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"GUERRA FRIA" INSTALADA NA INFORMAÇÃO DA SIC

segunda-feira, 3 de junho de 2013


Maria João Ruela não terá gostado das alterações na informação da SIC ao fim de semana...

Depois da reestruturação do "Jornal da Noite" de Sábado e Domingo na SIC, no inicio de 2013, levada a cabo por Alcides Vieira, Diretor de Informação da SIC, que entregou a Pedro Mourinho a coordenação do "Jornal" de Domingo, o ambiente na redação da SIC terá ficado comprometido. Segundo notícia a revista TV7 Dias, um alegado descontentamento da jornalista Maria João Ruela, por perder o posto para o seu colega, está na base da situação. 

A jornalista que coordenou durante 5 anos os "Jornais" do fim de semana na SIC, perdeu para Pedro Mourinho os blocos informativos de Domingo, um dos mais importantes segmentos da estação por concorrer directamente com os comentários do Professor Marcelo Rebelo de Sousa na TVI. Maria João Roela ficou apenas responsável pelos informativos de Sábado.

A decisão terá desagradado a pivot da SIC, apesar de alegadamente nunca ter demonstrado explicitamente o seu desconforto. 

No entanto, as alegadas polémicas nos corredores das redacções informativas da SIC e SIC Notícias, não terminam no descontentamento de Maria João Ruela.

Segundo o site do grupo Impala, também os alegados lobbies que afastaram a jornalista que habitualmente apresenta as edições dedicadas ao Desporto, Rosa de Oliveira Pinto, da final da Liga Europa, que opôs o Sport Lisboa e Benfica e Chelsea, em Amesterdão, melindram o ambiente entre os jornalistas da estação.

O que é facto é que as mudanças no "Jornal da Noite" de Sábado e Domingo, ainda não se refletiram nas audiências, e a SIC continua a perder por muito nestes dias para os informativos da TVI.


SIC PREPARA GRANDE OPERAÇÃO PARA A FINAL DA "LIGA EUROPA"

segunda-feira, 13 de maio de 2013


A SIC vai transmitir na próxima Quarta-feira o jogo de futebol da final da "Liga Europa" entre o Benfica e o Chelsea e prepara uma grande operação televisiva...

O inicio do jogo está marcado para as 19:45, em direto de Amesterdão e vai envolver vários canais do grupo SIC, Nomeadamente a SIC generalista, SIC Noticias, SIC Online.

A operação da SIC começa logo pela manhã, e vai estender-se por todo dia até ao horário do jogo com uma programação especial dedicada ao futebol. A equipa de jornalistas da SIC na Holanda vai acompanhar em direto aquele que é o acontecimento desportivo mais importante do ano, dada a sua dimensão europeia e internacional, pelas equipas envolvidas, e por uma ser portuguesa!

Os jornalistas da SIC acompanharão a par e passo as duas equipas desde o momento da chegada a Amesterdão até à festa que se seguirá depois da entrega da taça. Os treinos, as entrevistas, as conferências de imprensa, as  reportagens especiais feitas em Lisboa, Londres e Amesterdão, os adeptos dos dois clubes, todos os momentos desta grande festa do futebol europeu, antes, durante e depois do jogo, terão cobertura permanente nas emissões da SIC e da SIC Notícias e desenvolvimento especial no site informativo da estação.

Pedro Mourinho é o pivot que vai comandar toda a emissão informativa a partir da Arena de Amesterdão, este que é o palco do jogo. Ele vai ser o rosto de uma mega operação que conta com 50 profissionais entre jornalistas, repórteres, editores de imagem, realizadores, produtores e todos os profissionais que garantem a transmissão, nomeadamente dos carros de exteriores que asseguram os diretos, os satélites, o som e a imagem.

Ao todo, vão estar ao serviço da transmissão da SIC 36 câmaras no estádio. Além dessas haverá mais 6 só para personalizar a emissão da SIC e da SIC Notícias. A narração do jogo estará a cargo de Luís Marçal e os comentários serão de João Rosado.

A equipa de jornalistas é coordenada pela editora de Desporto da SIC, Elisabete Marques, e é composta por Nuno Luz, Nuno Pereira, Anselmo Crespo, Filipa Pereira, Miguel Mota, José Vaio, Paulo Cepa, Vítor Caldas e Franco Santos. A produção está a cargo de Daniel Sabino e Dulce Gomes e a realização de Miguel Franco Dias.

Em Lisboa, no Porto, em todas as capitais de distrito e em várias cidades europeias, a SIC mobilizou dezenas de equipas de correspondestes para acompanhar esta grande final europeia da "Liga Europa".

