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JÚLIO CÉSAR NA PRÓXIMA NOVELA DA SIC

domingo, 24 de março de 2013


Mais um ator de peso garantido na próxima telenovela da SIC...

Júlio César estreou-se em televisão na SIC, onde apresentou em 1994 o programa de apanhados "Minas e Armadilhas" que se revelou um verdadeiro sucesso.

Depois de ter feito várias telenovelas para a TVI, o ator voltou à SIC para integrar o elenco da telenovela "Dancin Days". Agora vai regressar novamente numa produção da SIC, Júlio César já está garantido no elenco de (Ambição) a nova novela de Pedro Lopes.

Na sua carreira constam as telenovelas da TVI... "Morangos com Açúcar", "Sentimentos", e "Mar de Paixão". Ainda as séries "Ele é Ela" da TVI em 2009, e "Velhos Amigos" da RTP1 em 2011. Na SIC apresentou o programa "Minas e Armadilhas" em 1994, e esteve na telenovela "Dancin Days" em 2012.

Júlio César junta-se assim a: Diana Chaves, Ângelo Rodrigues, Cláudia Vieira, Rogério Samora, Maria Emília Correia, Sandra Barata Belo, Diogo Morgado, Luciana Abreu, Cleia Almeida, Manuel Cavaco, Andreia Dinis, Inês Castel-Branco, Marco Delgado, Maria João Luís, Rita Blanco, Jorge Corrula, Débora Ghira, Ana Nave, e Ângela Pinto... No elenco de (Ambição).


"FAZER O MINAS E ARMADILHAS ERA MUITO DIVERTIDO"

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


Júlio César disse em entrevista à revista Noticias TV que... "Não voltava a apresentar o programa de apanhados 'Minas e Armadilhas'".

Natural de Alter do Chão, Alentejo, muda-se para Lisboa com 11 anos. Chega à capital e começa a trabalhar como paquete para ajudar a sua família. Que memórias guarda desse miúdo e desses dias? Guardo recordações de um miúdo que andava pendurado nos elétricos de Lisboa e viajava à pendura porque não havia dinheiro para o bilhete. São memórias de dias de pouco dinheiro e grande felicidade. Hoje, existe entre as pessoas pouco dinheiro e uma enorme infelicidade. As memórias que tenho é que era uma criança muito feliz e que, depois, teve de se agarrar à vida e foi em busca de trabalho.

Como se dá a sua ligação ao mundo artístico? Quem foi o seu mentor? Vim com o meu pai para Lisboa, a minha mãe e o meu irmão ficaram no Alentejo e só depois vieram ter connosco. Foram momentos muito difíceis e complicados, mas de grande felicidade. Abriam-se as portas da cidade...

O que sonhava para si nesse tempo?
Não sonhava ser ator, mas já pertencia a um grupo cénico no Alentejo. 

Foi ainda no Alentejo que pisou pela primeira vez o palco... Sim, estreie-me, aos 8 anos, na Casa do Povo da Chança. Não pensava em profissionalizar-me mas o bichinho da representação estava cá. Já a viver em Lisboa, estive em vários grupos de teatro. Até que, um dia, dei o passo para a profissionalização através de um convite que me foi feito pelo empresário Vasco Morgado. Ele convidou-me para participar numa revista no Teatro Monumental e aí começou tudo.

Com o programa de apanhados Minas e Armadilhas, transmitido em 1994 na SIC, estreia-se em televisão e torna-se popular entre os portugueses. Que memórias guarda desse projeto? Fazer o Minas e Armadilhas era uma coisa muito divertida, muito feita em cima do joelho e em estúdios sem condições. Era uma coisa artesanal, quando comparado com aquilo que se faz hoje em televisão. O programa, lembro-me, tinha um sucesso enorme. Aliás, eu senti falta de algo que relembrasse o Minas e Armadilhas no especial que assinalou o 20.º aniversário da SIC porque, naquela época, foi um programa de referência e que ainda hoje é recordado pelas pessoas.

Ver-se-ia a apresentar de novo o programa? Não, não o faria porque as coisas têm um tempo. E, no que toca a programas de apanhados, penso que já não há produção portuguesa para isso, nem se fazem já apanhados.

Certo é que programas que se aproximam desse género, como é o caso de Gosto Disto! ou Não Há Crise, transmitidos na SIC, continuam a ter êxito junto do público. Sim, é verdade, mas se me convidassem para apresentar um programa de apanhados não sei se aceitaria porque, agora, os meus holofotes estão apontados para a representação. Prefiro ligar-me mais às personagens do que a qualquer programa desse tipo. Já um talk show seria um programa que eu gostava de fazer.


