Foi o sucesso da versão original de The Biggest Loser na SIC Mulher que levou a SIC a avançar com o projecto?A operação foi feita praticamente em simultâneo. Quando comprámos o original para a SIC Mulher, identificámos logo o formato como um bom formato para adaptar. Mas, de facto, fez bons resultados na SIC Mulher, que conseguiu nos últimos dois meses resultados acima da média.
Quando teremos a versão portuguesa no ar?
Em 2011. Convém ver que este programa tem um tipo de produção diferente de outros. É preciso, por exemplo, dar tem-po para que as pessoas percam peso.
Quanto tempo?
Não sei em detalhe. Esse tipo de questões ainda está a ser discutido, mas estamos a falar de alguns meses.
Vão encontrar um local específico que funcione como casa e academia dos concorrentes, ou poderão fazer um acordo com um ginásio?
Vamos ver primeiro como é o original e como é noutras versões para depois fazermos as adaptações que têm a ver com a nossa realidade.
O apresentador terá de ser de peso?
Terá de ser um bom apresentador, com força e carisma. O peso não é o principal critério.
A componente de reality show vai ser mais explorada?
Há muitos géneros que têm componente de reality show. A primeira fase do Ídolos, por exemplo, tem uma componente de reality show. Nesse sentido, este programa é altamente emocional, tem um lado de superação que é muito forte, de crença em que é possível mudar de vida. Não digo explorar, mas queremos potenciar esse lado emocional.
O programa pode passar uma mensagem positiva ?
A televisão em nenhum momento substitui a sociedade ou o indivíduo. Não podemos esperar que os programas resolvam os problemas da sociedade e dos indivíduos, mas podem ter um papel importante.
Diário de Notícias