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CONHEÇA O ELENCO FIXO DO "VALE TUDO 2"...

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014


Programa estreia já domingo à noite...

Na SIC já se fazem os últimos preparativos para a grande estreia, e depois de vários nomes avançados pela imprensa, chega agora a lista oficial de estrelas da segunda edição do "Vale Tudo".

Para o elenco fixo do programa várias caras bem conhecidas aceitaram o desafio de participar aos domingos à noite no programa que diverte toda a familia. Entre repetidos e estreantes, todos prometem dar o seu melhor onde o lema é "Vale Tudo".

Deste modo, e começando pelos repetidos continuam no programa: César Mourão, Inês Castel-Branco e Rui Unas. 


Já os estreantes são: 

Vera Kolodzig, atriz que vem da TVI onde protagonizou vários sucessos de ficção como "Jardins Proibidos". 

Pedro Granger, ator e apresentador, está atualmente na telenovela "Sol de Inverno" da SIC. 

Ana Guiomar, atriz presença assídua nas telenovelas da SIC, a última foi "Dancin Days".

João Paulo Rodrigues, humorista e apresentador, recente contratação da SIC vindo da TVI, vai acumular o programa com a apresentação do "Queridas Manhãs". 

Dânia Neto, atriz, está atualmente no elenco da telenovela "Sol de Inverno" na SIC.


De salientar que, à exceção de Vera Kolodzig e João Paulo Rodrigues que vieram da TVI, todos os outros estreantes foram ao "Vale Tudo" como convidados na primeira edição do formato.

"Vale Tudo" estreia domingo à noite com apresentação de João Manzarra.


Gosta das novas caras do "Vale Tudo"?

"DANCIN DAYS" VAI FAZER HISTÓRIA AO EMITIR UM BEIJO HOMOSSEXUAL

segunda-feira, 8 de abril de 2013


Dois homens e um beijo para despir a TV de preconceitos...

A SIC volta a arriscar e a inovar na ficção nacional e vai exibir um beijo entre os personagens "Germano" e "Aníbal" em "Dancin Days". O autor explica que a cena é natural. O presidente da ILGA congratula-se, mas frisa que ainda há um "longo caminho a percorrer"...

Um casamento, geralmente onde se reúne todo o elenco, é uma cena quase obrigatória no final de uma novela. Mas o casamento de um casal homossexual com beijo na boca incluído é uma autêntica estreia na ficção nacional. E é precisamente isso que os espectadores da SIC vão poder ver no final de "Dancin Days", que está previsto acontecer em Setembro. 


Na reta final da trama, os personagens "Aníbal" (Vítor Norte) e "Germano" (Paulo Pinto) vão oficializar a sua relação e beijam-se perante os convidados.

Ainda que não seja uma cena comum na ficção portuguesa, Pedro Lopes, autor da novela, encara a situação com naturalidade... "Para mim, essa parte [o beijo] é a que menos me interessa [risos]. O beijo é uma demonstração de afeto normal num casal, seja ele hetero ou homossexual. Vejo isto como um afeto e não como algo que tem o objetivo de chocar ou de ser o primeiro a fazê-lo".

Para Paulo Côrte-Real, presidente da ILGA (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero) o facto de a SIC vir futuramente a exibir um beijo de um casal homossexual é motivo de regozijo, mas não apaga o longo caminho que ainda há a percorrer... "O facto de isto ser notícia só prova que a homossexualidade ainda não é um tema assim tão banalizado como deveria ser. Mas é muito positivo que estas cenas sejam exibidas e espero que se repita mais vezes no futuro".

O ator Paulo Pinto, que em "Dancin Days" dá vida a "Germano", revelou à revista Noticias TV que "foi fácil" gravar a cena em que teve de trocar um beijo com Vítor Norte... "Eu e o Vítor [Norte] tínhamo-nos conhecido no "Equador" [em reposição na TVI], ficámos 2 meses no Brasil e tornámo-nos amigos na altura. Quando soube que ia contracenar com o Vítor fiquei satisfeito, já havia entre nós alguma cumplicidade e gosto muito do trabalho dele. Além disso, sentirmo-nos à vontade com os nossos colegas é muito importante, principalmente num caso destes que é muito delicado. Isso foi logo meio caminho andado".

A homossexualidade tem sido um tema cada vez mais recorrente na ficção portuguesa e são raras as novelas em que não exista pelo menos uma personagem com esta orientação sexual. Pedro Lopes dá a sua justificação... "Estes temas só começam a aparecer na ficção porque cada vez mais as pessoas aceitam. E, por outro lado, as pessoas aceitam porque a ficção também tem tido um papel importante".

