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"CAMILO, O PRESIDENTE" COM EPISÓDIO DUPLO PARA "DESPACHAR" A SÉRIE

sábado, 26 de abril de 2014


Este sábado à noite na SIC...

A série cómica "Camilo, O Presidente" vai ter um episódio duplo. A começar um pouco antes das 22:00, a SIC vai exibir dois episódios da série protagonizada por Camilo de Oliveira.

Esta medida é tomada para "despachar" a série antes da chegada ao Horário Nobre de sábado de "Sabadabadão", o novo programa de Júlia Pinheiro e João Baião.

Perante esta alteração, se Camilo ganha mais tempo em antena, Andreia Rodrigues e César Mourão e o seu "Gosto Disto!" ficam com duração reduzida, e começam quase às 23:00.

Também este sábado, já no período do late night chega ao fim a série internacional "Downton Abbey".

Veja a programação da SIC para este sábado...

20:00 Jornal da Noite
21:55 Camilo, O presidente
22:20 Camilo, O presidente
22:50 Sorteio do Totoloto
22:55 Gosto Disto!
23:50 Os Videos Mais Loucos Do Guiness World Records
00:45 Blacklist
01:30 Downton Abbey (Último)


Fonte: SIC / SIC Blog

"CAMILO, O PRESIDENTE" ESTÁ DE REGRESSO À SIC!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014


Série de humor é protagonizada por Camilo de Oliveira...

A série "Camilo, O Presidente" teve a sua exibição interrompida na antena da SIC, e agora a estação decidiu tirar da gaveta os episódios que faltavam ser exibidos.

A série retrata a vida de um presidente da junta de freguesia de uma localidade fictícia chamada "Fanecas de Cima". Em todos os episódios são demonstradas as suas desavenças com o presidente da freguesia de "Fanecas de Baixo", em que Camilo sai sempre a ganhar com a ajuda do seu braço direito (o Mini - Carlos Sebastião) e as suas secretárias (Lili e Belinha).

"Camilo, O Presidente" vai ocupar o inicio de noite de sábado, depois do "Jornal da Noite", e surge numa altura em que a SIC vem a perder os sábados para a TVI e para a RTP1, ficando em 3º lugar nas audiências deste dia do fim de semana.

De referir que a série foi interrompida em 2010, alegadamente, devido a baixas audiências na época.

Fonte: SIC / SIC Blog

Concorda com esta série para os sábados à noite?

CAMILO DE OLIVEIRA NÃO PENSA VOLTAR À TELEVISÃO

terça-feira, 21 de maio de 2013


O último projeto de Camilo em televisão foi na SIC com a série "Camilo, O Presidente"...

Camilo de Oliveira não faz televisão desde 2010, quando terminou a série "Camilo, O Presidente". E foi durante a cerimónia dos Troféus TV 7 Dias que o carismático ator e comediante falou do seu afastamento televisivo.

"Profissionalmente estou muito cansado. Já fiz muita coisa. Foram 60 anos a fazer caretas. Cansei-me. Estou muito, muito cansado. Agora vivo o dolce far niente".

De recordar que Camilo de Oliveira já tem 78 anos e imensas séries no curriculo, a maior parte delas na SIC... "Camilo & Filho", "Camilo na Prisão", "As Aventuras do Camilo", "A Loja do Camilo", e "Camilo, O Presidente".

Sem projetos previstos para voltar à televisão, Camilo dedica-se à família e amigos... "Estou dedicado à família. Tenho feito milhentas coisas. Passo muito tempo com o meu grande amigo computador, passeio os meus dois cãezinhos, tenho um grupo grande e fiel de bons amigos, vou a festas, batizados, almoçaradas e ainda vou à pesca".


ESPECIAL: SIC 20 ANOS

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Boa Noite! Seja bem-vindo ao "SIC 20 Crescemos Juntos!" 

No ano em que a SIC comemora os seus 20 anos de existência, o SIC Blog relembra a programação da SIC ao longo destes 20 anos que... "Crescemos Juntos!"


"Camilo na Prisão" foi uma sitcom portuguesa protagonizada por Camilo de Oliveira, transmitida pela SIC entre 3 de Maio e 23 de Agosto de 1998, resultando em 17 episódios.

Sinopse
Adaptação dum original inglês "Porridge", "Camilo na Prisão" era uma série de humor acerca de um condenado a cinco anos de prisão por crimes de roubo e burla, que ia controlar a prisão. Foi mais uma "sitcom" com a marca de Camilo de Oliveira, que teve cerca de 30 minutos de duração média cada episódio.