Esta Quarta-feira, às 19:45, "Benfica-Chelsea" na final da "Liga Europa" na SIC.





RUBRICA: "DEBATE SEMANAL" - O NOVO "JORNAL DA NOITE"

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Seja bem-vindo ao "Debate Semanal"!

Tema desta Semana: Novo "Jornal da Noite" de Domingo


Com o objetivo de melhorar a competitividade do "Jornal da Noite" ao Domingo, a SIC decidiu implementar um novo estilo no principal informativo deste dia, que tem uma forte oposição do "Jornal das 8" da TVI com os comentários de Marcelo Rebelo de Sousa.

Pedro Mourinho foi o profissional escolhido para a nova aposta da SIC. Um magazine informativo que não pretende ser um noticiário comum, mas que contém uma forte componente de reportagem e reflexão, rubricas e curiosidades.

As alterações no "Jornal da Noite" de Domingo parecem estar a surtir efeito nos espectadores, e o noticiário das SIC tem vindo nos últimos Domingos a conquistar mais espectadores, tendo chegado a ultrapassar o seu principal rival no passado Domingo.

E você, gostou do novo "Jornal da Noite" de Domingo na SIC? Acha que ele está agora mais interessante e apelativo? Ou pelo contrário, não gosta do novo modelo?

Está aberto o "Debate Semanal"...


LUÍS MARQUES SATISFEITO COM O "JORNAL DA NOITE" DE DOMINGO

terça-feira, 22 de janeiro de 2013


Luís Marques, Diretor Geral da SIC, comentou ao jornal Diário de Noticias a primeira vitória do novo "Jornal da Noite" de Domingo, apresentado por Pedro Mourinho...

"Foi um excelente resultado. Obviamente que também teve a ajuda do fim de Gabriela, mas a verdade é que o Jornal da Noite desde que foi reformatado e que está a ser apresentado pelo Pedro Mourinho, tem vindo a subir, já tinha subido no domingo anterior",

Luís Marques afirmou ainda... "É indiscutível o mérito do jornal. É um formato diferente, com maiores preocupações de reportagem, em refletir sobre a semana de forma bastante criativa e acho que é um bom produto para o fim de semana".

Sobre o futuro da nova aposta da informação da SIC, que tem concorrência pesada do "Jornal das 8" da TVI com comentários de Marcelo Rebelo de Sousa, o Diretor da SIC disse que... "Não sei se será para ganhar, mas será para ser competitiva, isso sem dúvida nenhuma".


"JORNAL DA NOITE" BATE "JORNAL DAS 8" DA TVI COM MARCELO

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


O novo "Jornal da Noite" de Domingo bateu ontem o seu rival da TVI.

Ao 3º Domingo o informativo da SIC conseguiu ter mais audiências que o seu concorrente na TVI, que conta neste dia com os comentários de Marcelo Rebelo de Sousa.

Veja as audiências do horário dos principais informativos da noite...

1º lugar: SIC "Jornal da Noite" 16.2% de número de espectadores e 31.4% de share

2º lugar: TVI "Jornal das 8" 14.8% de número de espectadores e 28.3% de share

3º lugar: RTP1 "Telejornal" 4.7% de número de espectadores e 9.2% de share

O "Jornal da Noite" da SIC apresentado por Pedro Mourinho foi vencedor destacado sobre o "Jornal das 8" conduzido por Judite de Sousa na TVI.

Fonte: GfK


"JORNAL DA NOITE" DE DOMINGO SUBIU EM ESPECTADORES

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013


Novo "Jornal da Noite de Domingo" subiu em espectadores na sua estreia...

Foi na noite deste Domingo que a SIC mudou o seu principal espaço informativo do dia, apresentado por Pedro Mourinho, num estilo mais personalizado, o "Jornal da Noite de Domingo" teve mais espectadores e aproximou-se do líder que continuou a ser o "Jornal das 8" da TVI.

O "Jornal da Noite" na SIC conseguiu 14.0% de rating e 26.8% de share, com 1.330.000 espectadores obteve a segunda posição no horário.

Já o "Jornal das 8" da TVI teve 15.9% de rating e 30.3% de share, registou 1.510.500 espectadores vencendo o horário. Em terceiro e último lugar do horário posicionou-se o "Telejornal" da RTP1 com apenas 4.7% de rating e 9.0% de share, foi visto por 446.500 espectadores.

O novo formato informativo da noite de Domingo na SIC, foi o terceiro programa mais visto do dia.

Fonte: CAEM/GfK

Veja o novo "Jornal da Noite de Domingo"...

