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SIC DETÉM A MAIOR INFLUÊNCIA NO MERCADO DA PUBLICIDADE!

quarta-feira, 23 de abril de 2014


SIC é quem cativa o principal horário comercial do dia...

Entre os três canais generalistas portugueses, RTP1, SIC e TVI, é na SIC que o Horário Nobre tem uma maior influência no investimento publicitário.
Segundo os números divulgados, dos 1,13 mil milhões de euros investidos pelas empresas na SIC, 52,1% foram durante o período das 20:00 às 00:00.
Isto significa que, se os preços de tabela fossem cumpridos, o canal do grupo Impresa teria recebido 590 milhões só desta faixa horária no ano passado.
Na TVI, o Horário Nobre representa 47,8% do total de investimento, 1,83 mil milhões. Já a RTP1 tem um investimento global de 456 milhões de euros, sendo que 48,8% destes provêem do Horário Nobre.
Por último, os Canais Cabo, que captam cada vez mais investimento junto do mercado, concentram no Horário Nobre 53,9% do total do investimento publicitário que lhes está afeto, ou seja, 284 milhões de euros.
Deste modo, o Horário Nobre (período das 20:00 às 00:00) continua a dominar o investimento publicitário na Televisão Portuguesa. Esta faixa horária concentrou 49,9% da aposta das marcas no pequeno ecrã nacional em 2013. Ou seja, 1,97 mil milhões de euros (a preços de tabela), segundo dados fornecidos pela agência de meios Carat. Pelo contrário, é no período das 02:30 às 07:30 da madrugada que as marcas menos investem, com apenas 0,8% do total.
Fonte: Correio da Manhã / SIC Blog

IMPRESA: DONA DA SIC VOLTOU AOS LUCROS NO ANO PASSADO!

terça-feira, 18 de março de 2014



Resultados de 2013: Dona da SIC lucrou 6,6 milhões... 

A área da Televisão continua a ser o principal motor da empresa liderada por Pedro Norton.

A Impresa, que detém a SIC e o jornal Expresso, encerrou o ano de 2013 com um lucro de 6,6 milhões de euros, o que contrasta com o prejuízo de 4,9 milhões de euros registado no ano anterior, informou esta segunda-feira a SIC no seu "Jornal da Noite".

Os proveitos do grupo de Francisco Pinto Balsemão foram de 237 milhões de euros, uma subida de 8,1 milhões em relação ao ano de 2012. Os custos desceram 2,7 milhões de euros, para os 206,8 milhões. A área da Televisão continua a ser o principal motor da empresa liderada por Pedro Norton. 

Em 2013, os canais da SIC tiveram uma receita de mais de 173 milhões de euros, face aos 158 milhões de 2012. Para tal contribuiu uma ligeira subida das receitas de publicidade, que passaram de 87,3 milhões em 2012 para 88,2 milhões no ano passado, mas sobretudo o aumento dos proveitos com o item "Outros", que inclui as chamadas de valor acrescentado nos programas, e que passou de 26,2 milhões para 40,9 milhões. 

Na área das publicações, registou-se um recuo das receitas em cerca de 5,5 milhões de euros, para os 63,1 milhões, com a publicidade a registar perdas de 1,9 milhões.

Fonte: Correio da Manhã / SIC / SIC Blog

CURIOSIDADE: "A SOLUÇÃO" DOS "GATO" NÃO CATIVOU OS ESPECTADORES!

sábado, 14 de dezembro de 2013


Especial perdeu até para o intervalo publicitário da TVI...

A noite desta sexta-feira 13 marcou um regresso fugaz dos "Gato Fedorento" à Televisão Portuguesa, na SIC. Ao fim de 4 anos de ausência dum programa na TV, o grupo de humoristas decidiu voltar propondo um "Solução" para acabar com a crise. Mas tal não foi suficiente para serem líderes de audiências no seu horário.

O especial "A Solução" começou às 21:33 e alcançou 11.4 de audiência média e 23.5% de share. Foram cerca de 1 milhão e 100 mil espectadores que assistiram à entrevista conduzida por Rodrigo Guedes de Carvalho.

"A Solução" dos "Gato Fedorento" ficou-se pelo 5º lugar dos programas mais vistos do dia, e pior, além de ter perdido contra os últimos minutos do "Jornal das 8", perdeu também para o intervalo publicitário que registou cerca de 1 milhão e 290 mil espectadores nos seus 18 minutos de duração, ambos da TVI.