Na versão original de "Dancin Days", que foi exibida pela TV Globo no Brasil em 1978 e 1979, não existia este casal homossexual. Pedro Lopes reconhece que no Brasil este é um tema sensível... "Há mais censura. Tem havido uma grande resistência nas várias novelas que tentaram ter personagens homossexuais e muitas vezes essas personagens têm sofrido alguma alteração ou uma diminuição de importância".

Paulo Pinto não tem dúvidas de que as novelas têm como função entreter e também educar o público. Nesse sentido, o ator que dá vida a "Germano" destaca que as novelas podem "desmistificar certos buracos negros" que existem na nossa sociedade e diz que a reação do público no dia em que o beijo for para o ar é uma incógnita... "Aqui, em Lisboa, acho que a reação vai ser mais normal, mas no interior pode haver algumas pessoas que fiquem incomodadas por ver dois homens a beijarem-se".

O presidente da ILGA aplaude que a ficção nacional inclua cada vez mais personagens homossexuais nas tramas, mas deixa um alerta para a falta de diversidade... "É muito mais comum vermos homossexuais retratados nas novelas através do sexo masculino do que do sexo feminino. Outra questão prende-se com os transexuais, que são uma minoria ainda mais minoritária, passo a redundância. E é preciso que estas pessoas também tenham visibilidade na ficção e se revejam nas histórias", diz Paulo Côrte-Real.

Tanto o autor Pedro Lopes como o ator Paulo Pinto garantem que têm recebido um feedback muito positivo do público. No caso do autor, por ter dado a conhecer a realidade da mulher e dos filhos de um homem que a dada altura assume a homossexualidade e, no caso do ator, pela sua naturalidade na novela de Horário Nobre da SIC.

Homossexualidade na ficção sim, mas com moderação...

Se é verdade que as novelas abordam cada vez mais personagens homossexuais, o mesmo não significa que se tenha tornado um tema banal ao ponto de os autores as tratarem como as heterossexuais. Custódia Gallego, que em "Dancin Days" dá vida a "Áurea", mulher de "Aníbal" (Vítor Norte), reconhece que a TV "tem medo de chocar", uma vez que "o objetivo dos canais de televisão é agradar às pessoas".

Na novela "Podia Acabar o Mundo", da SIC, Ana Guiomar e Diana Chaves também trocaram um beijo e o tema deu que falar na altura... "Podíamos ter dado muito mais para aquilo realmente fazer sentido. Acho até que foi pouco explorado, podíamos ter tido uma relação muito mais forte", adianta Ana Guiomar.

Na série juvenil "Morangos com Açúcar", que foi exibida na TVI, o beijo entre casais homossexuais esteve para ir para o ar por duas vezes, mas acabou por ser censurado. A atriz Ana Brinca, que fazia par romântico com Adriana Faria, afirmou na altura que gostava de que a cena fosse exibida, o que acabou por não acontecer. Também os atores Miguel Santiago e Carlos Malvarez, que deram vida a um casal homossexual na mesma série, não tiveram oportunidade de ver no ar a cena do beijo das suas personagens.



"OS MORANGOS DERAM-ME UM RECONHECIMENTO MAIOR"

segunda-feira, 18 de junho de 2012



Com quase dez anos de carreira, a atriz é uma das apostas do remake da novela Dancin’Days, na SIC.


Sem meias-palavras, Ana Guiomar revela à VIP que os tempos difíceis que o País atravessa, principalmente na área das artes, não a fazem desistir da sua carreira. “Nada é seguro”, diz, no entanto é otimista e quer acreditar que é possível viver da representação. A namorar há seis anos com o também ator Diogo Valssassina, a jovem confessa que ele tem sido o seu principal pilar ao longo da carreira. Aos 23 anos, a atriz, que integra o elenco da nova novela da SIC, Dancin’Days, revela-se tranquila e feliz.

Entrará no remake de Dancin’ Days. Como será esse novo papel?
Ana Guiomar – A personagem é extremamente interessante e divertida de se fazer. Vai ser muito bom. Estou a trabalhar com gente com quem já tinha trabalhado. A cumplicidade e o à-vontade são muito maiores.

Foi nomeada para Melhor Atriz pela Sociedade Portuguesa de Autores com a peça Purga. Como recebeu a notícia?
Foi muito bom, sem dúvida alguma. Adorei estar na peça e já tenho muitas saudades de a fazer. A nomeação foi uma coisa que não estava minimamente à espera. Tive pouca experiência em teatro, aliás, esta foi a única peça que fiz. Já tinha feito Confissões de Adolescente, mas não tinha nada a ver. Não estava mesmo à espera. É sempre bom quando o nosso trabalho é reconhecido.

