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SIC E TVI: QUEM TEM MAIS CANAIS NO "CABO" PARA ATRAIR O PÚBLICO?!

sábado, 1 de junho de 2013


Todos querem estar presentes no "Cabo". A TVI quer mais 6 ou 7 canais, a SIC promete 2 no próximo ano. Mas há público para tanto canal? E o bolo publicitário, é suficiente para dividir por tantas bocas gulosas?

Não há mês em que não surja um novo canal na televisão paga... O último a chegar foi o da televisão de Cabo Verde e prometido está, desde Dezembro do ano passado, a chegada a de um novo canal do universo SIC, agora dedicado a famosos. Entretanto, dando azo a uma prática regular, a TVI tem estado a emitir o do "Big Brother VIP". Tudo isto para um universo de mais de 7 milhões e 500 mil pessoas que têm televisão por cabo em Portugal, ou seja, 77,5% da população nacional segundo os dados da GfK.

Mas até onde é que o cabo pode esticar? Onde está a linha que separa a oferta da procura, da rentabilidade e do prejuízo, da audiência à falta dela? Pedro Boucherie Mendes, Diretor dos Canais Temáticos da SIC, acredita mesmo que o futuro já não está em saber se o "Cabo" vai ou não crescer... "Julgo que a questão não deve ser colocada nesses termos, já não estamos no duopólio do free-to-air (televisão em sinal aberto) e cabo, mas num mercado com vários tipos de acesso. Com o DVR, otimeshift (gravações de programa), os 7 dias disponíveis, o acesso via computador ou tablet e a pirataria, a questão será de quem tem os melhores conteúdos e/ou as melhores marcas a distribuí-los."

Para Paulo Bastos, jornalista e editor da TVI, o caminho depende "do que se queira fazer". Contudo, por se tratar de um mercado pequeno, "cada vez é mais difícil fazer séries como House ou CSI". Mas se em causa estiver a intenção de "fazer canais mas só houver dinheiro para ter gente sentada à volta de uma mesa a falar, mesmo assim só será possível se houver pessoas a ver...." Para este jornalista, "o risco é sermos invadidos por programações feitas em países com mais de dez milhões de pessoas".

Audiências, custos e ganhos...
Com os Canais generalistas a perder auditório para o "Cabo", não estarão os próprios canais a levar os seus públicos à dispersão? "O facto de as generalistas estarem presentes no cabo representa a sobrevivência das generalistas. Estamos a fazer mais canais com o mesmo dinheiro, com as mesmas pessoas e com os mesmos meios. Começámos dois ou três canais este ano e não houve contratações, são as mesmas máquinas, as mesmas pessoas", explica Paulo Bastos. Pedro Boucherie Mendes acrescenta: "Do ponto de vista criativo, permite outras possibilidades e obrigações... testar, promover e produzir novas e diversas linguagens televisivas. Do ponto de vista empresarial, há a multiplicação de receita e diversificação das mesmas".

Numa altura em que o mercado do investimento publicitário continua em queda livre, nada melhor do que ter várias plataformas para levar as marcas a expor os seus produtos... "Ter vários canais permite ter estratégias integradas de publicidade, não estamos a perder dinheiro para outro grupo de media. Sabemos que perdemos num mas temos os outros", clarifica Paulo Bastos.
Se os canais recebem por pontos de audiência, conseguem fazer-se pagar com conteúdos exclusivos e têm vantagens nos planos de publicidade, a televisão por subscrição ganha uma atração que em Portugal a televisão digital terrestre (TDT) não teve por ser necessário, entre outras questões, pagar o transporte de sinal.

Os canais só precisam de convencer os operadores de que o que querem oferecer é rentável. Mas convencer distribuidores como a Portugal Telecom (PT), que detém a Meo, ou a Zon a arrancar com conteúdos não é - explica Boucherie Mendes - "nem deve ser fácil. Os distribuidores são exigentes e assim é que deve ser". Paulo Bastos acredita que o caminho levará os "distribuidores a serem produtores". 

Até ao fecho de edição não foi possível obter declarações por parte da Zon, mas a PT reage: "Verificamos que o caminho da personalização da televisão está a ser traçado e que hoje os telespectadores têm ao seu dispor um conjunto de ferramentas que lhes permitem criar não só o seu próprio canal (Meo Kanal) como definir o alinhamento dos canais lineares, interagir com os conteúdos, ver os seus programas favoritos quando quiser (com as gravações automáticas) ou planear as suas gravações dentro e fora de casa."

Na verdade, enquanto o número de canais cresce também os espectadores que vão passar a querer ver e a comprar apenas os programas que querem vão aumentar. Boucherie Mendes diz que há margem para ambos crescerem. Paulo Bastos, por outro lado e em paralelo com a evolução, sustenta que "as generalistas terão sempre massa crítica e economia de escala que permite outro tipo de produção".