Já a RTP1, à mesma hora, estava em intervalo publicitário que se ficou pelo 3º lugar com cerca de 6.1 de audiência média e 12.6% de share.

Fonte: GfK / CAEM / SIC Blog

RUBRICA: "SIC OPINIÃO" - INTERVALOS DECISIVOS

sábado, 5 de outubro de 2013


Boa Tarde! Seja bem-vindo ao "SIC OPINIÃO".

A rubrica de opinião de um critico de TV externo, por Nuno Azinheira.

Intervalos decisivos

A estratégia de programação dos canais privados em semanas de estreias em horário nobre faz uso de uma arma cada vez mais agressiva mas incapaz de se prolongar durante muito tempo. Trata-se de suprimir intervalos publicitários e colar os novos programas aos antigos sucessos de audiência. É uma forma de, não havendo tempo de anúncios, impedir que o espectador faça zapping e se transfira, momentaneamente ou não, para a concorrência. 

Já tinha acontecido com "Sol de Inverno", na SIC, e está agora a passar-se com "Belmonte", na TVI. A estratégia deu resultado em Carnaxide. Há duas semanas, a SIC suprimiu o break publicitário entre o "Jornal da Noite" e "Sol de Inverno" e, logo a seguir, com "Dancin Days". De resto já o tinha feito uns dias antes com a estreia de "Amor à Vida". O resultado esteve à vista: com esta forma de programar, os responsáveis de Carnaxide criaram um bloco contínuo, sem pausas, que agarrou o espectador ao pequeno ecrã. 

Agora, tem sido a vez da TVI, explorando o fim de "Dancin Days" na concorrência, a apostar tudo no seu prime time. Segunda-feira, colou "Belmonte" ao jornal sem intervalo, arrancando cinco minutos mais cedo do que a sua concorrente direta. Resultado: ganhou a batalha. 

A gestão dos breaks publicitários é hoje cada vez mais decisiva no sucesso da construção de uma grelha. Muito mais do que as pessoas pensam. Um intervalo mal planeado pode comprometer por completo o horário nobre. Por isso, as privadas jogam forte, mas é uma estratégia de curto prazo. É que prescindir de um intervalo significa abrir mão de muitos milhares de euros. E os tempos não estão para brincadeiras...

Autor: Nuno Azinheira em Diário de Noticias.

Concorda com o autor? Expresse a sua opinião!

SIC GANHA À TVI EM PUBLICIDADE PELA PRIMEIRA VEZ EM 8 ANOS!

sábado, 17 de agosto de 2013


Mercado: resultados do primeiro semestre...

Canais Impresa ultrapassam os da Media Capital pela primeira vez em oito anos!

Pela primeira vez nos últimos oito anos, as receitas publicitárias dos canais da SIC superaram as dos canais da TVI. No primeiro semestre do ano, os canais SIC receberam 42,1 milhões de euros, enquanto os da Media Capital ficaram-se pelos 40,5 milhões.

Luís Marques, Diretor Geral da SIC, justifica este ganho... "É resultado do nosso empenhamento". O administrador da Impresa aponta a vitória como um passo "na reestruturação da empresa", justificada pelo "crescimento das audiências da SIC no horário nobre" e "nos principais targets comerciais".

Fonte oficial da Media Capital destaca que "os relatórios refletem o agregado dos canais [em sinal aberto e cabo] mas, no caso da TV em sinal aberto, a TVI lidera o investimento". Assim, a TVI soma um share de investimento de 47%, enquanto a SIC se fica pelos 44%. 

Ainda assim, os dois grupos registaram perdas. Em plena crise do mercado publicitário, a SIC amealhou menos 4,2 milhões de euros no primeiro semestre deste ano em comparação com o período homólogo de 2012. Já a TVI perdeu 9,1 milhões de euros.

A SIC dispõe de 5 canais temáticos: SIC Notícias, SIC Mulher, SIC Radical, SIC K e SIC Internacional. A TVI conta com 4 canais temáticos: TVI 24, TVI Ficção, +TVI e TVI Internacional.

Fonte: Correio da Manhã

SIC AJUDA GRUPO IMPRESA A TER MAIS DE 3 MILHÕES DE LUCRO!

terça-feira, 30 de julho de 2013


A Impresa teve lucros de mais de 3 milhões de euros...