ELES ESTÃO PRONTOS PARA OS NOTICIÁRIOS DE SÁBADO E DOMINGO

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013


A SIC decidiu tornar os noticiários de sábado e domingo mais competitivos e apelativos, e por isso já a partir deste fim de semana vão existir algumas mudanças, que serão maiores no "Jornal da Noite" de domingo...

Assim, Maria João Ruela vai ser a cara do "Primeiro Jornal" e do "Jornal da Noite" aos sábados... "Já faço o fim de semana à noite. A diferença é que, agora, vou dividi-lo com o Pedro. Eu assumo o sábado na totalidade e ele faz o mesmo ao domingo. A ideia é personalizar um bocadinho o Jornal da Noite à semelhança dos pivôs responsáveis, fazer um refresh, uma evolução na continuidade", referiu Maria João à revista TV Mais.

Maria João Ruela revelou que o formato dos noticiários da SIC no fim de semana vai ser tipo um magazine... "Nesses dias, as pessoas têm uma disponibilidade diferente para ver televisão, por isso, vamos aproximar-nos de uma revista, com conteúdos informativos, mas que, de alguma maneira, também sirvam para entreter. Não teremos apenas as notícias puras e duras".

O "Jornal da Noite" de sábado vai incluir a rubrica "Perdidos e Achados", roteiros gastronómicos, reportagens, propostas para sair... "Vou tentar inovar, mas também depende muito do que acontecer, pois a nossa base de trabalho é a realidade", garante Maria João Ruela.

Já Pedro Mourinho vai ficar responsável pelo "Primeiro Jornal" e pelo novo "Jornal da Noite" dos domingos... "É um desafio, sabendo, à partida, que não há caminhos fáceis. Ao domingo, o desafio é maior, pois é um dia em que a SIC tem, necessariamente de, obter melhores resultados".

Pedro Mourinho revelou que... "O Primeiro Jornal não sofrerá grandes alterações, o das 20h00 é que é personalizado". O "Jornal da Noite" ao domingo vai ser o magazine da SIC na informação... "Tem um cenário novo, vou dar-lhe uma linguagem televisiva que de alguma forma seja inovadora".

Este novo "Jornal da Noite" vai ter rubricas de Jorge Pelicano, de Ana Sofia Fonseca, de Bernardo Ferrão e Anselmo Crespo, e ainda contará com reportagens de Pedro Mourinho tal como aconteceu no especial informativo da comemoração dos 20 anos da SIC.

A duração deste novo informativo da SIC terá... "Uma hora e quarenta, mais ou menos. Tem havido muita discussão sobre quanto tempo deve ter um jornal, e de facto todos os jornais das oito têm uma longa duração", disse Pedro.

As noites de domingo passam a ter ainda mais competitividade, entre SIC e TVI, agora na informação... Visto que a TVI tem ao domingo à noite no seu "Jornal das 8" o espaço de comentários de Marcelo Rebelo de Sousa... Pedro Mourinho confessa que também o gostava de ter... "Quem não gostava... Mas se tivermos de escolher um produto similar para combater o Marcelo, o Ricardo Araújo Pereira seria o eleito. Porque consegue juntar uma opinião bem formada e com força a um humor raro em Portugal. Seriam os condimentos perfeitos numa receita contra o Marcelo.

Confrontado se a SIC vai ter Ricardo Araújo Pereira... "Penso que não. Está muito distante, hoje em dia os Gato Fedorento, apesar de terem nascido na SIC, são quase inatingíveis. Fazem pouquíssimas coisas e escolhem muito bem o que fazem".

Deste modo, é já a partir desde sábado, dia 5, e deste domingo, dia 6, que a SIC apresenta novidades nos seus espaços informativos, principalmente ao domingo às 20h, com Pedro Mourinho...

Os dois jornalistas estão com grandes expectativas.


PEDRO MOURINHO FALA SOBRE O NOVO "JORNAL DA NOITE" DE DOMINGO

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


Aos 40 anos, Pedro Mourinho é um dos principais rostos informativos da SIC e vai ter a seu cargo o novo noticiário das 20.00 aos Domingos... Que estreia já neste fim de semana...

O que lhe falta conquistar? Falta-me tanta coisa... A partir de agora, ao ter um jornal novo ao domingo, às 20.00 - que é sempre um marco para qualquer um que trabalha na televisão, chegar ao jornal das oito da noite -, tenho menos uma coisa para conquistar [risos]. Mais do que apresentar, que é o que vou fazer, é coordená-lo, pensá-lo, e isso é importante para mim. Não há caminhos fáceis, mas espero que esta tarefa seja bem-sucedida. Estou muito empenhado nisso.

