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RUI VILHENA CRÍTICA FALTA DE DIVERSIDADE DE AUTORES PORTUGUESES

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


O legado de 'Avenida Brasil'...

Pode não ser "tudo culpa da Rita", mas, se o futuro da teledramaturgia brasileira (e não só) for diferente, é certamente por culpa de "Avenida Brasil". O patamar, não só o das audiências mas também da exigência do público, está mais alto. "Salve Jorge", novela da autoria de Glória Perez protagonizada por Rodrigo Lombardi, Cláudia Raia, Murilo Rosa e Giovanna Antonelli, e sucessora da trama de João Emanuel Carneiro, está no lugar onde poucos desejavam estar. O primeiro episódio registou 35 pontos de média, ainda assim, dois pontos abaixo da estreia de "Avenida Brasil".

Rui Vilhena desvaloriza as comparações e alerta para o facto de o fator autoral ter grande importância no Brasil... "A Globo tem uma coisa muito boa. Os autores têm tipos completamente diferentes. Se esta fosse outra novela policial, talvez fosse ingrato, mas como é uma novela completamente diferente, não", explica o guionista, acrescentando... "Aqui, em Portugal, às vezes, ficamos com a sensação de que estamos sempre a ver a mesma novela. Pelo menos, é uma das críticas que mais ouço", aponta Vilhena.

"Não dá para esperar uma Avenida Brasil de Glória Perez", adverte Maria Immacolata Vassallo de Lopes. A especialista em ficção televisiva recusa comparar os dois produtos de ficção, mas assinala que "Avenida Brasil" foi um marco histórico. "A novela conseguiu captar o momento que estamos a viver e por isso se tornou esse fenómeno, à semelhança do que Roque Santeiro [1985] e Vale Tudo [1988] fizeram no seu tempo".

Com dois milhões de fãs no Facebook e 110 mil seguidores no Twitter, Gina Indelicada, personagem fictícia criada por Ricck Lopes, um estudante de Publicidade de 19 anos, e que se tornou uma espécie de comentadora oficial de Avenida Brasil nas redes sociais, está triste. "Não vou assistir a Salve Jorge em luto por Avenida Brasil". Parece exagero, mas não é, como constata a coordenadora do Obitel. "O luto do público tem que ver com o facto de as pessoas terem convivido oito meses com aquelas personagens que lhes entraram em casa. Vamos ter saudades intelectuais, da falta que vai fazer Avenida Brasil. Mas acabou."

Fonte: Noticias TV


RUI VILHENA TAMBÉM ESCREVEU "FINA ESTAMPA"

quarta-feira, 23 de maio de 2012



Rui Vilhena: seis meses de trabalho e lazer no Brasil. A novela “Fina Estampa” levou o autor que fez várias novelas de sucesso em Portugal, Rui Vilhena a mudar-se para o Rio de Janeiro...
Responsável pelos guiões de alguns dos maiores êxitos da ficção nacional, na TVI, Rui Vilhena recebeu no ano passado um convite irrecusável para ir trabalhar para o Brasil. Chamado a colaborar com Aguinaldo Silva na novela “Fina Estampa”, produzida pela TV Globo, o autor português mudou-se do Estoril para o Rio de Janeiro, onde passou seis meses.
Rui Vilhena não teve a menor dificuldade em adaptar-se ao estilo de vida carioca, pois passou a juventude no Rio. “Foi como voltar a casa 30 anos depois”, afirmou. Como recebeu a visita da mulher, Denise, e do filho, Gabriel, suportou bem as saudades.
Apesar de o trabalho lhe ter ocupado a maior parte do tempo, Rui aproveitou a estada para “curtir ao máximo a cidade, que é, sem dúvida, uma das mais bonitas do mundo”. Além das idas quase diárias à praia do Leblon, ele viu muitos espetáculos de música e teatro. “Isso é fundamental na minha profissão.”
“Enturmadíssimo” com a equipa de “Fina Estampa”, Rui Vilhena participou em várias festas e eventos relacionados com a novela, tendo feito novos amigos entre os atores.  “A vida social no Rio é muito intensa”, comentou o autor, que espera   em breve voltar a trabalhar no Brasil.
Fonte: Ativa

Olhar a SIC - 2ª parte

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Tozé Martinho já demonstrou que gostava ver finalizado o seu contrato com a TVI, para se mudar para a SIC. Rui Vilhena também já demonstrou esse desejo. Achas que contar com estes dois autores seria bom para a SIC?Obviamente que eu considero que seria muito bom para a SIC. Estes dois autores de novelas são já autores consagrados, tanto pelas suas obras, como pelos espectadores. Se a SIC pudesse contar com eles seria muito bom para a ficção da estação, pois são dois autores com linhas de escrita diferente, logo daria uma maior variedade nas histórias das novelas portuguesas da SIC. A estação de Carnaxide ficaria a contar com Pedro Lopes, autor de “Perfeito Coração” e “Laços de Sangue”, Manuel Arouca, autor de “Podia Acabar o Mundo”, Tozé Martinho, autor de êxitos como “Dei-te Quase Tudo” e “A Outra” e Rui Vilhena, que escreveu “Ningúem como Tu” e “Tempo de Viver”. Seriam certamente dois nomes de peso na ficção nacional da SIC.

Também Rui Vilhena quer ir para a SIC?

sábado, 13 de novembro de 2010

Rui Vilhena já terá confessado junto dos seus amigos mais próximos a vontade de mudar de ares e de aceitar novos desafios.
Vilhena é amigo de Gabriela Sobral, a antiga braço-direito de José Eduardo Moniz na TVI e que há dois meses saiu desta estação para aceitar o cargo de directora de Produção da SIC. "Sou amiga do Rui, acho que ele é um excelente autor, mas a questão não se coloca agora, porque ele está a escrever uma novela para a TVI", afirmou ao DN Gabriela Sobral, reconhecendo que "a SIC está a mexer e está atenta".
Confrontado pelo DN com este cenário, o director de Programas da TVI preferiu o silêncio. "Não tenho nada a dizer sobre isso", disse André Cerqueira.

MARCAMOS O ARRANQUE DE CADA DIA: ÀS 07:00

COM: JÚLIA PINHEIRO E JOÃO PAULO RODRIGUES...

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