O grupo que detém a SIC, Expresso, e Visão, entre outros, regressou aos lucros nos primeiros seis meses deste ano.

Entre janeiro e junho, apesar de se ter verificado uma queda da publicidade, os ganhos foram obtidos através da diversificação das receitas e contenção de despesas.

A atividade de televisão, nomeadamente a SIC, conseguiu duplicou os resultados para 11 milhões de euros antes de impostos.

Desde janeiro de 2013 que a SIC está a liderar o Horário Nobre entre as 20:00 e as 00:00. Apesar da queda das receitas globais em mais de 3%, o grupo Impresa conseguiu melhorar a sua quota das receitas multimédia, e até ganhar quota de mercado publicitário frente aos seus concorrentes.

O lucro positivo de 3 milhões em 2013 contrasta com o prejuízo de cerca de 1 milhão de euros no primeiro semestre do ano passado.

Fonte: SIC

SIC EMITIU MAIS TEMPO DE PUBLICIDADE QUE A TVI

terça-feira, 9 de julho de 2013


Estudo: generalistas emitiram 2842 horas de publicidade...

A SIC ocupa 25% do tempo de antena com intervalos.

Nos primeiros seis meses do ano, os canais generalistas de sinal aberto (RTP 1, SIC e TVI) emitiram 2842 horas de publicidade. A SIC é, por larga margem, a estação que mais anúncios, autopromoções e patrocínios registou durante este período.


Dos 181 dias do primeiro semestre de 2013, a estação do grupo Impresa ocupou um total de 47 com intervalos publicitários. Ou seja, mais de 25% do tempo de antena da SIC foi dedicado à transmissão de conteúdos comerciais. Em média, o canal de Francisco Pinto Balsemão teve intervalos superiores a 15 minutos por hora, num total de 66 915 minutos.


No mesmo período, a TVI emitiu 36 dias de intervalos, cerca de 20% do seu tempo de antena. Contas feitas, a estação da Media Capital teve pausas com uma média de 12 minutos de duração por hora, somando 52 179 minutos entre janeiro e junho. 

Com um valor muito próximo surge a RTP 1. O canal público teve quase 36 dias de intervalos, cerca de 19% do tempo total de emissão, num total de 51 444 minutos dedicados a publicidade e autopromoções. Isto significa que a estação pública teve pausas com uma média superior a 11 minutos e meio por hora no primeiro semestre do ano.

No total de 2012, a SIC emitiu 109 dias de intervalos publicitários (30% do tempo de antena), seguida da TVI, com 91 dias, e da RTP 1, com 70 dias.

Fonte: Correio da Manhã


RTP E TVI NÃO ACREDITAM MAS TEM DE USAR A GFK PARA OS ANUNCIANTES

domingo, 9 de junho de 2013


Os dois canais contestam as audiências televisivas divulgadas pela empresa, mas utilizam os seus dados para comunicar com os anunciantes...

Apesar de terem rompido com o sistema de medição de audiências da GfK, optando pela Marktest, RTP e TVI continuam a usar os dados daquela empresa para vender publicidade. 


Isto porque os anunciantes só aceitam os números da GfK, considerados pela Comissão de Análise e Estudos de Meios (CAEM) como os oficiais... "A faturação aos anunciantes tem sido sempre feita com os dados da GfK", confirma Manuela Botelho. 

A secretária geral da Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) refere que: "as agências [de publicidade] estão todas a trabalhar com os dados da GfK e a faturação é feita através delas".

Caso a RTP e a TVI decidam abandonar definitivamente a CAEM e, consequentemente, o sistema de audiências da GfK, o que ainda não aconteceu formalmente, as agências e os anunciantes "dificilmente aceitarão dois modos de faturação", apurou o jornal Correio da Manhã junto de fontes do setor, que dizem ainda "acreditar num entendimento".

"Não seria sustentável", refere André Andrade. O diretor da agência de meios Carat recorda que: "qualquer métrica tem de estar validada por todos os intervenientes" e, segundo decisão da última assembleia geral da CAEM, "essa métrica é o painel da GfK". Ainda assim, este responsável acredita que "o bom senso vai imperar".

Contactada, a TVI recusou-se a comentar, alegando tratar-se de "um assunto interno". A administração da RTP também não quis comentar. 


Recorde-se que a TVI considera que o painel de audiências da GfK é responsável pela perda de vários milhões de euros em receitas publicitárias, assim como a RTP.