Elenco principal
Camilo de Oliveira … Camilo dos Anjos Libertino
Henrique Viana … Chaves
Carlos César … Plácido
Joaquim Nicolau … Mariano

Elenco adicional
Luís Alberto … Diretor da Prisão
Carlos Vieira d'Almeida … voz
Paulo Vasco … Prisioneiro

Ficha Técnica
Produção: SP Filmes
Realização: Jorge Marecos Duarte




Lembra-se disto? Partilhe as suas memórias sobre "Camilo na Prisão"!

ESPECIAL: SIC 20 ANOS

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Boa Noite! Seja bem-vindo ao "SIC 20 Crescemos Juntos!"

No ano em que a SIC comemora os seus 20 anos de existência, e tal como a estação o está a fazer nos programas "Querida Júlia", "Boa Tarde", "É-Especial" e "Gosto Disto!", também aqui no SIC Blog será relembrada a programação da SIC ao longo destes 20 anos que... "Crescemos Juntos!".


A Loja do Camilo foi uma série de ficção cómica que passou na SIC em 1998, que retratava o dia-a-dia de 1 comerciante muito forreta que tinha uma mercearia, e do seu humilde e ingénuo funcionário e afilhado/sobrinho. Eles forçavam todos os clientes que entrassem na loja a comprar mais do que desejavam.


Elenco:
Camilo de Oliveira - Camilo
Anita Guerreiro - Julieta
Rui SáXavier


A série "A Loja do Camilo" protagonizada por Camilo de Oliveira, já foi reexibida na SIC e teve sempre excelentes resultados. Uma excelente ficção para recordar nestes 20 anos de SIC. 






Lembra-se disto? Partilhe as suas memórias sobre "A Loja do Camilo"! 

CAMILO DIZ QUE SÉRIES NA SIC "MATARAM-LHE A CABEÇA"

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Afastado da TV há três anos, o ator deseja voltar ao pequeno ecrã com uma série de humor.
Desde 2010, quando protagonizou a série da SIC «Camilo, o Presidente», Camilo de Oliveira tem estado parado, não só pela falta de trabalho mas também por aconselhamento médico.
«Há cerca de dois ou três meses comecei a não ser capaz de assimilar nada. Estas séries que fiz (na SIC) mataram-me a cabeça e o meu médico aconselhou-me a descansar», explicou o ator. No entanto, este afastamento não será para durar. «Não vou ficar parado por muito tempo», admitiu.
«Estou à espera de um bom programa e de um trabalho positivo. A televisão atualmente não tem nada de especial, tem um programa ou outro engraçado, de resto...», declarou, assumindo que a altura de crise que Portugal atravessa é ideal para que os programas de humor prosperem.
Ainda que não tenha sido convidado para trabalhar em televisão, o mesmo não se passa noutras áreas. «Surgiu um convite para teatro, mas não gosto. Teatro não dá porque trabalha-se muito e tem de se estudar ainda mais», garantiu o ator de 87 anos, que confessou sentir falta do pequeno ecrã: «Tenho sempre saudades de fazer televisão, temos sempre saudades daquilo que gostamos de fazer.» 
Fonte: Sapo TV

