendo em conta que eles têm uma estratégia de internacionalização que passa por Portugal.
Através da tal produtora a criar entre a SIC e a Globo, com recurso à SP?
Sim, uma das hipóteses em cima da mesa é essa. Há cerca de um ano eu e o dr. Pedro Norton tivemos uma reunião em São Paulo para começar a trabalhar no projecto de uma produtora SIC Globo em Portugal. Esse projecto tem vindo a ser trabalhado, é lento e implica várias variáveis e em breve teremos uma decisão. É possível e desejável.

"Teresa Guilherme errou nas previsões."
Muito bem, mudemos de assunto. Faço-lhe uma provocação (risos)...
 (risos) Diga... O sucesso de Casa dos Segredos e de Teresa Guilherme é uma espinha cravada na sua garganta? (pausa) Não, de todo. Não tenho nenhum problema a esse nível com a Teresa Guilherme. Porque é que havia de ter? Era previsível que Casa dos Segredos corresse bem, era para mim claro que isso ia acontecer. A nível de casting houve uma grande preocupação com esta edição.
Não gostou seguramente de ler uma entrevista que Teresa Guilherme deu há dois anos em que dizia que Luís Marques era o coveiro da SIC. (pausa) Não, é evidente que não gostei. Há quem diga que a Teresa Guilherme gosta de esoterismo, de tarot e desse tipo de coisas, mas, pelos vistos, desta vez falhou. Ela disse isso em 2008 ou 2009 e desde então para cá a SIC melhorou, não piorou. A SIC não está com os pés para a cova. Portanto, Teresa errou nas previsões.
Passaram seis meses desde que se estreou o Querida Júlia, mas a SIC continua com óbvias dificuldades na manhã. O que é preciso mudar para a SIC começar a morder os calcanhares à TVI? A Júlia Pinheiro tem feito algumas mudanças no programa e os resultados estão mais ou menos em linha com o que nós esperávamos. Ela está a combater no horário mais difícil em Portugal, tendo em conta que as manhãs têm há muito uma oferta estabilizada, quer na RTP quer na TVI. Estou convencido que ela, pouco a pouco, vai ganhando públicos e audiências.
OK, portanto, acha que é possível derrotar as manhãs da TVI com Manuel Luís Goucha e Cristina Ferreira lá? Acho. Vamos lá ver, é evidente que não é fácil, e isso é mérito deles (...). Vai demorar tempo, mas a Júlia tem a experiência, o conhecimento e o talento para, pouco a pouco, se aproximar.
É preciso repensar o day time? O modelo de day time das televisões generalistas, assente em talkshows populares e novelas, ainda faz sentido, ou chegará o tempo em que será preciso reinventar esse conceito? É uma boa pergunta. Acho que isso vai acontecer um dia, não sei bem quando. Mas, tendo em conta o tipo de público que está disponível para ver televisão a essas horas, estes programas são os ajustados. Além disso, este tipo de programas tem um potencial de receitas difícil de igualar.
Fonte: Noticias TV

Albano Jerónimo prepara-se para "Dancin`Days"

Albano Jerónimo, o protagonista da versão portuguesa da novela “Dancin' Days”, confessa ao Destak estar a “preparar a personagem com calma”. De momento, “a história está a ser reescrita, de forma a ser adaptada à nossa realidade, ao contexto nacional”, conta o actor que, em termos televisivos, teve oportunidade de brilhar noutro remake, o da novela “Vila Faia”, no papel do camionista João Godunha, originalmente vivido por Nicolau Breyner.
Na nova versão da novela assinada por Gilberto Braga - com “uma estrutura dramatúrgica muito bem feita”, sublinha-nos Albano - o actor será Cacá, um diplomata desiludido com a profissão, em tempos interpretado pela lenda viva que é António Fagundes. Cacá apaixona-se por Júlia, uma ex-presidiária, personagem emblemática no currículo de Sónia Braga e agora nas mãos de Joana Santos, nesta co-produção SIC/TV Globo.
A exemplo do seu par romântico no pequeno ecrã, também Albano Jerónimo deverá rumar em breve até ao Rio de Janeiro, à "fábrica" de fazer novelas que é o Projac, para ter formação.
“Vamos ter aulas com uma coach, para ganharmos um físico mais ágil para o trabalho que vem aí”, conta este amante do Teatro que, em Março, se desdobrará entre a novela e os palcos, já que estreará uma peça no Teatro São Luiz, em Lisboa.
“Até lá é aproveitar para dormir e descansar, que o trabalho que vem aí vai ser muito”, frisa o actor, prestes a ser pai pela primeira vez.
Albano Jerónimo, protagonista da readaptação de 'Dancin' Days' terá formação no Brasil para a nova novela da SIC.

Audiências: SIC mantém 4º lugar com futebol



Audiências — Quinta, 3 de Novembro


As audiên­cias de quinta-feira, 3 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.
As audiên­cias de cabo de quinta-feira, 3 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.