RTP CULPA GFK POR PERDA DE MILHÕES. SIC FALOU E TVI NÃO GOSTOU!

sábado, 8 de junho de 2013



Segundo o Correio da Manhã, a RTP culpa a GfK por perdas de 9,8 milhões em publicidade...

Alberto da Ponte afirmou que a GfK, empresa responsável pela medição de audiências em Portugal, é responsável pela perda de 9,8 milhões em receitas de publicidade por parte da RTP.

O presidente da estação pública considerou mesmo que "a via judicial não pode ser posta de parte", acrescentando que, se até 15 de Junho, a CAEM (Comissão de Análise de Estudos de Mercado) não acordar a verificação do painel de audiências da GfK por parte de um auditor independente, "será tarde", o que justificará outras medidas por parte da RTP.

Alberto da Ponte falou durante a apresentação das contas da RTP que, no ano passado, lucrou 41,4 milhões de euros.


Já o Económico divulgou que a TVI sente-se ofendida com as acusações da SIC sobre as audiências...

Rosa Cullell, responsável da Média Capital está cada vez mais irredutível quanto à saída da TVI da CAEM.

Quando se pensava que a guerra sobre a medição de audiências não podia ir mais longe, eis que o verniz estala e a relação entre a SIC e a TVI atinge o ponto máximo de tensão. As declarações do CEO da Impresa, Pedro Norton, foram o rastilho. 

Em entrevista ao jornal "Público", o responsável da SIC acusou a TVI de: "mudar de opinião neste processo ao sabor das conveniências" e de não querer admitir que perdeu a liderança no horário nobre, de segunda a sexta.

A TVI não reagiu publicamente, mas as afirmações de Norton caíram como uma bomba em Queluz de Baixo e tornaram ainda mais irredutível a posição da administradora Rosa Cullell, em relação a um eventual regresso à Comissão de Análise de Estudo e Meios (CAEM), que está agora mais longe do que nunca.


JOÃO MANZARRA É UM SUCESSO NA PUBLICIDADE!

terça-feira, 4 de junho de 2013


João Manzarra é uma das personalidades mais recordadas em campanhas publicitárias, num estudo feito pela Marktest...

No primeiro trimestre de 2013, a Marktest perguntou a indivíduos dos 15 aos 74 anos "Que personalidades conhecidas recorda ter visto em campanhas publicitárias, recentemente?" e o nome de João Manzarra está no TOP 4, lado a lado com José Mourinho, Cristiano Ronaldo e Ricardo Araújo Pereira.

O apresentador da SIC foi uma das personalidades que ganhou maior destaque ao nível da recordação, ocupando agora o 4º lugar. Durante os três meses, o apresentador manteve-se associado à McDonald’s, concentrando-se 13% do tempo de exposição e 45% da audiência total das campanhas de televisão de João Manzarra.

Em Março regressou com uma nova campanha da Optimus, sendo responsável por 87% do tempo de exposição e 55% da audiência obtidos por este protagonista.

Os valores médios mensais de pressão publicitária de João Manzarra na televisão aumentaram face aos últimos meses de 2012, tendo-lhe permitido conquistar o 4º lugar no "tempo de exposição tv" e o 9º na "audiência tv".

João Manzarra é atualmente um apresentador exclusivo da SIC, tendo sido o bem-sucedido "Vale Tudo" o seu último trabalho na apresentação, e é uma das personalidades nacionais mais requisitadas pelas marcas no que toca a campanhas publicitárias.


SIC ALARGA LIDERANÇA A TODO O HORÁRIO NOBRE EM MAIO!

segunda-feira, 3 de junho de 2013



A SIC aumentou a liderança no seu Horário Nobre durante o mês de Maio e garantiu, em média, a liderança todos os dias do mês... E bate recorde de 2011!

A SIC conquistou em Maio a liderança do Horário Nobre também ao fim-de-semana. A estação do Grupo IMPRESA era já a mais vista em Portugal no principal horário televisivo: o Horário Nobre de Segunda a Sexta. Mas em Maio, a SIC alargou essa liderança também aos fins-de-semana, em prime-time. 

É a primeira vez em dois anos que a SIC consegue bater a concorrência em todo o prime-time.

No mês de Maio, a SIC atingiu no prime-time uma quota de mercado de 28.2%, contra os 27.5% da TVI e os 24.6% do universo dos canais por subscrição.