O registo que protagonizou na emissão especial de informação que a SIC fez no dia da comemoração dos 20 anos, com reportagens em movimento assinadas por si, vai ser repetido neste novo jornal de domingo? Sim, irá ter um formato que é um segmento de 10, 15 minutos em que estarei sempre num sítio diferente, com temas que nesta altura estarão muito ligados à crise. Há um que já está feito, foi em Beja e tem que ver com os elefantes brancos de Beja, neste caso o aeroporto, a nova Escola de Tecnologia e Gestão, que custou 10 milhões de euros, e o parque de exposições. Tudo isto pode justificar algumas coisas em Beja, mas não deixa de ser um grande dispêndio, se calhar desmesurado em relação à região em causa. Servirão, com certeza, alguns interesses. É mostrar um bocadinho o espelho do país. A verdade é que se gastou muito em obras e chegou-se ao estado a que se chegou.

Como surgiu a ideia de remodelar a informação de fim de semana na SIC? Foi uma decisão da direção da SIC, para dar força aos fins de semana, sobretudo ao domingo à noite, porque a concorrência é muito forte nos outros canais, principalmente na TVI, porque está lá o Marcelo Rebelo de Sousa. Foi para fortalecer o Jornal da Noite, porque é o dia em que as pessoas têm mais disposição para ver televisão, é o dia em que o auditório é mais rico em termos de estratos sociais, idades... há muita gente a ver televisão e a SIC quer ter um produto muito forte em termos informativos.

Como vai ser o noticiário, então? Vai ser o magazine da SIC em termos informativos aos domingos. Vai ser um jornal diferente. Ao sábado, estará a Maria João Ruela ao almoço e à noite, e eu ficarei com os domingos. O Primeiro Jornal não sofrerá grandes alterações, o das 20.00 é que é personalizado. O que vou tentar é dar-lhe um bocadinho do meu corpo, tem um cenário novo, vou dar-lhe uma linguagem televisiva que de alguma forma seja inovadora.

Quando vão ocorrer essas mudanças? Dia 6 de janeiro. Vamos ter logo no arranque reportagens à volta da crise, para explicar de que forma chegámos ao ponto a que chegámos. Mas também tocando noutros pontos, o desperdício alimentar, como é que as pessoas podem poupar mais... Vamos preocupar-nos sobretudo com a atualidade.

Vai ter rubricas? Sim, uma de Jorge Pelicano que vai ter um convidado e explicará o que mudou nestes 20 anos. No meu caso, vou fazer reportagens, o que é bom porque tenho oportunidade de sair da redação, que é uma coisa que gosto de fazer também. Um projeto da Ana Sofia Fonseca que terá um convidado conhecido a responder à questão: "Quando eu for grande o que quero ser?" Para levantar o véu, vamos ter o Otelo Saraiva de Carvalho que queria ser ator. Vamos dar a atualidade, o assunto da semana, mas dando outros lados. Recorremos a uma tecnologia que foi a Sapo que desenvolveu, em que há um género de teia que junta as notícias da última semana e a partir daí estabelece-se uma correlação. Ou seja: temos um nome e depois essa tecnologia vai buscar todas as notícias relacionadas com essa personalidade. E vamos ter o Bernardo Ferrão e o Marcelo Crespo todas as semanas a explicar o que vem aí de importante na próxima semana.

Quanto tempo dura o jornal? Uma hora e quarenta, mais ou menos. Tem havido muita discussão sobre quanto tempo deve ter um jornal, e de facto todos os jornais das oito têm uma longa duração, e isso influenciou a forma de se fazer jornalismo. O que tenho visto da SIC é que tem feito isso muito bem, porque é preciso puxar muito pela cabeça para fazer um jornal tão grande. Vamos trilhar um novo caminho, que seja eficaz e com audiência.

Foi o Pedro que escolheu o domingo ou deram-lhe esse dia? O domingo foi-me dado, quer dizer, eu já trabalho ao domingo no jornal da hora de almoço, por isso seria uma escolha natural, até porque não há ao dia de semana muito espaço de manobra, e o Jornal da Noite está bem entregue à Clara de Sousa e ao Rodrigo Guedes de Carvalho.

E está preparado para competir com o Marcelo Rebelo de Sousa? Com o Marcelo e com a Judite Sousa. Houve alturas em que o Marcelo não ganhou nas audiências, isso tinha que ver não só com o que ia para o ar na SIC nesse tempo... mas a Judite deu força ao próprio Marcelo. E nesta altura potencia ainda mais o comentador que ele é. É uma pessoa comunicativa e há muita gente que não quer perder pitada do que ele diz. O Marcelo, não decidindo nada, não é ex nem atual governante, é um verdadeiro opinion maker. Os jornais no dia seguinte vão sempre atrás dele. Tem muita força para a opinião pública e para os portugueses em geral. Não há aqui um... objetivo delineado de derrotar o jornal da TVI ao domingo. Quer dizer... se o conseguirmos, é ótimo em termos de audiências, mas temos noção de que não há caminhos fáceis. Este será um caminho complicado, mas queremos sobretudo aproximar os dois jornais e se possível vencer.