Apostas da SIC e da TVI...
Mas apesar da oferta em sinal aberto, as estações privadas continuam a querer agarrar o barco da televisão paga porque, se as audiências forem altas, mais cêntimos recebem por cada espectador.

Luís Marques, administrador editorial da Impresa, grupo que detém a SIC, já tinha anunciado, no final do ano passado, as negociações em torno de dois novos canais no cabo, a juntar à oferta da SIC Notícias, SIC Mulher, SIC Radical e SIC Kids. Se o projeto "com a Zon para o canal da Caras poderá chegar até ao final deste ano", já o segundo canal avançado parece agora estar parado... "Não existe, não está em cima de mesa nenhuma negociação", declara Marques, rejeitando recuos... "Não houve nem deixou de haver recuo. Há conversas, mas neste momento estamos concentrados em fazer aquele canal, o que exige algum esforço."

Da parte da TVI, que lançou o TVI Ficção com a Meo no último trimestre de 2012, e o +TVI com a Zon em Janeiro, e agora o exclusivo "Big Brother VIP", a definição de novos conteúdos permanece no segredo dos deuses. Miguel Paes do Amaral, presidente do Conselho de Administração da Media Capital, declarou, em Janeiro  querer aumentar a oferta... "Temos três canais, gostaríamos de ter seis ou sete e temos capacidade para isso. Mas três é melhor que dois e estamos muito satisfeitos por termos aumentado a nossa presença no cabo em 50%. Este é um dos caminhos, diversificar as nossas ofertas, os nossos públicos e ter mais canais."

Fonte: Noticias TV


"ÍDOLOS, SONHO E TELEVISÃO" NO CLUBE DO LIVRO SIC

quarta-feira, 13 de junho de 2012


Pedro Boucherie Mendes foi um dos membros do júri da 3ª e 4ª temporada do «Ídolos» e agora, com a 5ª temporada do talent show da SIC no ar, os segredos dos bastidores vão ser revelados. O Diretor dos canais temáticos da SIC lança agora o livro «Ídolos, Sonho e Televisão» onde conta todas as histórias da competição.

Neste livro, pertencente ao Clube do Livro SIC, o jornalista escreve sobre a fórmula de sucesso do programa e responde a várias questões que os telespectadores sempre querem ver respondidas: «O telespectador tem a palavra final? Os cromos existem mesmo? A importância da música e da voz é assim tão grande?», entre outras. E Boucherie Mendes deixa o aviso: «Queres chegar ao topo? Lembra-te: 10% de talento, 90% de suor e lágrimas», pois todos sonham, mas só alguns estão preparados para vencer.

«Ídolos, Sonho e Televisão» da Guerra & Paz tem 140 páginas, custa 12,99€ e já está à venda desde ontem.

Fonte: atelevisão



PEDRO BOUCHERIE MENDES COMENTA SAÍDA DE JOÃO ARROJA DA SIC RADICAL

segunda-feira, 7 de maio de 2012


Foi numa entrevista que o Diretor do canal temático da SIC, Pedro Boucherie Mendes falou sobre os novos valores que a SIC Radical forma na área da apresentação, e exprimiu o seu pensamento sobre João Arroja, que lembro, foi recentemente demitido da apresentação do programa "Curto Circuito".


A Radical, ao longo dos anos, tem sido um berço de comunicadores: foi lá que Unas se afirmou, lembro-me de Manzarra, de Rui Pêgo, os Gato Fedorento, Alvim, os Homens da Luta, Bruno Nogueira, Rita Andrade, etc. É possível e desejar continuar a descobrir talentos?
Sim, claro. Mas tudo o que aconteceu é mérito dessas pessoas. O João Manzarra, por exemplo, é mérito do Nuno Santos [antigo diretor de programas da SIC] que soube olhar para ele. Eu não estive à porta do escritório do Nuno a dizer, hora após hora, que tinha comigo o João Manzarra. Não estou numa incubadora a criar apresentadores para um dia serem usados.





O que sente quando os vê sair, ganhar asas e voar sozinhos?
Não sinto nada.


Nem orgulho?
Tenho de olhar/trabalhar para o futuro. Não posso apoiar-me no passado e levar o tempo a pensar: "Fartei-me de lançar nomes." Acho que não tenho de sentir nada. É o que é. Claro que fico contente por eles. Em todos os casos, as pessoas mereciam evoluir e vencer.