No total do dia, a SIC registou no mês de Maio uma quota de mercado de 22.5% de share, voltando a ser líder no universo dos canais generalistas nos targets comerciais ABCD 15-54 e ABCD 25-54 com 24.0% e 24.5% respetivamente. 

A SIC lidera os targets comerciais há 15 meses consecutivos, estes que são os públicos mais importantes para o investimento publicitário feito pelos anunciantes.

Depois de vários meses a ganhar de Segunda a Sexta, a SIC conquistou em Maio a liderança em média, de Segunda a Domingo. Assim, a liderança foi alargada em média, também ao fim de semana.

Desde o ano 2011 que a SIC não alcançava o pleno de liderar em todo o Horário Nobre.

Fonte: IMPRESA/SIC


TVI ABRE GUERRA À SIC: CONHEÇA O VERDADEIRO MOTIVO DA SAÍDA DA CAEM

quarta-feira, 22 de maio de 2013


Inversão do mercado publicitário entre TVI e SIC!

A SIC empatou com a TVI no investimento publicitário feito pelos diferentes anunciantes. Trata-se de um facto histórico! Nunca antes as duas estações privadas de televisão em Portugal tiveram os mesmos números de investimento, pois há anos consecutivos que a TVI era quem captava por larga margem mais investimentos, em relação à SIC.


No 1º trimestre deste ano, a TVI caiu de 21.8 milhões de euros para 18.7 milhões na receção de investimentos. Isto significou 14% de queda comparado com o mesmo período do ano passado.


Mas também a SIC baixou de 19.1 milhões para 18.6 milhões de euros. Uma diminuição de 2.8%.


Esta situação terá provocado o pânico na administração da TVI, que decidiu então abandonar a CAEM, uma entidade fiável e representativa dos media em Portugal, e igualmente rejeitar as audiências da GfK, a medidora oficial do mercado.


Segundo concluiu o Diário Económico, a TVI ganha os dias, as semanas, os meses, e até os anos. Mas a SIC é quem vence o Horário Nobre! Deste modo, os anunciantes estão a preferir anunciar em quem tem o Horário Nobre mais visto, ou seja, na SIC.


Esta tendência de inversão do investimento pode ficar totalmente diferente do que era até Setembro do ano passado, e a SIC pode começar a liderar o investimento publicitário por larga margem.


A administradora da Media Capital que detém a TVI, Rosa Cullell, mostra-se cada vez mais irredutível sobre a saída da TVI da CAEM, e está aberta a guerra da parte da TVI à SIC, sobre a medição das audiências. A SIC que afirma ser líder de audiências no Horário Nobre dos dias úteis. E é a verdade!


Para a guerra rebentar contribuíram as declarações de Pedro Norton, Presidente da Impresa que detém a SIC, ao jornal Público em que afirmou que a TVI... "Muda de opinião neste processo ao sabor das conveniências". E de estar em processo de negação e não admitir que perdeu a liderança no Horário Nobre, de Segunda a Sexta para a SIC.


Sobre esta situação, a TVI não reagiu publicamente, mas o Diário Económico  sabe que as afirmações de Pedro Norton caíram como uma bomba em Queluz de Baixo e tornaram ainda mais irredutível a posição da administradora Rosa Cullell, em relação a um eventual regresso à Comissão de Análise de Estudos e Meios (CAEM), que está agora mais longe do que nunca.



Resumindo, a TVI saiu alegadamente da CAEM porque não admite perder as audiências do Horário Nobre, e consequentemente, investimentos publicitários por parte dos anunciantes.


TVI CULPA CAEM POR PREJUÍZO DE MILHÕES E CONDENA APAN NA CAEM

segunda-feira, 13 de maio de 2013


Valor dos anúncios tem vindo a descer...

Representante da APAN já é o presidente da CAEM.


A TVI considera que o painel de audiências da GfK é responsável pela perda de receitas publicitárias. Fonte próxima da administração da Media Capital disse ao jornal Correio da Manhã que desde que a GfK começou a medir as audiências em Portugal que o valor pago pelos anunciantes tem vindo a diminuir.

Miguel Pais do Amaral, presidente da Media Capital, afirmou recentemente que a Comissão de Análise de Estudos de Meios (CAEM), que aprovou o painel da GfK, era responsável por prejuízos na TVI entre 5 e 10 milhões de euros, já que o painel da GfK "não é o adequado"... "Estamos neste negócio há 20 anos, sabemos que este painel está a ser imposto por diversas entidades dentro da CAEM".