Helena Laureano "estou na SIC e estou feliz"

quinta-feira, 3 de novembro de 2011


Helena Laureano brilha neste momento na novela ‘Rosa Fogo’ da SIC, mas antes disso, esteve vários anos a dar a cara pela representação da TVI. O canal e produtora não lhe renovaram o seu contrato de exclusividade e a atriz mudou-se para Carnaxide, de onde recebeu um convite para ser um dos rostos da estação, aceitou e agora está feliz, mas antes disso teve um momento menos bom devido à rescisão de contrato com Queluz.

"O meu contrato era com a Plural e não com a TVI… E não foi renovado, não sei porquê. Tinha na altura, com ‘Mar de Paixão’, feito o papel que trouxe mais audiência. Foi uma coisa que nunca tinha feito e diverti-me a sério com aquela fulana. Mesmo aquelas brincadeiras e palavras que eu inventava, tudo correu bem. Saiu tão natural,  que as pessoas na rua diziam as coisas tal e qual como ela. Mas acabou…", confessou Helena à revista ‘TvGuia’.

Com isto, a atriz ficou "triste. Fui-me abaixo. Eles, na altura, justificaram a saída dizendo que o tinham feito com várias pessoas". Com esta saída da TVI, Gabriela Sobral que já estava na SIC apresentou proposta à atriz para esta se mudar para o canal onde Gabriela é diretora de produção e o convite foi aceite… "Tive um telefonema da SIC, da Gabriela Sobral, a dizer-me que queria fazer um contrato comigo. Não hesitei, mas tive o cuidado de dizer na Plural o que estava a acontecer. Acho que eles não acreditaram e eu mudei de casa. Estou na SIC e na SP e estou feliz".

Helena Laureano tem agora contrato de exclusividade com a SIC e sente-se feliz com este seu novo desafio profissional.
Fonte: O Informador

“Alma Gémea” acaba amanhã

Boa Noite! Seja bem-vindo ao “Olhar a SIC”.
Chega amanhã ao fim pela 2ª vez na SIC, pelas 15h, a novela de sucesso brasileira que a SIC decidiu repor à hora de almoço. Uma história encantadora que conquistou os portugueses pela 2ª vez. Cristina, Rafael e Serena formaram um triangulo amoroso desta excelente novela da Globo, do mestre Walcyr Carrasco, o mesmo autor de “Morde & Assopra” que ocupa atualmente as 19h. Nas duas, podemos ver a fantástica atriz Flávia Alessandra, Cristina/Naomi, como uma das protagonistas. "Alma Gémea" foi praticamente sempre líder do horário, excetuando o seu inicio, devido à fraca herança deixada por "Negócio da China". No entanto, foi uma aposta ganha pela SIC.
Assim, a trama de “Alma Gémea” é dividida em duas fases: a primeira é ambientada em 1928 e a segunda em 1948. Na bela e encantadora cidade de Roseiral, no interior de São Paulo, há gente romântica, misteriosa, divertida e também ambiciosa, mas todos têm muita história para contar. Como a simpática Olívia, uma dondoca falida que acha que tem uma família perfeita e nem desconfia que seu marido, o canalha Raul, tem um romance secreto com a bela Dalila. Em Roseiral, também mora uma turma caipira muito divertida, como a ingênua Mirna, ávida para casar, mesmo contra a vontade do irmão, o rabugento Crispim, ambos vivendo sob a tutela de seu tio Bernardo ("Tio Nardo"). Há ainda o pessoal da pensão do casal de imigrantes italianos Osvaldo e Divina, que está sempre em pé-de-guerra. Na maioria das vezes, quem arruma encrenca é Ofélia, a implicante mãe de Divina, que não perde a oportunidade de atazanar Osvaldo. Apesar das confusões, o casal comanda uma família com mais quatro filhos - Vitório, Dalila, Hélio e Nina -, que, apesar das dificuldades, sempre têm muito amor.
Essa linda cidade também abriga as personagens que vivem o tema central da novela: o grande amor do botânico Rafael pela bailarina Luna, filha da milionária Agnes. Esse romance tem poderosas inimigas: a ambiciosa e malevolente Cristina e sua mãe, a diabólica e calculista Débora. Só que, um belo dia, esse casal apaixonado foi surpreendido pelo destino… Cristina deseja obsessivamente Rafael e as jóias valiosíssimas que sua prima Luna ganhou da avó, Adelaide. A partir daí, ela manda que Guto, seu amante, forje um assalto e roube as jóias da prima. Porém, Guto acaba assassinando Luna com um tiro no coração. Rafael desespera-se completamente com a perda de sua alma gémea.
Entretanto, no mesmo momento em que Luna morre assassinada, nasce em uma aldeia indígena do Mato Grosso do Sul, na cidade de Bonito, uma menina cabocla. Rafael nem imagina que num lugar muito distante, vive Serena, uma bela e jovem mestiça que cresceu acreditando que sua felicidade estava bem longe de sua aldeia, sem nem desconfiar que é a reencarnação da doce Luna. Serena segue seu destino, sem saber que é em Roseiral que mora Rafael, o seu grande amor que ainda não conhece e que passou 20 anos enclausurado numa escuridão profunda causada pela tristeza da morte da esposa. Tal situação, contudo, será alterada com a chegada de Serena. A partir daí, Cristina fará da vida de Rafael e Serena um inferno. Contudo, Serena defenderá sua alma gémea, Rafael, e Felipe, seu filho na reencarnação passada, quando era Luna, das maldades inconsequentes da horripilante Cristina.
Não perca, amanhã o último episódio de “Alma Gémea”, às 15h, na SIC!