Gostava de ter o prof. Marcelo ao seu lado? Quem não gostava... Mas se tivermos de escolher um produto similar para combater o Marcelo, o Ricardo Araújo Pereira seria o eleito. Porque consegue juntar uma opinião bem formada e com força a um humor raro em Portugal. Seriam os condimentos perfeitos numa receita contra o Marcelo.

E há a possibilidade disso acontecer? Penso que não. Está muito distante, hoje em dia os Gato Fedorento, apesar de terem nascido na SIC, são quase inatingíveis. Fazem pouquíssimas coisas e escolhem muito bem o que fazem.

Fonte: Noticias TV

"PRIMEIRO JORNAL" ESMAGA CONCORRENTES!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012


Foi neste Domingo, dia 25 de Novembro que o informativo da hora do almoço na SIC conseguiu uma audiência excelente, deixando o "Jornal da Uma" da TVI e o "Jornal da Tarde" da RTP1, longe...

O "Primeiro Jornal" ontem apresentado por Pedro Mourinho, posicionou-se no TOP 5 dos programas mais vistos do dia, com 11.6 de número de espectadores e 32.6% de share. Isto equivale a cerca de 1 milhão e 96 espectadores sintonizados na informação da SIC.

A concorrência da TVI com o seu "Jornal da Uma" conseguiu apenas 8.1 de número de espectadores e 22.9% de share. Também a RTP1 com o seu "Jornal da Tarde" obteve somente 5.0 de número de espectadores e 14.2% de share.