Já Manuela Botelho, secretária-geral da Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN), considera que a mudança para a GfK não trouxe alterações... "Ao longo dos últimos 5/7 anos, os anunciantes têm tido menos dinheiro para investir e os preços da publicidade têm vindo a baixar". Até porque "começa a haver mais concorrência", já que "os anunciantes procuram os meios que fazem mais barato".

Manuela Botelho acrescenta que da parte dos canais "não há nenhuma reação" ao facto de a APAN assumir a presidência da CAEM. Contudo, a mesma fonte da Media Capital afirma que em nenhum outro país europeu os anunciantes presidem a um organismo similar à CAEM.



IMPRESA DIMINUIU OS PREJUÍZOS NO 1º TRIMESTRE DO ANO

domingo, 12 de maio de 2013


O grupo Impresa registou um resultado líquido negativo de 900 mil euros nos primeiros três meses de 2013, uma melhoria face aos 3,3 milhões de euros do período homólogo de 2012, anunciou a empresa.

O grupo dono da SIC e do jornal Expresso, entre outros títulos, alcançou um EBITDA – Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização – de 3,6 milhões de euros, representando um aumento de 239% em relação aos 1,1 milhões de euros no primeiro trimestre de 2012, refere o mesmo comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Já os resultados operacionais fixaram-se nos 2,12 milhões de euros, que comparam com 0,9 milhões no período homólogo anterior.

O desempenho do grupo liderado por Pedro Norton beneficiou de uma redução de 6,7% dos custos operacionais, sem contar com amortizações e depreciações, com os custos fixos a caírem 9,4%.

As receitas consolidadas do grupo Impresa ascenderam, entre Janeiro e Março do exercício corrente, a 51,6 milhões de euros, o que representou uma queda de 1,8% em relação ao período homólogo anterior, um resultado explicado por quebras das receitas de publicidade (-5,8%), mas equilibrado por um crescimento das receitas de multimédia (35,5%) e de produtos associados, revelou o grupo.

A dívida líquida do grupo Impresa caiu 10,1 milhões de euros, em termos homólogos, para 213,4 milhões de euros.

A SIC registou lucros antes de impostos de 2,6 milhões de euros, desempenho ancorado numa subida do EBITDA de 217,1%. De acordo com o comunicado do grupo, a estação de televisão "liderou os principais ‘targets’ comerciais, do dia e do horário nobre, atingindo uma audiência média de 26,1% e de 31,8%, respetivamente", de acordo com dados GfK.

As receitas de televisão nos três primeiros meses do ano foram de 37,4 milhões de euros, representando uma subida de 3,9% face aos 36 milhões arrecadados em igual período em 2012.

Já as publicações do grupo, lideradas pelo semanário Expresso, renderam 14,1 milhões, contra 15,9 milhões no primeiro trimestre de 2012.

Fonte: Lusa


ANUNCIANTES VÃO MANDAR NA CAEM, E LUÍS MARQUES ESTÁ DE SAÍDA

sexta-feira, 3 de maio de 2013


A APAN, que representa os Anunciantes (publicidade) vai ser a próxima entidade a ocupar a presidência da CAEM, até agora ocupada por Luís Marques da SIC, que está de saída...

A Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) vai assumir a presidência da CAEM (Comissão de Análise de Estudos de Meios), numa altura em que a polémica sobre o sistema de audiências da GfK está ao rubro.

Ao que o Correio da Manhã apurou, a assembleia geral marcada para a próxima terça-feira, 7 de Maio, vai eleger os novos corpos sociais da CAEM. Luís Marques vai abandonar a presidência, que será entregue aos anunciantes. António Casanova, vice-presidente da APAN, em representação da Unilever Jerónimo Martins, será o novo presidente.

O sistema de audiências é a questão prioritária, até porque a RTP e a TVI não desistem da sua intenção. As duas estações de televisão pretendem que as alterações introduzidas ao painel pela GfK sejam validadas por um auditor independente... "As exigências que foram feitas [pela RTP e TVI] em momento algum foram aceites pela APAN, mas se houver novos cenários em cima da mesa a APAN irá, com certeza, avaliá-los", adianta Manuela Botelho, secretária-geral da associação.

Outra questão a resolver é a do pagamento do serviço à GfK. Em 2012 foram poucos os associados da CAEM a pagar pelos dados de audiências, e em 2013 nem todos o estão a fazer. 