João Arroja deixou recentemente a SIC Radical. O que esteve na origem da saída do apresentador de Curto-Circuito?
O João ganhou um casting mas, no meu entender e do produtor do programa, não conseguiu evoluir como pretendíamos. Mas poderei estar errado. Não tenho nada contra o João. Temos opiniões que tanto podem estar certas como erradas. O tempo o dirá. Desejo-lhe o melhor.         








































































































































Fonte: 














Noticias TV





PEDRO BOUCHERIE MENDES LANÇA LIVRO

terça-feira, 17 de abril de 2012

Pedro Boucherie Mendes lança 1.º romance!
Pedro Boucherie Mendes – diretor dos canais temáticos da SIC que o grande público identificará mais facilmente enquanto jurado da anterior edição do concurso Ídolos – apresenta a sua estreia no registo do romance.
O livro, intitulado Agora, Uma História de Amores Próprios, conta a história de um grupo de amigos, cujas vidas mudam bruscamente após um encontro com o tarólogo Zé Luís.
Eis uma aposta da editora Oficina do Livro.
Fonte: Destak

Em "Alta Definição" este sábado às 14 horas na SIC

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Nasceu a 28 de Julho de 1970. É um dos jurados do programa 'Ídolos'  e director dos canais temáticos da SIC.
Pedro foi também editor chefe da revista FHM, editor adjunto da revista Maxmen e editor do caderno O Independente.
Ao longo da sua carreira Pedro Boucherie Mendes manteve uma relação próxima com o mundo da rádio.
No 'Ídolos', podemos atentar que ele está sempre sério e pouco sorridente, mas será que a mesma postura será mantida na entrevista de Daniel Oliveira? A não perder!

Boucherie Mendes quer Moura Guedes na SIC Radical

sexta-feira, 12 de novembro de 2010


Desde que deixou a TVI, Manuela Moura Guedes tornou-se num alvo apetecível da concorrência. Pedro Boucherie Mendes é um dos entusiastas da contratação da jornalista. "Se ela quiser, é já amanhã", diz ao DN sobre uma possível contratação da jornalista para a SIC Radical. O director da Radical e dos canais temáticos da SIC acrescenta ainda: "O que eu não daria para ter a Manela na Radical..."

E o que poderia fazer a "generala" numa estação como a Radical? "Qualquer programa de TV. Tudo o que faz ou onde vai como convidada faz subir as audiências. É uma excelente profissional", elogia, para rematar: "Mas claro que teria de conversar com ela e depois com os meus chefes."

Confrontada com as declarações de Pedro Boucherie Mendes, Manuela Moura Guedes solta umas boas gargalhadas e exclama: "Está doido, mas era giro. Nunca tinha pensado nisso." A jornalista prossegue num tom sério: "Em teoria, claro, gostava de ir para a Radical. Teria pano para mangas para poder fazer o que uma pessoa com o meu feitio gosta de fazer. Dar largas à imaginação e à criatividade, sem ter limites."

A ex-subdirectora de Informação da TVI, estação com a qual rescindiu contrato a 17 de Outubro, diz até que tem um feitio "muito pró-radical". E explica: "Afinal, muitas vezes eu é que tenho de me impor limites."

E se Pedro Boucherie Mendes avançar mesmo com um convite? "Não rejeito. É uma ideia que não coloco de lado. Gosto da Radical, acho graça. Aliás, vejo-me mais na Radical do que em certos programas pomposos, que são chatos. Por isso, a minha alma de radical agradece ao Boucherie", responde.

Diário de Notícias

Pedro Boucherie Mendes afirma que se emocionou "algumas vezes nas galas ao vivo"

domingo, 26 de setembro de 2010

Pedro Boucherie Mendes, acredita no sucesso do "Ídolos 4"
"A música em televisão não tem audiência, como provam os sucessivos fracassos da RTP. Não que os programas sejam maus, mas quando a música não agrada ao espectador, o espectador muda de canal. No "Ídolos" um tipo como eu, que é um céptico e um cínico, emocionou-se algumas vezes nas galas aos vivo. Às tantas você esquece-se que está a ver um programa de televisão, e é como se estivesse a assistir a um concerto. Este ano a qualidade é superior, portanto se os miúdos se aguentarem à bronca nas galas teremos mais uma vez um sucesso.", afirmou a uma entrevista dada ao Jornal de Notícias.

Boucherie Mendes elogia Manzarra

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Nesta edição do Ídolos, o jurado Pedro elogiou o apresentador da SIC, afirmando que João Manzarra "é sem dúvida, a revelação na apresentação televisiva de 2009". O jurado relembrou ainda que Manzarra estreou-se no programa que já trouxe muitos bons resulados à SIC Radical, Curto Circuito e afirmou ainda que o apresentador da SIC foi sem dúvida uma grande aposta.

MARCAMOS O ARRANQUE DE CADA DIA: ÀS 07:00

COM: JÚLIA PINHEIRO E JOÃO PAULO RODRIGUES...

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