Grande entrevista a Pedro Mourinho

sábado, 22 de outubro de 2011

“Não escondo a ambição de ser pivô na SIC generalista”
O jornalista foi o primeiro rosto da SIC Notícias, canal onde está desde 2001. Tem o desejo de passar a tempo inteiro para o canal generalista, mas quer ainda dedicar-se à criação de conteúdos. E garante que a liberdade que sente na redacção da SIC vale mais do que dinheiro.
Como chegou à SIC?
Há onze anos estava na RTP e vim a convite do Nuno Santos e do Emídio Rangel para integrar a equipa de fundação da SIC Notícias. Havia uma incerteza imensa, porque era o primeiro canal de informação em Portugal, não sabíamos se ía correr bem, ter sustentabilidade financeira para singrar, ter espectadores. As coisas estavam muito bem estabelecidas, o mercado não se movimentava muito, havia a RTP, a SIC e a TVI, o cabo estava a dar os primeiros passos. Acabou por se revelar um grande sucesso, portanto foi uma aposta ganha e uma óptima escolha a nível pessoal e profissional.
Foi a primeira cara da SIC N. Como se prepararou para esse momento?
Da mesma forma que todos o fizemos enquanto equipa da SIC N. Integrámos o projecto em Junho de 2000, e o canal só arrancou em Janeiro de 2001. Durante todos esses meses fomo-nos preparando, vestindo a pele de jornalistas a quem, a partir de dia 8 de Janeiro de 2001, a vida iria mudar substancialmente, porque alguém dizia, com razão, que a SIC N era um avião que ía levantar voo e nunca mais aterrava. Mas foi uma escolha de quem dirigia a SIC, porque ainda não se tinha percebido se o canal ía arrancar à noite ou na edição da manhã, que ía fazer com a Ana Lourenço e a Alexandra Abreu Loureiro. Coube-me esse momento que é, de facto, um grande momento na carreira de qualquer pessoa que integre um projecto destes. Percebe-se que, a partir daí, se faz parte da história da televisão em Portugal. Por muitos anos que viva e por muitas coisas que faça, o arranque da SIC N será muitas vezes o momento pelo qual serei lembrado.
O que o marcou mais nesse instante?
Há um elemento de grande responsabilidade porque nada pode falhar. O que me recordo mais é da ansiedade e expectativa de todos os colegas no momento em que o canal arranca. Sentir que naqueles segundos tudo correu bem, ouvir uma série de aplausos, porque na altura a redacção da SIC N funcionava atrás do estúdio e estava cheia, ninguém dormiu nessa noite, estávamos todos lá para apoiar. Era importante ter um grande arranque, para que as pessoas olhassem para o primeiro dia da SIC N. Quem ligou a SIC N naquele dia certamente não se sentiu defraudado. Era um canal de notícias de âmbito internacional, estávamos em  todo o lado onde estava a acontecer alguma coisa nesse dia. Além do mais tínhamos uma notícia que era só nossa, uma investigação a propósito das radiações por urânio empobrecido, que eram deixadas pelos bombardeamentos da Nato no Kosovo, era o grande assunto do momento, e levou todas as rádios a citarem-nos nessa manhã e os jornais a fazerem manchete no dia seguinte com a nossa história. Foi um dia perfeito para a SIC N, que nenhum dos outros canais de 24 horas de informação que está no mercado e que surgiram depois conseguiu até hoje. Esse é o ponto fundamental de partida: nós somos assim, vamos ser assim a nossa vida toda, somos sérios e profissionaais, apesar de muito novos e estamos aqui para servir as pessoas.
A decisão de ter uma equipa jovem foi consciente para associar a um canal novo a uma equipa nova?
Quando me foram buscar, e à Clara de Sousa e Ana Lourenço, já trabalhava há muitos anos na televisão. Era um cocktail perfeito, porque se juntaram pessoas que, sendo profissionais há uma série de anos, eram novas e havia um compromisso de futuro com elas, ainda tinham potencial de crescimento mas já eram valores muito seguros e talentos emergentes que podiam assegurar o futuro do canal. Houve a preocupação de mostrar, num projecto novo, pessoas novas, mas também caras que eram os novos valores dos canais generalistas, sobretudo dos concorrentes, e isso deu ao canal outra credibilidade.
Mas havia o compromisso de que essa juventude se reflectisse numa informação mais irreverente e arrojada?
Procuramos isso todos os dias, quer na SIC quer na SICN. Não fugir ao nosso compromisso com os telespectadores com uma informação rigorosa, séria, independente, mas ao mesmo tempo procurando sempre novos caminhos. E há uma série de gente aqui que é muito boa nesse papel. A esse nível a SIC é a grande televisão em Portugal. Costumo dizer que quando estava na RTP tinha um grande fraquinho pela SIC e é verdade, julgo que todos os jornalistas de televisão em Portugal o têm.
Que ingredientes fazem da SIC Notícias diferente?
As pessoas que aqui trabalham. A meu ver são os melhores profissionais de TV do País. Existe muita autonomia e liberdade criativa. As chefias confiam muito nos profissionais que aqui trabalham e dão-nos oportunidade de mostrar e poder ser irreverentes, de apostar e arriscar. E é assim que se vai conseguindo chegar mais além. Depois, a nossa redacção é um sítio onde se respira liberdade. Coordeno jornais na SIC há muitos anos e nunca senti a mínima forma de pressão e isso é muito importante. Podemos não ser os mais bem pagos do mercado, mas isso vale muito dinheiro.
Enquanto jornalista, do que é que abdicou para se dedicar à coordenação?
Apliquei-me mais na função de pivô, mas muitas vezes faço grande reportagem ou reportagem no exterior, e gosto imenso. Mas quando surgiu a oportunidade de coordenar e ao mesmo tempo criar conteúdos não a desperdicei. Desenhei o ‘Jornal da Meia-Noite’ (JMN), o ‘Primeira Página’, alguns dos espaços da SIC N, participei no início de ‘O Dia Seguinte’ e ‘Tempo Extra’. É algo que me agrada muito fazer, criar jornais a partir do nada, fazer algo diferente, com um cenário diferente e conteúdos mais irreverentes, com uma componente de imagem mais forte.
Trabalhando na SIC e SICN, como faz a ligação entre os dois canais?
São independentes, mas a redacção funciona em conjunto. A dada altura foi colocada a hipótese de assumir a coordenação e apresentação do ‘Primeiro Jornal’ de fim-de-semana. Não é fácil, primeiro em termos de tempo, porque nos obriga a uns horários muito estranhos. Mas a SIC tem muitos pivôs capazes de assumir o ‘Primeiro Jornal’ ou o ‘Jornal da Noite’, e isso é bom para quem manda, mas foi um passo natural de carreira. Quem aqui trabalha, também quer que o seu trabalho tenha uma visibilidade diferente e que o canal generalista, naturalmente, tem. Mas gosto imenso de o fazer porque é como andar na corda bamba todos os fins-de-semana, ou todas as noites e isso também nos dá alguma adrenalina.
Em onze anos, o que mudou na SIC N?