Agora com o painel aprovado, todos terão de remunerar a GfK, caso contrário a empresa poderá pedir à CAEM para que os incumpridores deixem de receber os dados de audiências. A TVI está no grupo dos não pagadores. 

A Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) é a única entidade em Portugal que representa exclusivamente os anunciantes, agindo em seu nome e como seu porta voz.



CAEM REJEITA PEDIDOS DA TVI E RTP PARA AUDITORIA ÀS AUDIÊNCIAS

terça-feira, 30 de abril de 2013


A Comissão que reúne canais, anunciantes e agências de meios votou hoje, por maioria de 85%, não dar seguimento aos recursos da RTP e TVI sobre as audiências bem como a realização de uma auditoria vinculativa ao sistema de medição. 

A Comissão de Análise de Estudo de Meios (CAEM) rejeitou o recurso da TVI e da RTP relativo à validação do serviço de medição de audiências de televisão da GfK. 

A decisão foi tomada por "maioria expressiva" (85%) dos votos dos associados. 

Em comunicado, a comissão adianta que na mesma Assembleia Geral Extraordinária foi igualmente rejeitada a proposta de realização imediata de uma auditoria, vinculativa, ao sistema da GfK. A proposta havia sido também subscrita pela TVI e pela RTP. 

Em causa estava o facto da TVI e da RTP considerarem haver deficiências nas medições que têm vindo a ser feitas, levando à realização de uma auditoria no verão de 2011.

Segundo a CAEM, os associados protagonizaram "uma manifestação clara de confiança" no sistema de medição de audiências televisivas em vigor. Desta forma, espera a direção da Comissão que "fiquem de uma vez sanadas todas as dúvidas que ainda pudessem subsistir proporcionando o clima de confiança e estabilidade fundamental ao mercado".

Deste modo, a medição de audiências pela GfK, fica como está.


Fonte: CAEM/Brifing/Diário de Noticias

SIC É O CANAL MAIS VISTO PELOS PRINCIPAIS TARGETS COMERCIAIS

sábado, 20 de abril de 2013


Já é conhecido que a SIC lidera diariamente o Horário Nobre da televisão portuguesa com a sua programação, mas na maioria dos dias não vence na média diária, exatamente o contrário do que acontece com a TVI.

Porém, a SIC é quem tem vindo a levar mais vantagem desta situação, visto que tem uma grande diferença nos targets comerciais, ou seja, os espectadores que vêem a emissão da SIC são os de maior poder económico, e é este o público que interessa mais aos anunciantes.

Apesar de a SIC registar fracas audiências no day time por exemplo, pode-se aplicar o ditado "poucos mas bons", o que significa que apesar da programação diurna da SIC registar uma grande diferença de audiências em relação à da TVI, a SIC sai a ganhar porque é vista por públicos com maiores possibilidades, com maior formação, e maioritariamente de idade ativa.

Já a programação da TVI, nomeadamente a de day time que regista excelentes audiências, é constituída por espectadores mais pobres e mais envelhecidos, o que os torna com menos capacidade económica, e consequentemente de menos interesse para a publicidade.

A SIC dispara a sua performance nos targets comerciais A15-54 e ABC1, enquanto a TVI regista a menor percentagem destes públicos.

Isto pode explicar a continuidade do day time da SIC, que apesar de não ser o mais visto, poderá ser bastante rentável respetivamente em termos de publicidade e de captação de espectadores que interessam a uma estação de televisão privada.


EM 2012 A SIC PERDEU MENOS PUBLICIDADE QUE A TVI MAS TEVE PREJUÍZO

quinta-feira, 11 de abril de 2013


Segundo o jornal Correio da Manhã, o mercado publicitário português continua em quebra e, em 2012, o universo de canais da SIC e da TVI perdeu 36,5 milhões de euros em receitas, quando comparado com o ano anterior.

Na SIC, a quebra publicitária na área televisiva atingiu os 9,5 milhões de euros, uma diminuição de 9,8%. Já na TVI, os vários canais de Queluz perderam 26,9 milhões, ou seja, um recuo de 22%.