Audiências: "Alma Gémea" e "Boa Tarde" vencem a tarde, mas SIC desce ao 4º


Audiências — Quarta, 2 de Novembro

As audiên­cias de quarta-feira, 2 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.
As audiên­cias de cabo de quarta-feira, 2 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.

Bárbara Guimarães elegante em ‘Peso Pesado’


Bárbara Guimarães, 38 anos, continua a dar cartas nos looks com que aparece a conduzir ‘Peso Pesado', na SIC. A apresentadora aproveitou os últimos dias de sol para se deslocar à Herdade da Boavista e mostrar que apesar de ser mãe de dois filhos - Dinis e Carlota - exibe uma silhueta invejável. De microcalções e galochas, Bárbara Guimarães teve a simpatia de todos os concorrentes.
Fonte:Correio da Manhã

Os chapéus que Bárbara usa são seus

"Alta Definição" em Homenagem...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011


ALTA DEFINIÇÃO ESPECIAL - Homenagem a José Hermano Saraiva!

Este sábado, um programa recheado de História e de estórias! O historiador recebe a SIC na casa que construiu em Palmela e leva-nos consigo pela História da sua vida. Uma vida que merece a nossa homenagem e memória! Vai ser um programa especial cheio de vida e ensinamentos!

A não perder, sábado às 14h na SIC. Alta Definição - Dá que falar!

“Cartas de proveito”

Boa Noite! Seja bem-vindo ao “Olhar a SIC”.

Quando se soube que a SIC iria apostar em Maya com um programa próprio nas manhãs que antecedem Júlia Pinheiro, muito se comentou, uns a favor e outros contra este formato inovador em Portugal, ou pela simples questão de ser Maya a apresentadora. Eu, na minha opinião expressa nessa altura aqui no “Olhar a SIC” defendi que a ideia de ter “Cartas da Maya – O Dilema” das 9h às 10h da manhã era inteligente, inovadora e poderia ser uma alternativa aos concorrentes, RTP1 e TVI.

Mas se no inicio houve quem criticasse, atualmente parece só existirem elogios, tanto ao programa como aos seus frutos. Vários tem sido os cronistas de TV a elogiarem a ideia de Júlia Pinheiro e Gabriela Sobral de porem Maya “a render” na antena da SIC, porque afinal tinham um potencial não aproveitado a todos os níveis. Maya é a mais conhecida da sua profissão, e arrisco-me a dizer a mais popular e mais credível aos olhos dos espectadores. Por isto, e também pelo agradável programa que conseguiram criar naquela hora, sendo equilibrado, credível e interessante, se explicam as simpáticas audiências que Maya tem conseguido, em pouco mais de um mês, num horário que era decadente da estação. Assim, para além de ter subido este horário, Maya permite também um melhor arranque a Júlia Pinheiro e ao seu “Querida Júlia” que ganhou mais cerca de 40 mil espectadores.


Mas, para além de audiências, “Cartas da Maya” está igualmente a ser uma boa fonte de dinheiro para a SIC, tal como eu previa… É que entre as 9h e as 10h da manhã, segundo dados conhecidos, são recebidas à volta de 13 mil chamadas telefónicas por dia. Resultando em quase 8 mil euros que não vão todos para o canal, mas mesmo assim, é uma bela “mina” de dinheiro e ainda por cima tem audiências!

Deste modo, é preciso dar os parabéns a Júlia Pinheiro e Gabriela Sobral pelo seu trabalho desenvolvido e por terem apostado em Maya, no seu profissionalismo e num programa que poderia ser um risco, mas que se está a revelar muito proveitoso numa altura de crise, de dinheiro e de audiências.

Concorda com a minha opinião? Apresente também a sua!   

Audiências: SIC em 3º atrás da RTP1 no feriado


Audiências — Terça, 1 de Novembro

As audiên­cias de terça-feira, 1 de Novem­bro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.
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"Insensato Coração" superou estreia de "Araguaia"

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Veja as audiências de estreia das últimas novelas brasileiras da TV Globo na SIC

(em diferentes horas do horário nobre)

Audiências: SIC em 4º em dia de estreia


Audiências — Segunda, 31 de Outubro

As audiên­cias de segunda-feira, 31 de Out­ubro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.
As audiên­cias de cabo de segunda-feira, 31 de Out­ubro de 2011, podem ser con­sul­tadas aqui.

MARCAMOS O ARRANQUE DE CADA DIA: ÀS 07:00

COM: JÚLIA PINHEIRO E JOÃO PAULO RODRIGUES...

SIC LÍDER DO HORÁRIO NOBRE DESDE O INÍCIO DO ANO!

 
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