Mudámos nós, que estamos mais velhos. Demos consistência e credibilidade à SIC N, o que alguns no início achariam difícil de alcançar. Fomos sempre líderes de audiências, apesar de existirem mais 50 canais no cabo, outras duas estações concorrentes, que tentaram sempre chegar ao nosso patamar de audiências e por alguma razão não conseguiram. Isso quer dizer que as pessoas continuam a dar preferência à SIC N. Nada mudou, mas fomos construindo um caminho sério de confiança em relação às pessoas e a quem nos vê.
Muitos duvidaram do resultado de um canal de 24h diárias de informação, em português. Ficou surpreendido com a apetência dos portugueses por notícias?
A SIC N mudou a forma como a comunicação e como as notícias se processam em Portugal. Era algo que a rádio já fazia mas com menos impacto. A SIC N conseguiu pôr os políticos a comunicarem uns com os outros, na reacção pronta logo às 8 da manhã, sobre a notícia do dia. Não era algo habitual e foi também muito importante para criar hábitos nos espectadores. Alguém que compra o jornal da manhã lê determinada notícia, mas sabe que se ligar a SIC N já vai ter uma reacção de alguém a quem a notícia diz respeito.
Houve outros momentos em que teve que forçar o distanciamento, e ser apenas a pessoa que dá a notícia?
Isso fazemos todos os dias, porque todos os dias há imagens que nos chocam, somos humanos. Seja cá ou lá fora, somos confrontados diariamente com histórias de miséria e amargura, de dramas terríveis, de crime e acidentes. Mas também há o outro lado, de histórias que nos fazem sorrir e ter esperança. Quando entramos, o lado emocional fica lá fora e aqui a nossa tarefa é informar, dar as notícias com rigor, isenção e imparcialidade. Mas também não acho que a apresentação de telejornais deva ser totalmente objectiva, há sempre um lado grande de subjectividade, isso deve ser dado a perceber aos espectadores, porque eles também reagem ao que estão a ver. Mas por regra, o jornalismo televisivo, tal como qualquer outro, deve ser objectivo.
A nível de investimento técnico, o que é a SIC tem hoje para oferecer?
Hoje, com a internet, podemos fazer directos a partir do momento em que temos uma ligação de dados, em qualquer ponto do mundo, de forma muito autónoma, basta carregar uma mochila às costas. Fazer directos em movimento era algo que não era possível há três anos. Estamos a caminhar muito rapidamente para o HD, os cenários virtuais estão a ser aperfeiçoados e são quase perfeitos, o ‘JMN’ é inteiramente virtual. Lembro-me de que quando fui para a televisão, o chrome era uma novidade, e nem sequer tinha profundidade, era uma parede verde onde se podia projectar uma imagem e a pessoa aparecia à frente. Tecnicamente, nem sequer era perfeito. Hoje, basta desenhar o cenário que se quiser, e isso sente-se na informação, porque existe uma limitação física de estúdios, de espaço, e é a possibilidade de, no mesmo sítio, termos cenários diversos.
Mas a técnica só veio melhorar e facilitar o trabalho do jornalista?
Sim, é um bom aliado. Quando fui para a RTP, as equipas de reportagem tinham um repórter de imagem, um assistente de áudio, motorista... hoje uma equipa de reportagem é um jornalista e um repórter de imagem. E conseguem, em reportagem no exterior, fazer o trabalho, editar, enviar, e isso foram avanços permitidos pelo avanço da tecnologia, porque cada vez temos mais meios para fazer melhores coisas.
A SIC N foi a primeira, há onze anos, mas hoje temos a RTP Informação e a TVI 24. Ainda faz sentido mais um canal de informação?
Acho que não. O mercado é muito limitado. A verdade é que eles existem há uma série de anos, e se existem é porque o mercado diz que podem existir, mas não acho que faça muito sentido, e a longo prazo vai sobreviver aquele que tiver mais audiências e a maior capacidade de dar a imagem de confiança às pessoas, e que é a SIC Notícias.
Os outros dois ficam pelo caminho?
Não sei muito bem o que vai acontecer na televisão, parece que vão privatizar uma licença da RTP. Isso não é fácil para o mercado e obviamente para nós, SIC e TVI é mau. Não vivemos da ajuda do Estado e se houver mais um player no mercado isso significa que haverá menos dinheiro no bolo publicitário. E a televisão com menos dinheiro para ser produzida será mais barata e de pior qualidade. Não é bom para os espectadores, nem para quem tem as televisões. Não sei como vai ser o futuro, mas quantos mais canais de informação surgirem, pior para todos.
No grupo Impresa as dificuldades são públicas. Os constrangimentos afectam o trabalho?
Afectam, mas o nosso objectivo é superarmo-nos todos os dias e fazer sempre mais com menos. Temos a consciência de que o País está a atravessar uma crise imensa, dentro de uma conjuntura internacional que não é nada fácil, e acho que toda a gente, não só aqui, se capacitou disto: trabalhar mais e fazer melhor, com menos. E o menos é, naturalmente, menos dinheiro.
No caso da SIC é também com menos pessoas, porque houve um processo de rescisões. Isso sente-se na redacção?
O importante é que os espectadores não o sintam, e que o trabalho continue a ser feito com a qualidade de sempre e isso tem sido conseguido.
O futuro do Pedro passa em exclusivo pela SIC?
Pela SIC, sim. Gosto muito de trabalhar aqui. Não posso dizer que desta água não beberei, mas da forma como as coisas estão, a SIC é a minha estação, vesti a camisola e é aqui que quero fazer a minha carreira, porque sinto, sobretudo, que o que tenho aqui é uma carreira a desenvolver. Que já vai a meio, mas que chegará mais longe, e não sei que qualquer outro lugar me poderia dar isso.
E onde é que poderá chegar?
Apesar  de pensar em termos individuais, integro-me numa equipa e o que quero é fazer parte de uma estação de sucesso. O meu desejo final é que SIC consiga sair desta crise e depois voltar à liderança.
Recebeu convites para ir para a TVI 24 ou para a RTP Informação?
Não.
E se surgissem?
A SIC é a minha estação. Poderia ponderar, mas a redacção é um sítio onde se respira liberdade e isso é muito importante.
PERFIL
Nascido em Lisboa a 30 de Abril de 1972, Pedro Mourinho formou-se em Jornalismo na Universidade Autónoma, mas estreou-se na RTP aos 18 anos. Foi o rosto de ‘Caderno Diário’, mas é sobretudo conhecido por ter sido a primeira cara da SIC N a chegar ao ecrã dos portugueses. Após onze anos em Carnaxide, diz que, além do 11 de Setembro, o momento mais marcante foi a morte do jogador do Benfica Miklós Fehér, em 2004. “Ainda hoje me causa angústia, mas a notícia tinha de ser dada”, recorda. “Quando entramos, o lado emocional fica lá fora, mas também há sempre um lado subjectivo na apresentação de telejornais”.
Fonte: Correio da Manhã