Contas feitas, a perda de publicidade no universo SIC e TVI atingiu os 36,5 milhões de euros.
Apesar de os canais de Francisco Pinto Balsemão terem resistido melhor à quebra do mercado publicitário, em termos globais, a Media Capital, dona da TVI, teve melhores resultados, com um lucro de 11,9 milhões. Já a Impresa, que detém a SIC, teve um prejuízo de 4,89 milhões, um resultado afetado, entre outros, pelos custos de reestruturação de 4,9 milhões verificados em 2012.

No final de dezembro, a dona da SIC tinha uma dívida líquida de 204,1 milhões, uma melhoria de 8,9 milhões face ao mesmo período de 2011. Já a dívida da Media Capital era de 102,6 milhões, uma melhoria superior a 3,3 milhões de euros.

A RTP ainda não revelou as contas de 2012, mas o grupo público obteve 48 milhões de euros de receitas comerciais, um recuo de 12,3 milhões face ao ano anterior. A quebra deverá ser quase em exclusivo da publicidade, cujos proveitos no ano transato terão caído para menos de 28 milhões de euros.


PUBLICIDADE MUDA-SE DA RTP1 E TVI PARA A SIC POR LIDERAR O HORÁRIO NOBRE

quarta-feira, 10 de abril de 2013


A SIC poderá começar a beneficiar de contratos mais lucrativos. TVI e RTP unem-se contra sistema que está sob avaliação.

Os maiores anunciantes portugueses estão em campo para decidir a que canal de televisão irão entregar a maior fatia do seu orçamento publicitário este ano. Ao que o Diário Económico apurou, estão já a formar-se grupos com interesses distintos e a polémica com o sistema de audiências da GfK, mediado pela Comissão de Análise e Estudos do Meio (CAEM), poderá não ajudar a pacificar a relação entre os "stakeholders".

Depois de uma reunião, que decorreu na passada semana, e que levou os altos cargos de algumas das maiores empresas - Portugal Telecom, Zon, Unilever Jerónimo Martins ou Sonae - a juntar-se à mesma mesa, está agendado um novo encontro para esta semana. 

Em causa está a movimentação dos bolos de investimento que poderão transferir-se da RTP e TVI para a SIC, perante a subida de audiências da estação de Carnaxide, ao longo do último ano. Em 2012, a SIC conquistou o "prime-time" televisivo, apesar de não ser líder de audiências no "all-day". 

O horário nobre é fundamental para assegurar as receitas publicitárias dos canais, na medida em que representa os ‘targets' comerciais.


RTP E TVI RECORREM DAS DELIBERAÇÕES DA CAEM SOBRE AS AUDIÊNCIAS

terça-feira, 9 de abril de 2013


Foram detetados erros na prestação do serviço de audimetria da GfK.

A RTP, TVI, Rádio Comercial e Media Capital Multimédia recorreram para a assembleia geral da Comissão de Análise de Estudos de Meios (CAEM) das deliberações tomadas na reunião da direção de 22 de Março, anunciou a RTP...

"Foi requerida a realização de uma assembleia geral extraordinária da CAEM, tendo em vista dar sem efeito as referidas deliberações" da CAEM, entre os quais constam a rejeição da verificação do plano de ação e correção por uma entidade independente, bem como a de considerar cumprido, na generalidade, o plano, validando o painel e aceitando, "assim, sem mais, o serviço de medição de audiências de televisão da GfK".

Para a RTP, estas deliberações "são inaceitáveis e constituem uma violação dos estatutos da CAEM, designadamente no que diz respeito ao cumprimento do objeto da associação", refere o grupo estatal, em comunicado, citado pela Lusa.

A CAEM é um órgão autorregulador que reúne televisões, anunciantes e agências de meios...

"Efetivamente, e como vem repetindo, a RTP considera que, a bem da credibilização dos serviços de audimetria e da sua avaliação, deverá ser realizada uma verificação final vinculativa das medidas definidas no PAC, realizada pela entidade independente que detetou erros na prestação do serviço de audimetria da GfK em Março de 2012 e que deram origem ao plano de ação e correção".

Para a RTP, no painel da GfK "continuam a existir desvios relevantes, entre eles o que concerne à segmentação etária e à dimensão dos agregados familiares, que não representa o atual universo da população portuguesa".

A RTP "reforça que este processo visa a reabilitação da confiança do mercado no serviço de medição de audiências e a sua incontestável credibilidade perante todos os membros da CAEM".



MARCAMOS O ARRANQUE DE CADA DIA: ÀS 07:00

COM: JÚLIA PINHEIRO E JOÃO PAULO RODRIGUES...

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