A REFORMA OBRIGA-OS A TRABALHAR

sábado, 28 de abril de 2012

Lia Gama, Sinde Filipe e Margarida Carpinteiro

Falta de descontos no passado, afeta reforma dos atores para sobreviverem.
São muitos os atores nacionais já reformados que necessitam de continuar a trabalhar para pagar contas. Isto porque os poucos descontos feitos durante a carreira fazem com que atual mente recebam pensões, em muitos casos, inferiores a 500 euros
Em Portugal, e no final do ano passado, 84,6% dos pensionistas da Segurança Social, mais de 1,4 milhões de pessoas, recebiam menos de 500 euros de reforma. Neste lote estão, sobretudo, trabalhadores com baixa escolaridade e que exerceram profissões menos qualificadas e mais mal remuneradas. Contudo, entre a geração de reformados abaixo de 500 euros estão também caras conhecidas dos portugueses, nomeadamente atores que auferem uma pensão baixa, devido aos poucos descontos que fizeram durante a carreira, e que por isso continuam no ativo.
Lia Gama é um destes exemplos. A atriz, de 67 anos, recebe 330 euros de reforma, um valor baixo que tem uma explicação: "A minha geração descontou muito pouco, porque se ganhava mal no teatro. Éramos trabalhadores independentes e intermitentes!". Agora, e após um ano de trabalho em ‘Laços de Sangue’ (SIC), está "parada há oito meses, à espera que o telefone toque". O desabafo reflete o drama de muitos atores sem trabalho fixo, sendo que a falta de projetos os deixa "sob grande pressão". "Não é fácil viver de uma reforma de 330 euros, até porque hoje temos de ajudar os filhos e os netos. Tenho 52 anos de carreira e é difícil aguentar psicologicamente esta pressão. Há tantos canais de televisão, mas a crise parece pior do que há anos". Lia Gama conta que para sobreviver à falta de trabalho faz "como a formiga", "amealha o mais possível para viver dessas economias nos momentos de crise".
Valor idêntico de reforma tem Sinde Filipe, que não hesita em afirmar que se não tivesse "bens pessoais" não tinha "capacidade de sobrevivência". "Estou há um ano sem trabalho. Vou agora fazer teatro sozinho. Um actor sem projectos em TV vive com dificuldades". Sobre a parca reforma, recorda o colega Armando Cortez "muito exigente com os descontos" e admite que "nunca ligou muito" ao assunto. "Fui distraído e hoje a reforma é simbólica", lamenta.
Ainda há mais tempo afastada da televisão está Natalina José, uma das animadas vizinhas da série da SIC ‘Aqui Não Há Quem Viva’, que começou a ser exibida em 2006, e que foi o seu último trabalho em televisão. Dos 363,80 euros que recebe de reforma paga a renda da casa e as despesas. "Às vezes é difícil. Quando estou mais aflita para pagar a renda vale-me a minha filha e a minha poupança, que um dia destes desaparece", diz. Sobre os descontos que fez, e outros que não foram entregues ao Estado, Natalina José frisa: "Nós descontávamos, mas os empresários ficavam com o dinheiro, em vez de o entregarem à Caixa de Previdência. Só mais tarde é que descobrimos", revela.
O uso do dinheiro dos descontos dos atores, por parte de empresários, para outros fins, é confirmado por Margarida Carpinteiro. "No meu caso, nem sei se descontava nos primeiros anos. Depois descontei e as contribuições não foram entregues à Segurança Social. Hoje não tenho direito a baixa, nem subsídios. Por acaso tenho saúde, posso trabalhar, e trabalho não falta... senão estaria muito mal como alguns colegas". No entanto, a atriz faz questão de sublinhar que o valor das reformas dos atores reflete o facto de a profissão "nunca ter sido levada a sério".
Com uma reforma de 400 euros, Irene Cruz trabalha "desde os 15 anos", e também se queixa de muitos dos descontos que efetuou "terem sido retidos por empresários".
Aos 82 anos, Camilo de Oliveira diz que os seus 750 euros de reforma servem para "pagar uma sandes e a gasolina". Para custear as restantes despesas, o ator vai fazendo espetáculos pelo País. "Não estou parado. Tenho os sábados e domingos ocupados. Se compensa? Se não compensasse não aceitava, porque hoje em dia andar na estrada é mau".



Ainda assim, nem todos os atores passam pelas dificuldades vividas por muitos dos seus pares. Circunstâncias laborais favoráveis, em alguns casos, e uma maior consciência da necessidade de descontar, permitem a alguns viverem com maior comodidade financeira.


É o caso de Ruy de Carvalho, reformado há 20 anos, que conta que "toda a vida" descontou, mesmo depois "dos 65 anos". "Trabalho por fora, desconto e ainda dou muito dinheiro a ganhar ao Estado através do IRS. Há muitas pessoas em má situação porque não descontaram, umas porque não podiam, outras porque não queriam. Eu tive sempre o cuidado de verificar se os descontos estavam a ser efetuados. Acredito que hoje em dia há gente que trabalha em televisão e não desconta...", diz o ator que trabalhou vários anos no Teatro Nacional.
O mesmo sucedeu com Lourdes Norberto, que recebe hoje 1700 euros. "Este valor vai ser corrigido com a nova medida do Governo que penaliza as reformas acima dos 1500 euros", adverte a atriz que trabalhou 60 anos no Teatro D. Maria II. Lourdes Norberto está, no entanto, inconsolável por ter sido esquecida pela TV. "Apagaram-me com uma borracha!", desabafa.
Também Catarina Avelar passou pelo Teatro Nacional, onde "os descontos eram levados a sério". "Depois de 47 anos de contribuições deixei o teatro e, porque ainda não tinha 65 anos, fui à Segurança Social pagar o que faltava até atingir essa idade", conta a atriz, que integra atualmente o elenco de ‘Dancin’ Days’ na SIC.