Sábado, no 1º Alta Definição de 2011 temos…

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

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Pedro Mourinho, um dos melhores jornalistas atuais e o que deu a cara pelo o arranque da SIC Notícias em 2001. O jornalista é o convidado do programa de Daniel Oliveira este Sábado, onde entre muitos assuntos que serão falados, um será certamente o 10º Aniversário da SIC Notícias que é comemorado no mesmo dia!

Última Hora: Pedro Mourinho aos sábados e domingos

sábado, 15 de maio de 2010

O 'Diário do Mundial' está, de segunda a sexta-feira, a cargo de Andreia Vale, mas aos fins-de-semana, a jornalista da SIC entrega o seu cargo ao seu colega Pedro Mourinho. No entender do blog, ambos são boas opções por parte da direcção de informação da SIC.

Pedro Mourinho assegura audiências

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Durante estes dois dias de fim-de-semana, o Primeiro Jornal conseguiu fazer aquilo que não consegue de segunda a sexta: liderar. Os dois noticiários contaram com a apresentação de Pedro Mourinho, que no sábado alcançou 8.9% de rating e 36.9% de share (sendo que foi o programa mais visto da SIC) e neste domingo alcançou 9.3% de rating e 36% de share. O que corresponde a uma média de 9.1% de rating e 36.5% de share. Altura de repensar na apresentação do Jornal da Noite de segunda a sexta? Acho sim...

Nota: Feliz dia das mentiras!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Hoje, o SIC Blog presenteou-o com 2 falsas notícias para festejar, este que em tempos foi o primeiro dia do ano! A primeira notícia (regresso de Jorge Gabriel), não foi propositada, digamos que o outro blog sobre a SIC pregou uma rasteira, em que nós caímos. A segunda (alteração no Jornal da Noite) foi inventada por nós, embora gostássemos que se realizasse. Por isso, tenha um bom Dia das Mentiras!

Jornal da Noite: Nova dupla a caminho

Segundo uma jornalista da SIC, que nos pediu para não ser identificada, a informação das 20 horas, de segunda a sexta, vai conhecer uma nova dupla de pivôs: Ana Lourenço e Pedro Mourinho. A dupla entra em acção a partir do dia 12 de Abril. Quanto à Edição da Noite da SIC Notícias, passará a ter a apresentação de Joaquim Franco, que fazia parte da equipa do Nós por Cá, até à data.
MENTIRA!

MARCAMOS O ARRANQUE DE CADA DIA: ÀS 07:00

COM: JÚLIA PINHEIRO E JOÃO PAULO RODRIGUES...

SIC LÍDER DO HORÁRIO NOBRE DESDE O INÍCIO DO ANO!

 
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