"APARECEU O CONVITE DA SP TELEVISÃO E ACEITEI"

quarta-feira, 31 de outubro de 2012


O ator Júlio César que interpreta atualmente o advogado Francisco Sousa Prado na telenovela "Dancin Days", falou à revista Noticias TV sobre a sua profissão e porque aceitou entrar na novela da SIC...

Voltemos a conversar sobre aquela que é a sua principal ocupação: representar. Em 2010, fez uma última participação televisiva na novela Mar de Paixão, TVI. Já tinha saudades de trabalhar em televisão? Não sou muito de sentir saudades. E não estava parado há muito tempo. Foi um regresso natural e pontual... O mercado em Portugal não é muito grande. Atores há muitos, mas personagens para a minha faixa etária também não abundam. Numa novela não há muito espaço para as pessoas mais velhas.

Lamenta-o? Sim, claro. Quando se olha para a ficção mundial, todos têm um lugar e na ficção portuguesa isso não acontece. Não há lugar para quem tem acima de 50 anos e para quem tem 60 ou mais as coisas ainda se complicam mais. Encaro isto com naturalidade, mas devia existir essa abordagem. A vida é feita de gente nova e gente velha.

Quando está afastado da televisão, isso incomoda-o ou não se preocupa? Se me chamam para um projeto, fico contente, mas se isso não acontece, fico contente na mesma. Quando estou a trabalhar em televisão, sou um ator feliz. Mas se não estiver, não deixo de ser uma pessoa feliz.

Já sentiu falta de trabalho? Assusta-o ser confrontado com essa realidade? Assustar, assusta, porque não sou rico. Mas sei que existem colegas meus que estão em situação mais complicada. A classe de atores em Portugal tem razões para estar assustada.

Participou em várias participações da TVI, Morangos com Açúcar, Fascínios, Ele É Ela. O que o levou, desta vez, a vestir a camisola da SIC? Sou um ator e estou no mercado. Não tenho exclusividade com nenhum canal. Apareceu o convite da produtora SP Televisão e aceitei porque o achei interessante. Não estou zangado com a Plural Entretainment e voltarei a trabalhar com a Plural ou com outra produtora sempre que me chamarem.

Nunca lhe ofereceram um contrato de exclusividade? Gostava? Sou um homem livre, nunca estive amarrado a um canal porque isso tem pouco que ver com a minha liberdade e com a maneira como a vivo e sinto.


"A SIC TEM NAS MÃOS UM ÊXITO"

segunda-feira, 29 de outubro de 2012


O ator Júlio César falou à revista Noticias TV sobre a sua participação na telenovela "Dancin Days" emitida pela SIC que é a mais vista pelos espectadores...

Está de regresso à ficção nacional com a participação no remake de Dancin' Days, em exibição na SIC, em que encarna o papel do advogado Francisco Sousa Prado. Como está a viver esta experiência televisiva? Terminei há um mês de gravar cenas para a novela, mas foi uma experiência muito interessante. Gostei muito de interpretar o Francisco, ele é um tipo sem caráter e que vem de uma classe social humilde.

Inspirou-se em alguém para construir este homem? Na minha idade, as coisas acabam por sair de forma natural. A única coisa que fiz foi esmiuçar aquele homem e compreender o seu perfil. Perguntei-me que tipo de casamento tinha, quem eram os seus filhos e a sua mulher... É dado um desfecho à personagem [na trama Francisco Sousa Prado é assassinado pela mulher, Teresa Sousa Prado] que vai contra a versão original do Dancin' Days, é uma leitura nova do texto.

Noto na sua voz que ficou surpreendido com a morte de Francisco? Todas as personagens têm um começo e um fim. Se me dizem que vou morrer, então é para morrer [risos].

Gostava que a sua participação tivesse sido mais duradoura? Não sei... Acho que uma participação que dura um período de quatro a cinco meses é um bom tempo porque depois disso entramos em rotinas. As participações longas numa novela acabam por desgastar a imagem de um ator e acabamos também por perder algum entusiasmo. O Francisco morreu e, na minha opinião, na altura certa.

A SIC já fez saber que Dancin' Days vai manter-se no ar até ao verão de 2013. Como vê este prolongamento? Não tenho de achar nada. É um negócio da SIC. A SIC tem nas mãos um êxito e entendo que o não o queira deitar fora. A novela está a resultar, é líder.