Fonte: Correio da Manhã

"Na SIC, pagavam mal aos atores... Este contrato era sensacional... Ainda hoje vivo graças a ele"

sábado, 11 de fevereiro de 2012



O que não correu bem com o último trabalho na SIC, ‘Camilo, o Presidente'?
Dei-me muito mal com este trabalho. Tinha exclusividade e não podia dizer que não. Na SIC prometeram-me muita coisa, mas depois faltou o dinheiro. Pagavam mal aos actores. Costumo seleccionar o elenco e só escolho bons profissionais. Como não havia muito dinheiro para cachets, acabei por ficar mal servido. Mesmo assim, a SIC fez muitos terceiros lugares com esta série.

Gostou do texto?
O texto era bom. Até gostei. Tinha pernas para andar, mas os autores tinham pouca experiência e havia algumas ideias que, apesar de engraçadas, eram difíceis de concretizar por falta de dinheiro. Mesmo assim, ainda fiz 38 programas.

Mas o Camilo costuma mexer nos textos?
Foi o que acabei por fazer. Nos meus contratos, tenho uma cláusula que me permite incluir ideias minhas sempre que o texto não me agrade.

Que falhou mais?
A montagem também não foi do meu agrado. Tudo contribuiu para que ficasse aborrecido com o projecto. Fiz o programa contrariado. Um dia faltava uma coisa, no dia seguinte outra. Este descontentamento acabou por influenciar o meu trabalho.

Só com dinheiro se consegue fazer bons formatos?
O dinheiro ajuda muito!

O seu humor tem lugar na TV?
Tenho um público fiel, que me procura na rua, pergunta quando regresso. E não é só o meu humor que faz falta. O humor, mais do que nunca, faz falta em Portugal. As pessoas andam tristes e, quando chegam a casa, querem ver coisas divertidas, que as distraia.

Como caracteriza o seu humor?
Tem de estar sempre actualizado. Um humor que agrada a todas as faixas etárias.

Trabalharia para qualquer estação?
Sim, isso não interessa. Não discuto a estação. Já trabalhei para todas, excepto para a TVI. Gostava de ter um bom formato e de ser bem pago. Gosto de trabalhar, mas também gosto de ser bem pago.

Curiosamente, o projecto que menos lhe agradou, ‘Camilo, o Presidente', foi precisamente o mais bem pago? É verdade. Este contrato era sensacional. Foi o melhor contrato que fiz. Ainda hoje vivo graças a ele. Ganhava X, gastava Y e ainda poupava. E com o dinheiro que ganhei fiz bem a muita gente.

Ainda não apareceu um texto que lhe agrade?
Não. Há dois meses reuni com as Produções Fictícias, que apresentaram quatro originais para escolher o melhor. Depois de estar tudo assente, falámos de cachets. E disseram que não podia pedir o que pedira na SIC e teria de reunir com o Hugo Andrade. Mas começou a falar--se da privatização da RTP e o assunto parou. Nunca cheguei a encontrar-me com ele. Não era oportuno falar de dinheiro neste contexto.

O Camilo tem reforma?
Tenho, de 750 euros. Dá para uma sandes e para a gasolina.

Como quer ser recordado?
Por aquilo que sou hoje. Ainda que o público tenha fraca memória. Mas ficarei com a consciência de que, enquanto actor, cumpri com as minhas obrigações, fui o mais profissional possível.

PERFIL
Camilo de Oliveira nasceu há 82 anos em Buarcos, Figueira da Foz, num camarim do Teatro do Grupo Caras Direitas, onde os pais, actores itinerantes, iam actuar. Em mais de 60 anos de carreira, o actor e argumentista fez 47 revistas, 24 comédias e muitos programas de televisão. ‘Sabadabadu', com Ivone Silva, e ‘Camilo, o Pendura', na RTP 1, ou ‘Camilo e Filho' e ‘Camilo na Prisão', na SIC, são apenas alguns êxitos televisivos do popular actor. Camilo de Oliveira tem dois filhos homens, um deles da ex-mulher Io Apolloni. Sobre a participação da actriz no reality show da TVI, ‘Perdidos na Tribo', o actor comenta: " Vi e censurei um bocadinho. Ela já não tem idade para essas coisas." Aos 82 anos, Camilo, que há muito abandonou a caça e, mais recentemente, a pesca, conta que se entretém com os "amigos da Parede", onde vive. "Passamos as tardes a conversar."


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