Também participou na curta-metragem Beija-me Depressa, nomeada para o Festival de Cinema de Taiwan. Como reagiu?
Foi muito bom para o realizador que está a começar e para a formação dele. Gosto muito de apoiar as pessoas que estão a começar na realização. Gosto de fazer as curtas do Conservatório, da Lusófona ou de projetos de produtoras independentes. Há trabalhos muito interessantes e pessoas com ideias muito valiosas. Se todos apoiarmos, daqui a uns anos podem mesmo vir a ser o futuro.

Considera que o fator sorte foi importante para a sua entrada no mundo da representação?
Em tudo é preciso sorte. Até para se ser advogado ou médico. Mas antes da sorte, vem também a cabeça. Morangos Com Açúcar foi uma experiência que adorei. Há muita gente que é contra, outros que são a favor, outros que dizem mal e outros que dizem que nunca passariam por lá e depois acabam por passar. Nos Morangos aprendi praticamente a técnica toda. É uma grande escola. Nos projetos seguintes podemos pôr em prática tudo aquilo que absorvemos. O fator sorte conta, claro, porque no primeiro casting é preciso ter alguma sorte. Daí para a frente, se acreditarmos em nós, se não quisermos tudo muito depressa e se gerirmos bem as coisas é possível fazer uma carreira. Quero acreditar que consigo viver como atriz ainda alguns anos. Gostava de viver o resto da vida, mas se não for possível, pelo menos mais uns anos.

Tem saudades dessa época inicial na representação?
Tenho muitas saudades. Costumo dizer que se tivesse o poder de me enfiar numa máquina do tempo não me importava nada de passar por lá mais dois ou três dias. Era muito mais inconsciente, era tudo muito mais fácil, não tínhamos tantos problemas, era muito bom.

Se não tivesse entrado nos Morangos Com Açúcar, acha que estaria nesta área ou teria enveredado por outra?
Não sei, porque antes disso já tinha feito alguns castings e pequenas participações. Não sei se tinha chegado tão rapidamente onde queria e aos projetos que cheguei. Claro que os Morangos deram-me um reconhecimento maior pela popularidade da série e pelas pessoas que a viam, que eram crianças. Ajudou-me bastante, foi um veículo ótimo e acho que ainda hoje está a ser um veículo muito bom para muita gente.

O que gosta mais de fazer na representação?
Gosto de todas as áreas. Tenho muito pouca experiência de cinema a nível profissional. Tirando A Vida Privada de Salazar, tudo o que fiz foram sempre projetos low budget e com pessoas inexperientes no meio. Comecei nos Morangos, por isso é muito difícil para mim dizer que não gosto de televisão. Gosto de televisão, da rapidez, do processo, do fazer 20 a 30 cenas por dia, do vestir e despir depressa. Gosto muito do ambiente e das pessoas. Sinto-me muito bem e confortável. O teatro foi uma experiência recente. Gostei muito, apesar do primeiro mês de ensaios ter sido um processo muito duro para mim, quer a nível psicológico, quer a nível físico. Nunca achei que conseguisse fazer uma personagem tão densa e não acreditava em mim ainda o suficiente para o conseguir fazer. Foi graças às pessoas do Teatro Aberto, que acreditaram em mim antes de eu própria acreditar. Isso foi muito importante. Gostava muito de repetir a experiência a nível de teatro. Acho que agora iria encarar as coisas de outra forma, iria estar mais relaxada e menos ansiosa. Mas acho que isso faz parte e até torna as coisas mais interessantes.

Já ponderou ir para fora estudar representação ou até mesmo trabalhar?
Nesta fase não era capaz de o fazer. Sou muito ligada à minha família e não era capaz de me ausentar durante um ano ou dois para ir para os EUA estudar, até porque acho que a formação lá é boa, mas é mais a nível pessoal e para o nosso trabalho de casa. O trabalho cá não tem nada a ver com o método de lá. Eles fazem cinema, têm um orçamento gigante e é tudo muito diferente. Se fosse estudar para fora, talvez fosse para Madrid, que é bastante perto e também tem cursos muito bons. O Brasil também seria uma boa hipótese porque fazem muitas novelas e está muito mais direcionado para o nosso mercado. Mas se conseguisse juntar um bom dinheiro e se pudesse tirar dois anos de férias, até podia ir para os EUA, mas tinha de vir cá de vez em quando porque sou muito ligada à família.