Como explica o êxito conquistado dia após dia pela novela? A história é boa, mas acho que muito se deve ao desempenho dos atores e à maneira como a novela está a ser representada. Há boa qualidade de representação e as pessoas sentem isso. E há ainda outra coisa que acho que contribuiu para o sucesso de Dancin' Days, que foi recuperar o gancho dos episódios para o dia seguinte. Deixam-se as cenas em aberto e espicaça-se a curiosidade dos telespectadores.

Seguindo a sua linha de pensamento, pergunto-lhe: acha que as novelas da TVI, que têm vindo a perder a atenção dos portugueses, não têm "boa qualidade de representação"? Acho que existe um bom nível de representação, mas talvez as histórias tenham sido mais frágeis.

Foram insuficientes no que toca ao argumento, às personagens introduzidas? A que se refere? Refiro-me à histórias em si, à trama.

Não retratam o dia a dia dos portugueses? Não é só isso. Uma novela não tem obrigatoriamente de ter que ver com a realidade dos portugueses. A ficção tem de ser boa ou má. Se é boa, as pessoas escolhem-na, se é má, rejeitam. Mas tanto a RTP como a SIC e a TVI têm feito bons produtos televisivos. As oscilações de audiências dependem da liberdade de quem está em casa e tem na mão o comando [risos].

Em Dancin' Days, a sua personagem, Francisco Prado de Sousa, é um advogado que vive dois casos extraconjugais com Raquel (Soraia Chaves) e Cátia (Débora Monteiro). Já Júlio César afirmou numa entrevista ser um homem fascinado por mulheres. O Francisco e o Júlio têm muito em comum? Não, não temos muito em comum. [Ajeita-se na cadeira e faz um sorriso maroto] Aparento ser um boémio mas sou um tipo caseiro. Se me analisar, é isso que sou... Adoro estar em casa e isto é precisamente o contrário daquilo que o Francisco gosta de fazer. Quanto ao gostar de mulheres, aí somos capazes de ter algo em comum [gargalhadas].


JÚLIO CÉSAR NO "ALTA DEFINIÇÃO"

quarta-feira, 22 de agosto de 2012


A interpretar a personagem Francisco Sousa Prado na novela atualmente líder de audiências em Portugal, "Dancin Days" na SIC...

Júlio César, homem do teatro, da televisão, do cinema e do espectáculo. Uma vida cheia de histórias e de sabedoria, é o próximo entrevistado de Daniel Oliveira no "Alta Definição".

Sábado às 14h, depois do "Primeiro Jornal", o ator que voltou à SIC no ano dos seus 20 anos de emissão, vai dar-se a conhecer melhor aos espectadores.





Júlio César satisfeito com desempenho de "Dancin' Days"

sexta-feira, 13 de julho de 2012


Júlio César. o advogado "Francisco" de Dancin' Days falou, hoje de amanhã (sexta-feira), com o Diário de Notícias, numa das curtas pausas das gravações, sobre a performance que a nova novela da SIC está a desempenhar.

"Acho que a TVI não deve estar muito contente. Nós andamos a morder a TVI e isso é bom para a SIC. E também para os atores que estão nesta novela é importante saber que estão numa equipa vencedora, que anda a mordiscar um canal que tem uma grande tradição de ficção. É um jogo quase futebolístico que tem andado a empates",  disse.

No entender de Júlio , a aproximação das novelas do canal de Carnaxide, em termos de audiências, com as da TVI "tem a ver com a constância com que a SIC começou a apostar também na ficção nacional". "Não o fazia antes porque importava novelas do Brasil. Descobriram, quanto a mim tarde, que valia a pena apostar na ficção portuguesa porque os espectadores gostam de ouvir falar português em Portugal e gostam dos atores portugueses", acrescentou.

Cristina Homem de Mello também falou com o mesmo jornal e assumiu a importância dos números audiométricos. "É bom saber que estamos a agradar e que o nosso trabalho está a corresponder ao que as pesoas querem. Acho que nesta fase de crise é bom poder ajudar. Enquanto atriz gosto de sentir que através das personagens posso dar ou soluções ou animar as pessoas", concluiu.

MARCAMOS O ARRANQUE DE CADA DIA: ÀS 07:00

COM: JÚLIA PINHEIRO E JOÃO PAULO RODRIGUES...

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