Aos 23 anos, pode gabar-se de já ter uma carreira. Como têm sido estes quase dez anos?
Gostei de todos os projetos que fiz, assim como de todas as personagens. Os processos foram todos bons. Nunca tive um grande período sem saber o que iria fazer a seguir. Já experimentei os três canais. O balanço é muito positivo. Não sou nada daquelas pessoas que se queixam. Se este ano for tão bom como o ano passado ou como o anterior já é muito bom.

Quais são as suas perspetivas enquanto atriz?
Quero muito acreditar que é possível viver disto. As culturas e as artes estão um bocadinho tremidas neste país, mas gostava de acreditar que é possível viver disto em Portugal e se não for a fazer televisão, que seja a fazer teatro ou locuções. Gosto mesmo muito daquilo que faço.

Via-se a fazer outra coisa que não isso?
Sim. Não sou daquelas pessoas que diz que não se via a fazer mais nada. Via, se calhar até via. Não me importava de ter um estabelecimento para gerir, mas não seria para lá estar todos os dias.

Tem o 12.º ano, mas tal como referiu “para o país que temos já é bom”. Os seus pais sempre a apoiaram neste caminho para a representação?
Quando entrei nos Morangos estava no 8.º ano. Fiz a escola toda durante as gravações, portanto os meus pais sempre me apoiaram. Ao início eles nunca acreditaram que eu pudesse seguir isto. Acharam que eu iria fazer os Morangos e que quando acabasse não iria ter mais convites. Nem sequer punham essa hipótese porque achavam que era tudo uma brincadeira e que depois seguia o meu caminho normal. Ia para a faculdade ou acabava o 12.º ano e ia trabalhar noutra coisa. Quando perceberam, tiveram dúvidas e receios, mas acho que em qualquer área uma pessoa que seja mãe ou pai hoje em dia tem receios. Nada é seguro.

Namora há seis anos com o Diogo Valsassina. É uma relação que começou nos Morangos. Ele tem sido o seu pilar neste seu crescimento?
Sim, ele tem sido um dos meus pilares. Porque a casa é composta por vários. A minha relação com o Diogo é ótima. Temos uma relação acima de tudo de amizade. Antes de começarmos a namorar, já éramos amigos e isso foi muito bom para nos conhecermos bem. É uma relação de respeito e de confiança. Divertimo-nos imenso, sabemos rir-nos de nós próprios, não vamos juntos a todo o lado, cada um tem a sua vida, ajudamo-nos um ao outro com algumas críticas. E basicamente é isso. É muito simples e muito natural.

Há dois anos que vive com ele. Como foi essa mudança?
Foi boa. Nós já nos conhecíamos. Ele já ficava em minha casa porque eu morava sozinha. Também foi uma coisa natural. Foi ficando a escova de dentes, o pente, as calças, os ténis e pronto...

Aos 18 anos, dizia que ainda não pensava em casar e ter filhos, mas que adoraria chegar aos 80 anos e ter a casa cheia de filhos e netos. Ainda pensa assim?
Sim, gostava. Impressiona-me aquelas pessoas que morrem sozinhas e que ficam sozinhas no fim da vida. Por acaso é uma coisa que me faz pensar. Nós, aos 30 anos, estamos tão bem fisicamente e com tanta energia para apostar tudo na nossa carreira que começamos a ter filhos cada vez mais tarde e às vezes o cada vez mais tarde, nem sequer chega lá. Há pessoas que não têm relógio biológico, eu não sei se tenho ou não, ainda não tocou aqui para estes lados, de facto. Mas a solidão é uma das coisas que me faz confusão. Vejo também pelos meus avós. É tão bom o Natal. As árvores têm de dar frutos.


E antes de ter filhos, pondera casar?
Só se for pela festa, mas não é uma coisa que eu perdesse três ou quatro meses a preparar ou que gastasse 30 ou 40 mil euros. Nunca! Preferia dar a volta ao Mundo!

Dizia com a mesma idade que era bom que não faltasse trabalho, mas que não se importaria nada de um dia ser rica, ter um iate e uma casa com 30 guarda-roupas.
Acho que ninguém se importava.

Tendo isso, o que faltaria para ser realmente feliz?
Tanta coisa... Adorava ter cinco ou seis cães. Adorava que a minha família tivesse toda saúde e que vivesse confortavelmente e muito bem até ao fim. Gostava de dar continuidade à família.

Qual é o seu maior receio?
Tenho muito medo da morte. Nunca perdi ninguém muito próximo. Acho que esse é mesmo o meu maior receio porque ainda não me conheço a esse nível. Já perdi alguns amigos, uns até públicos, mas assim familiares com quem esteja todos os dias nunca perdi. Perder alguém é o meu maior medo.

Um sonho... Cada dia surge um... Toda a gente sonha ganhar um Óscar ou fazer um filme em Hollywood. Mas isso já nem considero sonhos, porque já é um cliché que toda a gente na minha profissão diz. É ter trabalho e continuar como eu sou.

Fonte: VIP

Ana Guiomar é contra as modas

quinta-feira, 8 de março de 2012

Atriz acha ridículo que de repente todos gostem das mesmas coisas...
Aos 23 anos, Ana Guiomar é uma jovem muito decidida e de ideias definidas. Proclama-se contra as «modas» e até acha ridículo que de repente toda a gente goste exatamente das mesmas coisas.
«De repente toda a gente gosta de sushi, de tomar brunch ou da Lana del Rey.... É parvo e ridículo, toda a gente frequentar os mesmos sítios e publicitar a mesma marca de botins, e dizer que tem isto ou aquilo no Facebook», sublinha a atriz.
Ela, pelo contrário, não tem problemas em admitir que adora as tarefas do lar, apesar de isso ser considerado antiquado hoje em dia.
A viver um romance bastante sólido com o também ator Diogo Valsassina, desde que os dois participaram na série «Morangos Com Açúcar» da TVI, onde se conheceram e apaixonaram, Ana Guiomar admite que os dois não são muito adeptos de saídas sociais e que evitam aparecer juntos em público.
«Acho que um ator se deve manter apetecível e não andar a gastar a imagem em festas, e o Diogo ainda é mais reservado do que eu. Para além disso, na maioria dos eventos, perguntam-nos sempre se estamos a pensar casar e ter filhos, o que é ridículo tendo em conta a nossa idade», confessa.
A preparar-se para participar no novo projeto de ficção da SIC, o remake da novela«Dancin'Days», a atriz confessa-se entusiasmada, apesar de ainda nem ter nascido quando o original brasileiro passou em Portugal, no início dos anos 80.
«Eu ainda não era nascida. A minha personagem não existia no original e a novela será bastante adaptada aos dias de hoje», conclui Ana Guiomar.

Ana Guiomar entusiasmada com "Dancin'Days"

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

 

A atriz está a preparar a sua nova personagem para a SIC.

Ana Guiomar está confirmada no remake de "Dancin' Days", que arranca em 2012. "Ainda não sei muito sobre o projeto", confessou. Contudo, a atriz está muito satisfeita com este novo trabalho. "Fico muito contente por poder fazer parte do projeto e ainda mais por continuar a trabalhar para a SP e SIC, que é uma casa onde me sinto bastante confortável. A história, sinceramente, não conheço. Não sou do tempo do "Dancin' Days". Sei que é um remake e estou muito curiosa para ver como vão adaptar".

Até ao início das gravações, a atriz aproveita para descansar e namorar.

Ana Guiomar de volta ao trabalho

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A actriz Ana Guiomar partilhou na sua página do Facebook que está de regresso ao trabalho. "Não vou à piscina, mas vou trabalhar para ter uma piscina própria. Está tudo ligado. Só temos de pensar positivo" escreve. A actriz iniciará esta segunda-feira as suas gravações em 'Caminho da Felicidade', quem tem apresentação marcada para esta sexta-feira.

Ana Guiomar garantida na SIC

quinta-feira, 3 de junho de 2010

A actriz Ana Guiomar que dá a pele à personagem Maria da Luz em Perfeito Coração vai integrar o elenco da próxima novela da SIC (e da Globo). Ana Guiomar merece! É uma revelação na representação, tal como Ana Nave com o papel de Rosa na novela da SIC que se encontra nos últimos episódios.

Padrinhos da marcha da Voz do Operário

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Ana Guiomar e Miguel Costa, que fazem parte da novela Perfeito Coração da SIC, são este ano os padrinhos da marcha da Voz do Operário. Uma noite bem divertida em Lisboa, que ainda não tem televisão oficial.

Agora no cinema

sábado, 27 de março de 2010

Após uma curta pausa, depois de terminar Perfeito Coração, Ana Guiomar prepara-se para fazer uma curta-metragem, Beija-me Depressa, da autoria de José Ricardo Lopes.

MARCAMOS O ARRANQUE DE CADA DIA: ÀS 07:00

COM: JÚLIA PINHEIRO E JOÃO PAULO RODRIGUES...

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